Inglês protagonista!

Mais do que saber traduzir outras línguas para o Português, o mundo atual pede pessoas que tenham a habilidade não só de falar e entender, mas raciocinar em outro idioma. Se for o inglês, ainda melhor, pois se trata do mais falado em todo o mundo. Conhecê-lo bem e saber usá-lo de forma eficiente deixou de ser um diferencial para se tornar algo essencial. Uma forma de conquistar a almejada fluência é começar a utilizá-lo já nos primeiros anos de vida, como preconiza a Red Baloon, franquia de ensino em Língua Inglesa integrada à Escola Chave do Saber (ECSA). De acordo com a professora Daniele Hounsell Breier, coordenadora da Red Balloon in School ECSA, quanto mais cedo for o ensino de uma outra língua, melhor. “Porque as conexões que o cérebro faz quando somos mais novos são mais fáceis e naturais. Depois de um certo tempo o nosso cérebro tem dificuldade de fazer essas ligações”, explica. “As crianças crescem tendo muito claro que as coisas podem ter mais de um nome. Aprendem o inglês da mesma maneira que estão aprendendo português, sem que isso atrapalhe a alfabetização”, frisa. “Quando a criança aprende a língua da forma adequada, sua relação com o idioma será sempre positiva, fazendo com que se torne algo fácil e divertido”, diz a professora. “Para evitar que se confunda entre o novo idioma e a língua materna, principalmente quando está na fase chamada pré-silábica, entre os três e sete anos de idade, a recomendação é que a exposição seja feita de uma maneira […]



Proporcionar ensino integral não é sobrecarregar a criança, avisa educadora

As escolas não são apenas transmissoras de conhecimento. “É preciso ter claro que não podemos ficar concentrados em um único objetivo, fazemos parte de algo maior, nosso foco é a formação integral das crianças. O mundo atual necessita muito mais de conexão, parceria entre a escola e a família, a fim de que se tornem partícipes na formação dos futuros cidadãos. Assim, teremos no futuro pessoas mais conscientes de seu papel no mundo, pessoas com posicionamento, que sabem o que querem para suas vidas e o que desejam fazer”, explica a psicopedagoga Márcia Bezerra, que tem mais de 30 anos de experiência na área da Educação em Cuiabá (MT). O ensino integral é uma oportunidade de oferecer atividades que complementem a rotina das crianças, salienta Márcia. Mas isso não pode ser feito de qualquer maneira, avisa. “É preciso proporcionar bem-estar a elas e colocar-lhes à disposição opções diferenciadas que ampliem o que é visto no ensino regular. Afinal, o que determina sua evolução é a curiosidade e a riqueza de ideias que nascem da interação entre elas”, diz. Segundo a psicopedagoga, não se pode sobrecarregar os alunos com tarefas e lições, sufocando-os com uma rotina típica dos adultos. “As obrigações, deveres e o estudo acadêmico devem estar presentes, assim como outras atividades que contemplem o desenvolvimento integral dos alunos. Precisamos criar oportunidades para os alunos ampliarem habilidades e estarem sempre motivados e confiantes em seu processo”, orienta. Para Márcia, uma proposta de atividade para o turno integral precisa trazer opções variadas, como: acompanhamento das lições de […]



Formação continuada da ECSA prepara professores para protagonismo de alunos

A Escola Chave do Saber (ECSA) reconhece que o desenvolvimento humano está vinculado ao contexto cultural do indivíduo. A formação cognitiva de uma criança, por exemplo, é diretamente ligada à influência exercida pelo ambiente escolar. Cientes do quadro sóciointeracionista, os professores da ECSA são submetidos a cursos de formação continuada. É preciso que os docentes também sejam provocados para o desenvolvimento de métodos e técnicas de educação diferenciados. A submissão ao curso por vezes pode ser considerada um ato a contragosto. Mas não é o que acontece na Escola Chave do Saber. Eliza Rita de Oliveira Duemes, 38 anos, professora de matemática, explica como pode ser o itinerário. “NA ECSA temos duas modalidades de formação. Uma delas presencial, com encontros mensais para cada área. A outra modalidade é online, com carga horária de 60 a 80 horas. Cada professor se organiza da maneira que achar melhor para concluir o curso. Além disso, a escola oferece palestras regulares para pais e professores”, afirmou Eliza. Segundo a professora, a formação continuada demostra cada vez mais o papel de personagem central dos alunos. Todos os esforços são para o oferecimento de oportunidades aos discentes. “Esse tipo de trabalho traz o que há de mais inovador em termo de ensino, oportuniza que nossos alunos tenham acesso a métodos diferenciados e de qualidade para que se tornem verdadeiros protagonistas na construção do aprendizado”, explicou Eliza. O trabalho complementar oferecido pela ECSA possibilita que professores estejam em sintonia com a metodologia proposta pela escola. O esforço homogeneizado reflete em ações em sala […]



Apaixonados por gibis, alunos tornam biblioteca ambiente de lazer

A infância é um terreno fértil, daqueles onde tudo que se planta, floresce. Os primeiros seis anos de cada criança é fundamental para o seu armazenamento de conhecimento, são esses os anos, que as referências de cada ser humano são construídas. E ao passar dos anos as preferências são definidas. É neste momento em que a influência dos pais e da escola são fundamentais para construção de um leitor assíduo. A Escolha Chave do Saber (ECSA) é um espaço que estimula os alunos a lerem, tornando assim, a biblioteca um espaço de diversão e lazer. Natália Nogueira, tem 13 anos e está no 8º ano, ela conta que aprendeu a ler com gibis e faz da biblioteca o seu lugar preferido na escola. “Eu venho muito à biblioteca, estudo na ECSA desde a primeira série e sempre frequentei a biblioteca, desde quando eu era menor, eu aprendi a ler com o gibi. Na minha sala eu lembro que tinham vários gibis, e eu pegava e fui aprendendo a ler”. Para ela, além da leitura ajudar nas provas, foi sempre uma diversão, um lazer muito melhor do que ficar no telefone jogando ou vendo fotos nas redes sociais. “Nas redações e para as provas, como eu leio muito, as expressões me parecem certas porque eu vejo muito pelos gibis e livros. Hoje, o meu hobbie é ficar lendo, eu me envolvo nas histórias. Para mim, presente até hoje, é livro. Quando eu era menor, todo mundo achava estranho uma criança querer isso de presente. Tenho tantos gibis, […]



Alunos de Cuiabá criam suas próprias histórias em quadrinhos

Nada como a imaginação fértil de criança para a criação de boas histórias. Isto associado a um espaço escolar propício para o despertar da leitura resultou na produção de revistas em quadrinhos criadas por grupos de alunos da Escola Chave do Saber (ECSA). Uma delas já na quarta temporada. Os alunos João Gabriel Scalabrin e João Vitor Gomes, ambos de 10 anos, são os pioneiros na escola. Dois apaixonados por histórias em quadrinhos, desde 2017 desenham e criam suas próprias histórias em quadrinhos. A história do Super Tesoura e do Super Tesourinha já está em sua quarta temporada. “Eles foram assistir um show de meteoros e foram atingidos por um deles. Eles são super-heróis que ajudam a salvar o mundo. Eles ficam dentro de suas cavernas e olham no computador o que está acontecendo para saírem em busca dos vilões”, conta João Gabriel. Já João Vitor fala sobre como funciona o HQ. “Nós começamos a fazer eles coloridos, mas como a gente faz no final de cada aula, dava muito trabalho, daí agora só fazemos eles preto e branco. Começamos a fazer ano passado e já estamos na 4ª temporada”, afirma. Luiz Henrique do Carmo, de 11 anos, também está trabalhando na criação da sua revista. “Eu via meus amigos fazendo e eu quis fazer o meu também. A minha história é de uma equipe de heróis: ‘Heróis Unidos’, que também salvam o mundo. Tem o chefe que usa uma máscara, o Bolinha de neve que voa, olho robótico, super folha (…) Ao todo são seis […]



Alunos do MAXI e ECSA ganham medalhas da Olimpíada Brasileira de Matemática

Alunos da Escola Chave do Saber (ECSA) e Colégio Maxi receberam, na tarde de sexta-feira (31), medalhas de bronze da Olimpíada Brasileira de Matemática de Escolas Públicas e Privadas (OBMEP) Edição de 2017. A solenidade ocorreu no auditório do Instituto de Ciências Exatas e da Terra (ICET) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e contou com a presença de alunos e professores de todo o Mato Grosso. Os estudantes Kenzo Tho, Matheus Silva Matos, Lucas Hiroki, do Maxi, e Yuri Pereira da ECSA ressaltaram que as aulas do professor Marcos Teixeira foram fundamentais para conseguir esse resultado. “Eu amo estudar Matemática e eu adoro as aulas do professor Marcos, para mim ele é o melhor professor do mundo. Estou muito feliz, é a primeira vez que participo”, comenta Yuri, do 8º ano da ECSA. A diretora da ECSA, Marcia Bezerra, emocionou-se durante a entrega e destacou a importância deste reconhecimento. “No caso do Yuri, o professor Marcos que visualizou o potencial dele, a partir daí ele percebeu que tinha essa habilidade, mas não a reconhecia. É muito bom, emocionante e gratificante esse reconhecimento. Fiquei bastante emocionada, são momentos como este que fazem a diferença”, finaliza. Para Kenzo, Matemática as vezes é um bicho de sete cabeças, mas com ajuda dos professores é possível superar. “Eu agradeço muito o professor Marcos e os professores do Maxi. Eles nos ajudam muito, as vezes a matéria fica muito difícil, mas sempre colaboram com a gente”, comenta. Já Matheus comenta que teve que estudar bastante. “Eu adoro Matemática, é […]



Dia do Estudante é comemorado com show de mágica na ECSA

 Mágica foi o truque usado pela Escola Chave do Saber (ECSA) para comemorar o Dia do Estudante, celebrado no dia 11 de agosto no Brasil. O mágico Jack Victorino, da Cartola Mágica, foi o responsável por conduzir o show com os alunos que se agruparam no salão da cantina para festejar o dia deles. O evento ocorreu na segunda-feira (13). A mágica faz parte da infância: as crianças conseguem transformar areia em bolo, pedra em comida, e é justamente essa pureza e espontaneidade que as tornam especiais. E foi justamente pensando em proporcionar um momento diferente para os alunos, que a escola pensou em trazer um show de mágica. A ideia deu certo. Os alunos ficaram animados com as brincadeiras, mágicas e a melhor atração foi o Zuca, um dragão de fantoche, que com muita espontaneidade arrancou boas gargalhadas e palmas do público. Nicole Montelli de Miranda, do 3º ano A, resumiu a apresentação em uma palavra: “Amei”. E ainda completou dizendo que o Zuca foi a melhor atração: “Ele é muito engraçado”. Jack Victorino conta que está acostumado a se apresentar em escolas e tem a proposta de entreter tanto as crianças, quanto os adultos que muitas vezes participam dos shows. A coordenadora pedagógica da Educação Infantil e Fundamental I, Eliza Rita de Oliveira Duemes, conta que ao pensarem na programação do Dia do Estudante, a escola quis inovar, ou seja, proporcionar novas experiências e então houve a indicação do show de mágica. E realmente foi uma novidade que deixou Vitor Von, do 3º ano […]



Expectativa e emoção: sentimentos que marcaram Dia dos Pais da ECSA

A expectativa das crianças para iniciar as apresentações para os papais era muita. Inquietos, os alunos da Escola Chave do Saber (ECSA) aguardavam para entrar na quadra e poder demonstrar todo o carinho, respeito e admiração por aquele que os amam incondicionalmente. Na arquibancada, pais, mães, avós, familiares que aguardavam já emocionados pela apresentação. E emoção é a palavra que define o Dia dos Pais da ECSA. Luis Felipe de Figueiredo, pai do Davi do Jardim I, estava acompanhado da esposa, Loureana Silveira de Figueiredo, e ao comentar da apresentação logo demonstrou estar comovido. “Se eu for falar, vou chorar de novo”, resumiu o sentimento.  A mãe destacou o crescimento do filho. “Ver o desenvolvimento dele nas apresentações é muito gratificante para nós, pais”, comentou. A diretora da ECSA, Marcia Bezerra, destaca que a escola este ano retornou com as apresentações feitas pelos alunos e pontua que esta homenagem relembra a simplicidade, proximidade, transparência que a escola tem com a família que a compõe. “Por mais que seja bom atividades interativas, isto aqui emociona. Vale muito a pena! ”, afirma. Além disso, Marcia explica também que as apresentações são feitas de maneira que os alunos tenham liberdade e autonomia. As músicas têm uma identificação com os estudantes, além de dar espaço para aqueles que preferem se apresentar sozinhos ou em duplas, também tiveram apresentações autorais. O objetivo é justamente proporcionar a participação e dar direito para que eles possam opinar sobre o formato da homenagem. “Os professores puxam esse carro. A atuação da professora de música […]