Escolinha de Futsal da ECSA estreia na Copa da Juventude

A equipe de futsal da Escola Chave do Saber estreou ontem na Copa da Juventude e apesar do resultado negativo dentro de quadra, os alunos apresentaram ótimo desempenho. Uma das premissas mais importantes do esporte é aprender a competir e vencer obstáculos, por isso a equipe já levantou a cabeça e está animada para os próximos desafios. A derrota de 4 a 2 para a Escola Estadual Tancredo Neves foi um aprendizado. O professor relatou que partiu dos próprios alunos a iniciativa de “aprender com os erros e buscar melhorar para próxima partida”. A Escolinha de Futsal da ECSA funciona há mais de 15 anos, mas esta é a primeira vez que participa de torneios oficiais. O professor Túlio Fernandes conta que o objetivo é proporcionar a experiência de uma competição, além de motivar os alunos no mundo esportivo. Túlio conta também que quando inscreveu a equipe para participar da Copa da Juventude não pensou em chegar à final. O grupo aguarda ainda poder participar de novas competições como o Unicuia, organizado pela Prefeitura de Cuiabá. Porém, ainda não há uma definição se o torneio ocorrerá este ano. Os alunos que participam da Copa da Juventude estão na faixa etária de 12 a 13 anos. Porém, a escolinha recebe alunos dos 8 anos em diante. A competição é uma realização da TV Centro América e Federação Mato-grossense de Futsal e é uma das competições mais importantes do futsal de base.



Alunos de três escolas trocam experiências em laboratório de criatividade e robótica

Os alunos dos Colégios Maxi e ECSA que integram o FabLab receberam a visita interativa da equipe de robótica do Sesi Escola para uma tarde de troca de experiências e de aprendizado dos laboratórios de criatividade. Os dois laboratórios, o FabLab dos Colégios Maxi e ECSA e o laboratório de robótica do Sesi Escola, utilizam metodologias distintas para chegar a denominadores comuns: soluções para problemas do dia a dia. Os alunos da ECSA e do Maxi apresentaram os projetos realizados ao longo do ano para a construção de soluções econômicas e sustentáveis, como elevador hidráulico, aparelho de ar condicionado, carregador de celular, sistema de iluminação e de circulação de ar. Os alunos do Sesi apresentaram projetos que utilizaram conceitos de robóticas e robôs montados com peças e com a metodologia Lego. “O objetivo principal é incentivar a criatividade e promover ideias inovadoras”, explica a coordenadora do FabLab, Jaqueline de Vecchi Seviero, que também é diretora de Orientação Educacional do Maxi. Ela ressalta que o Colégio Maxi é a primeira escola de Mato Grosso a implantar um laboratório Fab Lab. De acordo com Roger Henrique Bartlo, professor do FabLab, por meio das atividades desenvolvidas no FabLab os alunos têm a oportunidade de viver a experiência da resiliência e da persistência. Com as atividades de fazer, construir, pensar, consertar, os alunos exercitam a criatividade e a interação com o mundo, mas os resultados vão muito além. “No conceito do FabLab, não existe erro, existe processo e aprendizado em cada experiência”, afirma Roger. Ediney de Brito Júnior, conhecido como professor […]



Maxi e ECSA apresentam experiências em encontro nacional de educação

Neste mês de agosto, iniciativas de gestão e projetos pedagógicos foram apresentados pelas escolas Chave do Saber e Maxi no evento nacional “Apaixonados por Educação”, organizado pelo Grupo Somos, o maior no segmento de educação básica no Brasil e que está entre os maiores do mundo. Realizado em São Paulo no início do mês, o evento reuniu representantes de todas as escolas ligadas ao grupo para o compartilhamento de experiências. Uma das iniciativas do Colégio Maxi foi apresentada na Oficina Operações Escolares. Segundo o diretor administrativo e financeiro do colégio, Lucas Oliveira Faleiros, o Maxi tem investido no aprimoramento da gestão administrativa para que a escola dedique ainda mais esforços e foco na gestão pedagógica. “Estamos em fase de implantação de um sistema informatizado que vai padronizar operações administrativas para que a direção tenha condições de dedicar mais tempo e energia na gestão pedagógica”, explicou o diretor administrativo e financeiro. Outra iniciativa desenvolvida pelo Colégio Maxi que ganhou destaque durante o evento foi o programa de desenvolvimento humano chamado Rumo Certo. O objetivo do programa é formar cidadãos conscientes de suas escolhas relacionados à saúde, sexualidade, além do uso de álcool e drogas. Em sua exposição, o coordenador do Saúde para Vida da unidade, Luiz Eduardo Saragiotto, falou sobre mitos e verdades sobre os benefícios e os prejuízos de alimentos presentes no cotidiano dos jovens, o mesmo em relação aos exercícios físicos, ressaltando, por exemplo, que são importantes, mas que o excesso também é prejudicial. Saragiotto também revelou como são tratados assuntos como a sexualidade, a […]



Sala Experimental propõe desafios aos alunos da educação infantil

Existem várias maneiras de adquirir conhecimento que vão além da atividade expositiva e dos exercícios aplicados pelos professores em sala de aula. Na Escola Chave do Saber (ECSA), um espaço foi criado especialmente para se somar às aulas tradicionais: a Sala Experimental. Trata-se de um espaço climatizado onde os alunos têm liberdade de escolher o que querem fazer, sempre sob a observação atenta do professor. É um local onde os estudantes podem experienciar, perceber e praticar vivências que serão importantes para o seu desenvolvimento. Segundo a diretora da ECSA, Márcia Bezerra, a Sala Experimental está baseada em três pilares, que são “desafio”, “investigação” e “liberdade de escolha”. Nessa extensão da sala de aula ele encontra novos cantos desafiadores. Vai realizar atividades, não necessariamente ao mesmo tempo que os colegas, mas que são diferentes das habituais, feitas por toda a turma, explica. A diretora cita exemplos como o do ateliê, onde o aluno vai aprender a expor sua criatividade através do desenho ou pintura. A Sala Experimental conta também com ambientes como uma cozinha em miniatura, proporcionando vivências sociais conectadas com a realidade das crianças; uma mesa de luz onde os alunos experimentam a descoberta de objetos por ângulos diferentes; um espaço de criação com papelão e cartolinas, para que elas explorem muito a criatividade e inovação, dentre outros “cantos”. “As atividades feitas na sala sempre estão inseridas num conceito de construção e liberdade, proporcionando ao aluno o protagonismo na prática”, frisa. E o importante, acrescenta, é que eles a utilizem todos os dias. “Todas as turmas, […]



Espontaneidade e interação marcam Dia dos Pais da ECSA

Priorizar a relação interpessoal e a criatividade das crianças foram os propósitos da Escola Chave do Saber na programação criada para homenagear os pais neste sábado (12 de agosto). Nada de apresentações ensaiadas. Músicas e poemas compostos pelas próprias crianças, além de danças e ritmos bem conhecidos, foram apresentados pelos alunos de maneira espontânea. Logo após as apresentações, pais e alunos passaram pelo aquecimento liderado pelos professores de Educação Física e foram para a dinâmica montada na Praça do Saber, em que eles puderam realizar atividades em conjunto. Desde colocar a “mão na massa”, literalmente, com a mistura de farinha, água e corante, até pintar junto e sair em busca de seus presentes. Atividades de movimento com o jogo do twister e para estimular o inglês também foram montadas para promover a interação entre pais e filhos. A diretora da ECSA, Marcia Bezerra, conta que a programação para o Dia dos Pais começou a ser pensada em julho com os professores. A apresentação, por exemplo, retornou a pedido dos pais, mas num formato diferente. “Deixamos as crianças livres para escolher se queriam ou não participar. Elas não foram ensaiadas, as apresentações foram espontâneas”, comentou. Além disso, as atividades na praça foram criadas pensando justamente em promover a relação interpessoal. Jaime Ulisses Peterlini tem dois filhos na ECSA e teve de dividir o tempo com ambos durante as dinâmicas. Ele ressaltou o fato de a escola ter se preocupado com a questão climática e realizado as atividades num horário adequado e ficou feliz, principalmente porque os filhos […]



Alunas do Colégio Maxi e Escola Chave do Saber ganham medalhas na OBF

As estudantes Luisa Kuymjian Belentani (Colégio Maxi) e Júlia Helena Konisi Carneiro (ex-aluna da Escola Chave do Saber) foram destaque na Olimpíada Brasileira de Física (OBF) 2016, cuja entrega das medalhas ocorreu nesta quinta-feira (10), no auditório do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT), campus Cuiabá. Aluna do 9º ano do Colégio Maxi, Luisa Kuymjian Belentani, de 13 anos, além de ganhar a Medalha de Ouro no estadual, ainda recebeu a Menção Honrosa na competição nacional, sendo a única mato-grossense na seleta lista. Já Júlia Helena Konisi Carneiro, de 16 anos, recebeu a Medalha de Bronze no estadual pela participação na competição. Na época das provas ela ainda estudava na Escola Chave do Saber. As duas fizeram questão de destacar que o sucesso na OBF deveu-se, em grande parte, ao apoio e incentivo do professor Marcos Ferreira, que compareceu para prestigiar o sucesso das alunas. “Ele ajudou bastante. Eu ia participar da olimpíada de Matemática, aí o professor avisou que ia ter a de Física e incentivou a gente a estudar”, lembra Luisa. “Eu sempre fui ligada em Matemática e Física por causa do meu professor. Ele mostrava as olimpíadas para a gente, os exercícios, me interessei por isso e resolvi fazer”, conta Júlia.   Marcos Ferreira também não escondia a satisfação de ver as alunas obtendo bons resultados tanto em nível estadual como nacional. Segundo ele, as escolas sempre incentivam os alunos a participar da OBF por entender que os benefícios são grandes para os estudantes. “A importância está no […]



Professores fazem recepção especial para alunos na volta às aulas

Os alunos da Escola Chave do Saber (ECSA) foram recebidos de um jeito inédito nesta segunda-feira (17), na volta às aulas para o segundo semestre de 2017. Sempre inovando e saindo do tradicional, onde só os alunos realizavam atividades, desta vez foram os professores que fizeram uma apresentação especial. A diretora Márcia Bezerra fez a abertura lembrando aos alunos que a escola esteve em funcionamento durante as férias deles para preparar mais esta etapa que se inicia. Em seguida, um coro formado pelos professores Marcelo, Helton, Andreia, Ana Paula, Deise, Loredana, Marcos e Ana Carla se postou à frente do público, formado por estudantes de diversas séries, e fez uma animada acolhida musical. Depois de cantar várias letras, os professores convidaram os alunos a abraçarem seus colegas, para que começassem o ano confraternizando-se, num clima de amizade e de companheirismo. Logo após, eles assistiram a uma apresentação de slides com alguns dos melhores momentos do semestre que passou, repleto de imagens de atividades extraclasse. “Todo início de semestre nós fazemos essa acolhida. Desta vez resolvemos inovar. Ao invés de só o aluno participar, todo o grupo de professores participou. Juntamos uma equipe e ensaiamos para receber bem os alunos”, explicou a Coordenadora Ana Carla Fanini, ressaltando que os alunos convidados são do 5º ao 9º Ano. Fonte: Pau e Prosa Comunicação Fotos: Pedro Ivo



Professores promovem 1ª Sessão de Leitura Simultânea no encerramento do semestre

Ser um cientista para criar coisas novas e poder ajudar as pessoas é o sonho do Pedro Henrique Cegatti, aluno do 2º Ano do Ensino Fundamental da Escola Chave do Saber (ECSA). Um dos degraus para alcançar esse objetivo é dedicar-se constantemente à leitura. Na tarde de sexta-feira (30), ele participou da primeira Sessão Simultânea de Leitura organizada pela escola para o encerramento do semestre. “Quando você lê, aprende várias coisas novas”, garante. Segundo ele, somente este ano, já leu dez exemplares. A história que escolheu na sessão tem o título “Sonho que brotou”, de Renato Moriconi. O autor sempre sonhou em ser desenhista e hoje, aos 33 anos de idade soma mais de 50 livros publicados. “Quis me inscrever nessa sessão porque fala dos sonhos que queremos realizar”, justificou Pedro Henrique. A pedagoga Julianne Muniz, coordenadora de ensino, explica que a atividade visa incentivar a leitura e integrar os estudantes de toda a escola. “É um projeto que envolveu alunos 1º ao 5º ano.  Cada professor selecionou um livro e os alunos se inscreveram na história que mais chamou a atenção. Além do incentivo à leitura, a atividade promove a integração dos alunos de diferentes turmas”. Os Três Ratos de Chantilly, de Alexandre Camanho, foi a história escolhida por Anne Vitória Oliveira, aluna do 2º ano do Ensino Fundamental. A história é sobre três ratos cegos, porém hábeis e capazes de enxergar as más intenções melhor do que aqueles que têm boa visão. “Eu gosto de histórias que passam bons exemplos”, diz a estudante, justificando porque […]



Jogos Interclasses da ECSA reúnem mais de 200 alunos

Os Jogos Interclasses da Escola Chave do Saber (ECSA), que tiveram na disputa os alunos do 6º ao 9º ano, nas modalidades de basquete e futsal, masculino e feminino, foram encerrados nessa quarta-feira (28 de junho). A competição reuniu mais de 200 alunos, em duas etapas, e contou também com a participação de professores e funcionários, que fizeram amistosos com as turmas do 9º ano. A professora de Educação Física, Ana Paula Gusman Amaral Souto, explica que os jogos do meio do ano têm um caráter mais amistoso, diferente dos que ocorrem no final do ano letivo, este sim os mais competitivos. O objetivo maior é proporcionar uma maior integração entre os alunos, estimular a prática esportiva e promover a recreação, elenca. Os benefícios, no entanto, vão além disso, ressalta a diretora da ECSA, Márcia Bezerra. A ideia, diz ela, é que esses torneios sejam realizados bimestralmente como uma forma de promover o desenvolvimento integral dos alunos. “Aqui não é só o corpo que eles estão desenvolvendo em determinadas habilidades físicas, mas é o controle, a interação, o respeito, a disciplina. São várias atitudes exercidas dentro de um contexto que eles levam como experiência para a vida. Fora que eles amam, é a parte que eles mais gostam”, frisa. Segundo ela, a ECSA quer promover o esporte como uma cultura, não importando se a pessoas vão se dedicar a ele profissionalmente ou como forma de promoção de qualidade de vida. “Tem muita criança com habilidade e tem criança que não tem habilidade, mas quer desenvolver, tem […]