O aprendizado de ciências no ensino fundamental terá muito mais êxito se, além da integração de disciplinas, houver uma preocupação em fazer com que o aluno consiga enxergá-las em seu cotidiano, em sua vida. É o que torna tão importante atividades como a Feira de Ciências e Arte (Feiciarte), que a Escola Chave do Saber (ECSA) realiza todos os anos.
Nesta, que é a 25ª edição da Feiciarte, os alunos de todas as séries, do maternal ao 9º ano, apresentam trabalhos dentro do tema “Saúde com Consciência”. Dessa forma, a escola exercita uma visão que vem desde o início da história da ECSA, há 31 anos, segundo a qual educar é mais do que transmitir informação e conhecimento. É um processo que busca o desenvolvimento intelectual, social, físico e moral do ser humano, a fim de integrá-lo socialmente e formá-lo como cidadão.
Os assuntos tratados, estão relacionados com a vida não só dos estudantes, mas de toda a sociedade. Os alunos do maternal e infantil até o 5º ano abordaram o tema sob o ponto de vista da saúde. Os trabalhos versam sobre questões como o excesso de açúcar nos alimentos industrializados, a poluição dos rios, insetos e jogos matemáticos e seus benefícios para o desenvolvimento cerebral.
O pessoal do 4º ano, por exemplo, baseou seus trabalhos no mosquito aedes aegypti, sua evolução, mutação, e as doenças que transmite, que vão da Febre Amarela ao Zica, passando por Dengue e Chikungunya, bem como os efeitos que causam ao ser humano, como no caso da Microcefalia. Já os alunos do 5º ano apresentam seus estudos com base noutra questão importante, que é a alimentação saudável. Do 6º ao 9º ano, os trabalhos têm como base os quatro elementos da natureza (água, terra, ar e fogo), um para casa série.
A professora Julianne Muniz, coordenadora dos trabalhos realizados pelos alunos da educação infantil e Fundamental 1 (até o quarto ano), conta que a feira apresenta o resultado de atividades que vêm desde o início do ano, em diferentes disciplinas. Ou seja, de forma integrada. Os materiais foram todos reciclados, alguns coletados e produzidos pelos próprios estudantes, o que trabalha também a consciência ambiental.
A professora Ana Carla Fanini, coordenadora dos trabalhos realizados pelos alunos do 5º ao 9º ano do Fundamental 2, explica que nesta edição todos os trabalhos foram desenvolvidos dentro da escola, com acompanhamento e orientação. E os participantes a partir do 2º ano, além de expor o que fizeram, farão a apresentação dos trabalhos para os visitantes.
O que: 25ª Feira de Ciências e Arte (Feiciarte) da ECSA
Quando: Sexta-feira (09), das 8h30 às 11h
Onde: Quadra poliesportiva da ECSA, na Praça do Saber (em frente a escola)
Foto: Lucas Ninno
Fonte: Pau e Prosa Comunicação
Informações: (65) 3664-3300 / (65) 98411-2104
Alunos, pais e professores da Escola Chave do Saber e do Colégio Maxi se juntaram para participar da 2ª edição do Fuzuê Caipira, realizado nesse sábado (3), com a presença de 1.800 pessoas, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá.
Além das danças típicas realizadas pelos alunos, os pais e professores apresentaram a quadrilha dos adultos. E as alunas do curso de Street Dance (formado por estudantes de várias turmas da ECSA) fizeram um número especial.
O cardápio misturou comidas típicas da região com as famosas guloseimas das festas juninas, como a Maria Isabel, Espetinho, Canjica e Curau, entre outros. Não faltaram nem mesmo as barracas de pescaria.
A mudança para o Centro de Eventos do Pantanal se mostrou acertada, pois o tamanho do local possibilitou juntar todos numa grande e animada festa.
Fonte: Pau e Prosa Comunicação
Alunos e professores do Colégio Maxi e da Escola Chave do Saber receberam com entusiasmo o primeiro programa de desenvolvimento humano que está sendo implantado na escola. Denominado de Rumo Certo, o objetivo é conscientizar e formar cidadãos conscientes de suas escolhas relacionados à saúde, sexualidade, além do uso de álcool e drogas.
Arthur Antunes Fernandes de Almeida é aluno do 2º ano do ensino médio do Colégio Maxi e aprovou a iniciativa. “Muitas vezes as famílias não se importam ou não trabalham essas questões com os filhos, então a escola deve sim discutir esse tema com alunos e fomentar a discussão”. Com apenas 15 anos, o estudante destaca que nunca consumiu bebeida alcoolica e que o ideal é a partir dos 18. “Nunca experimentei, prefiro fazer 18 anos e então resolver se vou ou não querer experimentar”, diz.
A apresentação ficou por conta do pós-doutor em psicologia pela Universidade de Washington, Raul Aragão Martins, e pela psicóloga e doutora na área Luciana Aparecida Nogueira da Cruz. Eles são autores do livro “Meus alunos estão bebendo! E agora?. Eles integram o Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral, que reúne profissionais das melhores universidades do país, como UNESP, UNICAMP, USP e UNIFESP e auxiliarão o Colégio na aplicação desse projeto.
O professor e coordenador pedagógico de Ensino Médio do Maxi, Carlos Roberto Leão, destaca que a escola não pode virar às costas para questões da sociedade. “Não há um muro entre escola e sociedade. Quando se fala em educação integral nos referimos o trabalho de todas as questões que envolvem o ser humano. Nossa expectativa é formar cidadãos mais concientes e ter o apoio dos pais nesse projeto”, pontua.
O Programa Rumo Certo será executado para alunos do 6º ano do Fundamental II ao 2º ano do Ensino Médio do Colégio Maxi e também para alunos do 9º ano do Fundamental II da ECSA.
Fonte: Pau e Prosa Comunicação
A escola é um dos primeiros ambientes fora de casa onde a criança amplia seus laços de relacionamento, conhece novas regras de convivência, aprende a respeitar o diferente e faz laços eternos de amizade. Nem sempre o processo é simples. Na Escola Chave do Saber, a psicóloga e psicopedagoga Camila Gonçalves auxilia essa aproximação dos estudantes com os professores, com a direção e com os pais da escola.
De acordo com a profissional, o papel do psicólogo na escola é essencial para trazer um olhar mais humanizado ao ambiente. “Ele enxerga as crianças de forma individualizada e trabalha as dificuldades das relações e de aprendizagem. Então é um trabalho de orientação em que o psicólogo orienta professores, coordenação, direção e alunos, no sentido de ajudar os estudantes que têm dificuldade de aprendizado ou dificuldade de relacionamento, como tornar as aulas melhores, levando em conta as diferenças dos alunos em sala de aula”, explica.
A Escola de Pais, por exemplo, é um projeto de responsabilidade de Camila e que foi implantado no semestre passado com objetivo de aproximar os pais do ECSA. “São rodas de conversa com os pais onde atuo como facilitadora, e discutimos tópicos de interesse dos pais, sugeridos por eles. São feitas orientações, dicas de como melhorar o relacionamento dos pais com os filhos, a aprendizagem do aluno e formas de acompanhar as atividades”, detalha.
Outro projeto é Escola Democrática, implementado este ano na ECSA, com o objetivo de dar voz aos alunos, para que possam expor suas opiniões sobre o que ocorre na escola, num bate papo sem censura. “Queremos promover a convivência democrática no colégio, prevenido conflitos, estreitando relacionamentos e solucionando crises. “Eles trazem assuntos que acham importante sobre qualquer assunto. Eu fico mediadora e os próprios alunos discutem e buscam soluções.
Com os professores, a metodologia é semelhante, com a mesma dinâmica, sempre com objetivo de promover um lugar onde todos possam conviver com respeito e ética.
“É uma necessidade que o educador entenda a criança e o adolescente com quem trabalha e que reflita sobre sua atuação no sentido de favorecer um cenário de educação comprometido com a realidade atual”, destaca a diretora geral da ECSA, Marcia Bezerra.
No programa Escola Democrática os alunos são os protagonistas. Bimestralmente são escolhidos alunos das salas do fundamental I e II que juntos discutem assuntos de interesse coletivo: melhorias na escola, conflitos pessoais, disciplina, entre outros. O objetivo é buscar soluções e permitir a interação, através das assembleias realizadas com colegas de outras salas. As sugestões e resoluções são passadas para equipe pedagógica da escola, que avalia e valida as ações.
Fonte: Pau e Prosa Comunicação
Com consciência, veracidade e criticidade, os professores do Ensino Fundamental da Escola Chave do Saber (ECSA) iniciaram a conversa sobre o descobrimento do Brasil, conceituando e criando um paralelo com o termo “descobrimento”, por meio da leitura compartilhada do livro “De onde você veio”.
O assunto foi contextualizado e abordado dentro da realidade dos povos indígenas do passado e dos dias de hoje. Contemplando assim, a valorização e o respeito às diferenças.
Os alunos puderam assistir alguns vídeos sobre a presença dos indígenas no contexto histórico da formação do povo brasileiro e quais contribuições e influências podem ser destacadas. A turma do 4º ano ainda fez uma apresentação com a música Pindorama.
“Dia do índio e Descobrimento do Brasil foram trabalhados de forma correlacionada e através de questionamentos que proporcionaram aos alunos algumas comparações e reflexões: De onde viemos? Que povo habitava o Brasil na época da chegada dos portugueses? Como estão os índios nos dias atuais, sua cultura, costumes e tradições?”, explicou a diretora geral da ECSA, Marcia Bezerra.
Como atividade experimental, algumas séries realizaram o “escambo de livros” troca que acontecia no contexto da exploração do pau–brasil. “Nosso objetivo aqui foi incluir a leitura, como atividade prazerosa e espontânea, além de proporcionar a interação social”.
Fonte: Pau e Prosa Comunicação
Alunos do Colégio Maxi e da Escola Chave do Saber aguardam com grande expectativa os resultados da 20ª edição prova da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Participaram 30 estudantes do 6º ao 9º ano das duas instituições com orientação do professores de matemática, física e química. Além das provas teóricas, a participação envolveu a construção de um foguete, feito pelos alunos a partir de duas garrafas pets e que foi enviado para o espaço. Os nomes dos vencedores saem em setembro.
De acordo com Marcos Ferreira, professor de matemática e responsável pela atividade, a Olimpíada é um evento que ocorre todo ano e há quatro a ECSA participa. Neste ano, o Maxi também ingressou na competição. “Começamos o projeto no início do bimestre. O primeiro passo foi a construção de um foguete e segundo foi a prova, que envolveu cálculo, dinâmica física e matemática básica”, explica o orientador.
O professor conta ainda que o objetivo principal é instigar o pensamento científico nos alunos através de conceitos como os de astronomia, física e robótica, de forma lúdica e descontraída, complementa.
As provas da OBA ocorreram em 19 de maio e eram formadas por dez perguntas, sendo sete de astronomia e três de astronáutica, de múltipla escolha e dissertativas. Já o foguete foi feito com materiais recicláveis. “Para decolar o objeto, usamos como combustível somente água e ar, comprimido por uma bomba manual de encher pneus de bicicletas”, detalha Marcos.
O disparo foi no Parque das Águas na última sexta-feira (19). Miguel Sousa Ferreira, aluno do 7º ano da Escola Chave do Saber, contou que não imaginaria que o objeto subiria tão alto. “No início tivemos alguns erros técnicos, mas isso fez a gente repensar, fazer novamente e chegar num resultado legal. Foi incrível, pra ter uma ideia, o foguete alcançou a altura da metade de um prédio”, garantiu. Completou que a experiência foi enriquecedora e reforça seu desejo de ser astrônomo, quando crescer.
A aluna Luisa Kuymjian Belentani, de 13 anos é veterana em participarão em Olimpíada Escolar. No ano passado, a aluna foi destaque na Olimpíada de Física, sendo a única classificada da série dela, na terceira fase das provas. “Vou receber este ano uma medalha e um certificado de honra por ter alcançado esse resultado”, contou. Sobre a Olimpíada de Astronomia e Astronáutica, Luisa segue confiante. “Fomos muito bem no disparo dos foguetes, penso que vamos sim alcançar uma boa colocação”, avalia.
A prova
A olimpíada é dividida em quatro níveis – os três primeiros são para alunos do ensino fundamental e o quarto, para os do ensino médio – e a prova é composta por dez perguntas: sete de astronomia e três de astronáutica. A maioria das questões é de raciocínio lógico. As medalhas são distribuídas conforme a pontuação obtida por cada nível. Neste ano, foram cadastradas cerca de 13 mil escolas com uma média de de 800 mil participantes.
Fonte: Pau e Prosa Comunicação
Uma manhã de sábado repleta de ação, música e gostosuras marcou o Dia das Mães deste ano da Escola Chave do Saber (ECSA). O evento, realizado no dia 13 de maio, no ginásio de esportes e na Praça do Saber, contou com apresentação musical, atividades para desenvolvimento de habilidades físicas, artísticas e de raciocínio lógico, cantinho de jogos, lanche em formato de Piquenique, todos com a participação das famílias.
“É a primeira que fazemos para as mães neste formato. E a nossa proposta é uma interação mesmo entre as mães e seus filhos, uma proximidade que transforme essa relação cada vez mais numa relação tranquila, amorosa e de trocas”, explicou a diretora do ECSA, Márcia Bezerra. Segundo ela, outra intenção é fazer as mães viverem um pouco do universo do filho, um tempo que é necessário para o desenvolvimento das crianças, onde ambos podem escolher o que querem fazer, juntos, entre as várias opções oferecidas.
“Estamos promovendo um resgate, dando um bom exemplo, e com toda certeza de que vai colher bons frutos”, acrescentou a diretora, referindo-se à utilização da Praça do Saber, reformada pela ESCA. “Ela está totalmente pronta para receber as pessoas. Quem sabe, mesmo sem eventos, a gente consiga envolver a comunidade, fazer com que utilize mais este belo espaço”, ressaltou.
Atividade aprovada
Pais e alunos aprovaram o formato. Para Maria Eugênia, mãe da Maria Clara, do 1º ano matutino, é uma maneira diferente de comemorar o Dia das Mães com os filhos. “Todo ano é só uma apresentação e este ano a gente teve mais tempo de ficar com os filhos. Fizemos todo o circuito”, garantiu. “Achei muito legal”, elogiou Maria Clara.
Anacreta Vitorasso, mãe da Maria Carolina e da Ana Luíza, também elogiou a possibilidade de fazer atividades com as filhas. “É muito bom. Elas estão se divertindo muito. Até o pai veio preparado para a atividade”, contou. “É uma coisa diferente de todos os anos. A gente sempre fazia uma apresentação, agora faz as atividades com as mães, então é melhor. A gente pode interagir com as mães”, frisou Maria Carolina.
“É bem participativo, as crianças se divertem, os pais também”, reforçou Vanessa de Araújo, mãe do Daniel e do Davi Rodrigues. “Ficou uma manhã bem divertida, diferente dos outros anos. Tem várias atividades que todos podem fazer, e os pais também acabam vindo. É Dia das Mães, mas os pais acabam participando”, festejou.
Fonte: Pau e Prosa Comunicação
Debater temas como bulying, intolerância, respeito e cidadania são alguns exemplos do que rola nas rodas de conversas de líderes de turma do Ensino Fundamental da Escola Chave do Saber (ECSA). Chamado de Escola Democrática, os bate-papos são levados a sério pelos participantes, que ao fim, fazem sugestões de ações para solucionar os conflitos e promover mais harmonia no ambiente escolar. Os encontros são feitos a cada 15 dias com a presença de uma mediadora que norteia os participantes.
De acordo com Camila Gonçalves, psicóloga e psicopedagoga responsável pelas reuniões, são debatidos todos os tipos de assuntos, sugeridos pelos próprios alunos, numa urna que fica a disposição na escola. “Eles escrevem o tema num papel, colocam na urna e o mais escolhido vira pauta. Pode ser problemas de sala de aula, da escola, de relacionamento com algum professor ou amigo etc”, explica.
São sempre duas assembleias por mês. Participam os representantes de turma, escolhidos em eleição pelos próprios alunos. Uma reúne estudantes do segundo ao quinto ano e outra do sexto ao nono. Renan Kaike Soares da Silva, de 9 anos e aluno do 4º ano ‘A’, conta que a troca de experiências com os colegas é muito válida. “Eu gosto de participar, conversamos sobre tudo. Meus amigos de sala, por exemplo, me pediram pra falar hoje sobre os coletores de lixo, no parque em frente ao colégio, porque não tem”. As sugestões e resoluções são passadas para equipe pedagógica da escola, que avalia e valida as ações.
No programa Escola Democrática os alunos são os protagonistas. “É uma necessidade que o educador entenda a criança e o adolescente com quem trabalha e que reflita sobre sua atuação no sentido de favorecer um cenário de educação comprometido com a realidade atual” pontua a Márcia Bezerra, diretora da instituição.
Luís Felipe Ferreira Rosa é aluno do 5º ano ‘B’ e confessa que se candidatou para ser representante de turma porque gosta de falar, de expor as ideias. “Sou muito comunicativo, gosto de falar sobre os problemas de turma, de tudo que está acontecendo na escola e que pode melhorar”, diz o garoto de apenas 10 anos de idade e que pretende ser médico.
Fonte: Pau e Prosa Comunicação
A cultura cuiabana foi homenageada de diferentes formas pelos alunos da Escola Chave do Saber (ECSA) na manhã desta sexta-feira (07). A atividade foi alusiva ao aniversário de Cuiabá, que completa 298 anos no dia 08 de abril, e realizada pelos estudantes do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, dos períodos matutino e vespertino.
A programação foi aberta com a apresentação de flauta da música “Pixé”, famosa na voz do artista Pescuma, pelos alunos do 4º e 5º ano. Logo depois, cantaram a letra do poeta José Inácio da Silva, eternizado como o folclórico Zé Bolo Flô, “Eu sou de Cuiabá”, nas versões em português e inglês.
Já o tradicional rasqueado “Sobrancelha de Veludo” recebeu uma coreografia diferente, pelos alunos do 1º ano, que reuniu passos das danças de rasqueado e do siriri. O encerramento foi feito pelos estudantes do 2º e 3º anos, que capricharam na interpretação da canção que traz o refrão “ O sol ta quente pra daná…ta ta ta…O calor ta de matá…..ta ta ta… Prá refrescar oi pra refrescar oi… Vou me banhar nas águas do Cuiabá” e surpreendeu os espectadores.
Ana Luiza Azevedo, aluna do Colégio Chave do Saber (ECSA) homenageou junto com os colegas de turma, a capital mato-grossense, interpretando a música “o Sol tá quente pra daná” do compositor Moisés Martins. “Cuiabá é uma cidade linda, merece essa homenagem”.
O gerente de política agrícola, Frederico Azevedo, e pai da pequena acompanhou e ficou muito feliz com a participação da filha e pela iniciativa do colégio. “Essa atividade é muito importante para as crianças, pois além de promover o conhecimento histórico de Cuiabá, desenvolve o gosto pela cultura local e até dons artísticos”, comentou.
Professora de música há 22 anos, Rosimeire Silveira, foi a responsável pela preparação da garotada. “Fizemos um apanhado de músicas cuiabanas e os próprios alunos escolheram as canções”, disse. Para ela, a dedicação dos alunos foi espetacular e o saldo foi muito positivo. “É maravilhoso e gratificante esse resultado, desperta uma emoção que explode no coração da gente”, disparou.
“Foi uma homenagem muito linda, através da música, da dança e da expressão criadora valorizamos nossa cidade. Focamos no aniversário de Cuiabá para realizar atividades práticas para a aprendizagem do aluno. É muito mais que estudar sobre a história da formação da cidade, é principalmente fazer uma retrospectiva do início até o momento de hoje”, destacou a diretora pedagógica da ECSA, Márcia Bezerra.
Fonte: Pau e Prosa Comunicação
“É fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer”, essa frase do filósofo Aristóteles resume o conceito do FAB LAB, que está disponível para os alunos do Ensino Fundamental 2 da ECSA. Nesse programa, os alunos aprendem conceitos e os aplicam na prática e em pesquisas, para encontrar soluções para problemas do dia a dia.
Os estudantes podem partir para o desenvolvimento de projetos de engenharia ou para pesquisas científicas, de acordo com o problema escolhido. Nesse programa, os professores não dão respostas e sim estimulam os alunos a buscarem saídas para os obstáculos, através da tentativa e erro.
“Utilizamos uma abordagem multidisciplinar, que estimula as habilidades necessárias para o profissional do século 21. Essa atividade auxilia no desenvolvimento do senso crítico, de liderança, de cooperação, de responsabilidade social e empreendedorismo”, explica o coordenador do programa, professor Roger Bartlo.
O “Movimento Maker” surgiu na década de 70 nos Estados Unidos, como uma extensão mais tecnológica e técnica da cultura “faça você mesmo” (do it yourself, ou DIY, em inglês). Essa cultura se baseia na ideia de que pessoas comuns podem construir, consertar, fabricar e modificar os mais diversos objetos, para utilizações cotidianas.
As aulas do FAB LAB começam em abril, no Colégio Maxi, e serão realizadas duas vezes por semana, com duração de uma hora cada. As inscrições estão abertas e podem participar alunos do 6º ao 9º ano.
Fonte: Pau e Prosa Comunicação
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