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Um dos autores infantis mais reconhecidos e traduzidos mundialmente, Illan Brenmer esteve por quase três horas com pais de alunos da Escola Chave do Saber para uma conversa sobre o tema “Quem tem medo de lobo mau?”, uma reflexão sobre o politicamente correto na literatura. O papo fluiu entre a atual censura às histórias consideradas “politicamente incorretas” e o que representa o momento de leitura na relação entre pais e filhos e no desenvolvimento emocional e criativo das crianças.

Illan Brenmer é educador e psicólogo, nascido em Israel e naturalizado brasileiro, pais de duas meninas e filho de argentinos. Em tempos de euforia das crianças por aparelhos eletrônicos, ele sugere a leitura como um momento de fortalecimento do vínculo afetivo entre pais e filhos. “A maior dica para os pais equilibrarem o mundo digital com o mundo real é reservar um tempo da vida para ler boas histórias para os seus filhos”, afirmou.

“A história de papel tem a ver com vínculo, com estar junto. Se você quer que seu filho tenha lembranças bacanas, que ele tenha um momento especial no dia, leia para ele. O livro tem a ver com vínculo entre quem lê e quem ouve. Nos aparelhos eletrônicos, a luz vem da tela. No livro, a luz vem de dentro da cabeça da criança que imagina a história”. Ainda segundo Illan, essas sensações criam lembranças profundas de carinho, de proximidade e de emoção.

Sobre a onda de censura as histórias tradicionais da literatura infantil, em especial as brasileiras, Illan fala sobre o perigo que essa limitação de temas causa no campo da imaginação e da criatividade das crianças. Colocar as crianças em contato com bons livros sobre temas diversos e pensados para elas é proporcionar a oportunidade de elas vivenciarem emoções no campo da imaginação contribuindo para que elas sejam capazes de extrapolar as situações que se apresentarem ao longo da vida, apurar seu senso crítico e continuar a mediar seus conflitos internos com a ajuda inestimável das histórias”.

“As crianças quando crescerem e lembrarem do passado, eles não vão lembrar do 15º par de tênis que os pais compraram, do 10º tablete que ganharam porque ele vai se tornar obsoleto em seis meses. Mas ela vai lembrar e vai ficar emocionada com as recordações do mundo das histórias. E é isso que fortalece as relações: a memória é a coisa mais importante da vida”, avalia o autor.

Pais de duas gêmeas de oito anos e um menino de 5, Antônia e Wilson Novais acompanharam atentos a palestras e compartilharam a vivência em casa de situações semelhantes à de um dos livros do autor, quando as filhas gêmeas disputavam a atenção do pai.

Para Wilson Novais, a fala do autor reforça o valor da leitura e a necessidade de criar laços mais firmes com os filhos e conviver de forma adequada, apresentando no momento certo da vida o que eles podem ter contato sem superproteger. “Estamos correndo sério risco de criar uma geração de adultos frustrados, inseguros e que não tiveram oportunidade no seio da família, por meio da boa literatura, entrar em contato com o controverso, com o feio, com o desagradável e às vezes com fatos reais que a vida vai impor a eles”, Wilson Novais.

Para a escolha dos livros, o autor sugere que os pais, sempre que couber no orçamento familiar, oportunizem às crianças as próprias escolhas, mas que os pais também adquiram obras de qualidade, com boas histórias. E se o orçamento permitir apenas uma opção, que o livro seja escolhido pelos pais.

 

  

Alunos visitam creche para entrega de donativos

Alunos da Escola Chave do Saber (ECSA) viveram, nesta quinta-feira (19), uma experiência diferente: participaram da entrega de alimentos, brinquedos e materiais de limpeza para a creche Espaço Livre, no bairro Araés, em Cuiabá.

O momento foi de interação e descobertas por parte dos alunos. “Os alunos visitantes ficaram admirados em como as crianças da creche se comportavam bem durante o lanche que foi servidor, contou orgulhosa a diretora da Creche Espaço Livre,

Na expressão de cada um dos alunos, a certeza de estarem vivenciando uma boa ação. “Eu me senti muito bem e fiquei feliz porque eu vi que estava ajudando outras pessoas”, Bianca Cortes Tamashiro, de 9 anos, do 4º ano.

Camila Gonçalves, coordenadora pedagógica, explicou que o principal objetivo da gincana foi arrecadar alimentos “para estimular a solidariedade, caridade e amor ao próximo”. Além dos alimentos, foram arrecadadas roupas, brinquedos e artigos de higiene pessoal.

Os donativos foram arrecadados durante a gincana que teve o tema “Doe um pouco e ajude muitos”, que conseguiu cerca de 200 caixas de leite longa vida, 200 fardos de arroz e feijão e 100 sacolões.

 

Gincana ECSA é encerrada com entrega de donativos a entidades beneficentes

 

A Equipe C (branca) foi a grande vencedora da XXXI Gincana da Escola Chave do Saber (ECSA), encerrada nesta quarta-feira (11 de outubro), na quadra de esportes. A solenidade, que contou com a premiação das equipes e apresentação de alunos do Karatê, modalidade que ocorre na instituição e é coordenada pela academia Shotokan, teve a participação de representantes das entidades que receberam os donativos arrecadados durante a competição.

De longe a mais animada, a Equipe C ficou bem à frente das outras, com 193.020 pontos. O resultado foi obtido graças ao entrosamento, a alegria e boas estratégias, explica Davi Freitas Maciel, do 6º Ano A. “A gente começou pegando um pouco de dinheiro de cada um. Se todo mundo doasse um pouquinho, a gente conseguiria comprar em grande escala e ganharia mais pontos. Procuramos os lugares mais baratos para comprar e assim conseguimos mais”, revela. Eles criaram inclusive um grupo de Whatsapp para dinamizar a comunicação.

Tudo foi bem pensado também nos esportes. “No basquete numerado, pegamos os melhores que tínhamos, os mais altos, aqueles que tinham talento para o esporte”, conta. A preocupação se estendeu ainda à torcida, pois sua animação contava pontos na competição. A estratégia, segundo ele, foi não perder a animação em nenhum momento, inibindo assim as outras torcidas.

O quadro de resultados teve ainda a Equipe D (azul) em segundo lugar, com 164.199 pontos; a Equipe B (laranja) em terceiro lugar, com 104.794 pontos; e a Equipe A (vermelha) em quarto lugar, com 83.833 pontos.

Incentivo ao esporte

O encerramento da XXXI Gincana da ECSA foi marcado por apresentação de alunos que fazem Karatê na escola. Entre eles estava a campeã Emanuelly Pereira de Souza Lima, do 6º ano A. Com 12 anos de idade e oito anos dedicados ao esporte, ela acumula nada menos que 63 medalhas e está relacionada para participar do Campeonato Panamericano de Karatê Tradicional que ocorre em novembro, em Lima (Peru).

Ela conta que sempre gostou de Karatê e que o apoio da ECSA está dando a oportunidade de poder se dedicar ao esporte e de participar de competições dentro do Brasil e, agora, no exterior também. “Estou treinando todos os dias, de segunda a segunda, porque está faltando um mês e a gente tem que treinar mais para chegar lá e fazer uma boa apresentação”, salienta Emanuelly, que sonha em chegar a uma Olimpíada.

 

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

 

Dia das Crianças com hambúrguer gourmet na Escola Chave do Saber

O Dia das Crianças na Escola Chave do Saber (ECSA) foi comemorado como elas gostam, mas com o cuidado que já virou marca da instituição. Nesta terça-feira (10 de outubro), elas puderam comer hambúrgueres, mas os artesanais, no estilo gourmet. Os alunos, claro, aprovaram o cardápio especial para quebrar um pouco a rotina.

A diretora da ECSA, Márcia Bezerra, explica que a ideia foi escutar os alunos e oferecer a eles algo que não têm no dia a dia e que gostam muito. “Eles comem isso fora da escola, mas aqui oferecemos com o nosso cuidado, nosso diferencial também. Por que não oferecer dentro da escola? Você deixa eles satisfeitos, com uma alimentação boa, de qualidade, e dentro da perspectiva de que estamos comemorando o Dia da Criança de uma forma diferente”, ressalta.

O resultado pode ser visto nos semblantes das crianças. “O que eu percebi é que aqueles que não quiseram experimentar no Dia do Estudante estavam muito eufóricos para experimentar agora”, salientou a diretora. Os hambúrgueres gourmet, frisa Márcia, também foram oferecidos aos professores e funcionários da ECSA.

Com a palavra, os alunos

“Estudo aqui há nove anos e nunca teve isso. Não como muito isso daqui, mas o da escola é um dos melhores”, elogiou Maria Carolina, do 5º ano. “Estou adorando. Esse hambúrguer é muito melhor que o do ‘Mc’. É um jeito muito legal de comemorar o Dia das Crianças”, disse Vitória Guedes, do 5º ano B.

Para Heitor Oliveira Raes, do 4º Ano A, o único problema foi não ter conseguido pegar um dos primeiros lugares da fila. “Estava no final da fila, imagina a demora que foi”, brincou. Mas, no final das contas, foi compensador: “eu como raríssimas vezes em casa e este está muito bom”. Já Renan Soares da Silva, 4º Ano A, foi bem rápido. “Cheguei primeiro. Saí correndo, estava morrendo de fome. Fiquei animado porque é a primeira vez que eu como hambúrguer na escola”, comemorou.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

 

Escola Chave do Saber realiza XXXI Gincana

A Escola Chave do Saber (ECSA) abriu oficialmente nesta sexta-feira (6 de outubro) a XXXI Gincana. O evento, que conta com a participação de alunos de todos os anos, é uma tradição que vem desde os primórdios da instituição. Com o lema “Doe um pouco e ajude muitos”, seus objetivos aliam o incentivo à prática esportiva e às ações solidárias.

Dezenas de alunos, da educação infantil ao 9º ano, participaram da abertura oficial, realizada durante a manhã, na quadra de esportes. Divididos em quatro equipes, eles desfilaram e participaram da solenidade, que contou com a entrada das bandeiras (do Brasil, Mato Grosso e da ECSA), execução do Hino Nacional Brasileiro, volta olímpica com a tocha e o juramento do atleta. Houve ainda apresentações de dança (Street Dance e coreografia criada pelas alunas do 9º Ano).

Coordenada pela professora Ana Paula Gusman Amaral Souto, a Gincana da ECSA, além de seu aspecto pedagógico, recreativo e lúdico, possui também o lado solidário, social e sustentável. Uma das provas é filantrópica e prevê a arrecadação de gêneros alimentícios que beneficiarão entidades filantrópicas de Cuiabá, traduzida na hashtag #orgulhoemsersolidario.

De acordo com Ana Paula, o principal objetivo da gincana é despertar o sentimento e a ação de cooperação, solidariedade e união, possibilitando, dentro e fora da escola, a formação do caráter, espírito de cidadania e a cultura da paz entre alunos, pais, equipe ECSA e sociedade em geral.

A XXXI Gincana ECSA foi iniciada no dia 2 de outubro, quando começaram a ser arrecadados os donativos. Prossegue até o dia 11 de outubro, quando será feita a premiação das equipes. A quantidade de produtos alimentícios obtida também conta na pontuação. A equipe que obtiver maior quantidade/dia de donativos receberá um bônus de 250 pontos por dia.

Entre os dias 16 e 20 de outubro as turmas do 2º ao 5º ano irão fazer as entregas dos produtos arrecadados às instituições.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Nutróloga fala sobre importância da boa alimentação aos alunos da ECSA

A nutróloga Carolina Jacobs proferiu palestra aos alunos do 9º Ano da Escola Chave do Saber (ECSA) nesta terça-feira (3 de outubro), dentro do Programa Rumo Certo. A ação, que envolve também o Colégio Maxi, busca promover a autopercepção e o autocuidado para a promoção da saúde e qualidade de vida dos jovens. Neste caso, ela falou sobre alimentação saudável, um dos eixos principais do programa.

A especialista explicou que existe um tipo de alimentação ideal para cada fase da vida, especialmente para a de crescimento, como a dos alunos participantes. Segundo Carolina, é preciso que haja um equilíbrio e uma preocupação com os nutrientes necessários, tanto para o desenvolvimento físico, como mental. O ideal, disse ela, é basear a dieta em uma variedade que inclua frutas, legumes, proteínas e carboidratos.

Ressaltou a importância de não “pular” refeições principais como o café da manhã, muito importante para quem faz atividades no período matutino. Também ressaltou que não há necessidade de radicalismos, como abolir totalmente as chamadas “fast foods”, mas procurar comer alimentos naturais e mais saudáveis sempre em maior quantidade. Falou ainda sobre a importância de ingerir água regularmente e comer devagar e conscientemente.

A nutróloga salienta que o adolescente precisa do máximo possível de informações, claras e principalmente voltadas a uma alimentação saudável. Há uma pressão muito grande, envolvendo a publicidade, pelo consumo de produtos industrializados e “fast foods”, lembra. “A propaganda sempre mostra uma família muito feliz, um corpo saudável, um físico voltado para o ideal que é propagado, e com isso consegue ganhar clientes e adeptos”, alerta.

Carolina gostou da participação dos alunos, que fizeram muitas perguntas. “Fiquei bastante feliz, foram perguntas boas, coerentes. A participação deles foi ótima. Esse assunto sempre desperta interesse. A questão é que nessa idade muitos deles ficam com vergonha de perguntar”, lembra.

Os estudantes também elogiaram a oportunidade. “Achei a palestra interessante porque ela mostra o que temos que fazer para ter uma boa alimentação e nos mantermos saudáveis de uma forma que não seja repreensiva, sem ter que cortar, por exemplo, um fast food, que todo mundo no dia a dia acaba comendo”, analisou Lucas Barden Roewer.

Para Gustavo Henrique Kohn de Oliveira Lima o assunto hoje é bastante debatido, inclusive dentro da escola, mas nunca é demais retomá-lo, pois sempre há uma informação nova ou uma dúvida que precisa ser sanada. “Costuma ser diferente todas as vezes. É bom quando tem essa abertura no final para as perguntas. Porque às vezes você não tem uma dúvida no começo, quando é pequeno, porque ainda não estudou sobre o assunto”, disse.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

 

 

Feira do Livro do ECSA estimula criatividade dos alunos

Evento tradicional do calendário cultural da Escola Chave do Saber (ECSA), a Feira do Livro, que vai até este sábado (30 de setembro), mobiliza professores, alunos de todos os anos e familiares em torno da literatura. A publicação, na verdade, serve como estímulo para que os estudantes façam um exercício interessante de criatividade.

Os alunos aproveitaram bem a oportunidade. Marcelo Alves Alencar Reies, do 5º ano, fez um trabalho sobre invenções. “Gosto de criar coisas. Acho a feira legal porque a gente pode expressar nosso pensamento. É muito importante porque a gente vai aprendendo com os livros”, disse. Manuela Issa, do 5ºA, também gostou do tema. “Porque a gente pode criar e o trabalho que a gente fez é um robô que pode fazer tudo o que você quiser”, justificou.

É um momento de interação em que eles mostram o que fizeram aos colegas e matam a curiosidade em relação ao que aos outros criaram. “Eu acho a feira muito legal porque a gente pode ver o trabalho de todo mundo, ver a criatividade de cada uma das crianças.  O meu trabalho foi sobre a extinção da Arara Azul, como vivem, essas coisas”, informou Abdo dos Santos Carauer, do 5º B.

Os pais também gostaram do que viram e elogiaram a iniciativa da escola. “É prazeroso ver a criatividade dessa meninada aflorando. O esforço deles saindo do trivial, de simplesmente ler para realmente fazer”, opinou Amaro César Castilho, pai do Felipe (2º ano) e do Heitor (4º ano). Alfredo da Mota Menezes, avô do Miguel (pré) e da Maitê (2º), orgulhoso pelo fato dos netos já saberem ler, também enalteceu a atividade. “Tem que ter o extracurricular, o extraclasse. Não pode ficar só dentro de sala de aula. Tem que ter um percentual além da sala de aula”, valorizou.

A diretora da ECSA, Márcia Bezerra, explicou que a Feira do Livro foi disposta em três dias, com o final no sábado justamente para que haja visitação tanto dos alunos como das famílias deles. “O objetivo maior dela é envolver, estimular, despertar essa força criadora da criança em relação ao que ela pensa, diz e escreve”.

Segundo ela, surpreendeu também o destaque que os alunos deram às ilustrações. “O livro realmente está sendo sugado. Ele está sendo entendido, compreendido através da sua escrita formal, mas ele também está sendo interpretado pelo que não é escrito, pelos desenhos, os registros de várias outras maneiras de expressão”, comemorou.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

 

Inglês Red Balloon será aberto para alunos até o 9º ano

Aos 6 anos, Ana Vitória, aluna da pré-escola, fala com a desenvoltura de gente grande e o encantamento de criança. Ela se apresenta, diz a idade, a série em que estuda, fala o nome de todas as cores, conta qual é a sua predileta e a dos colegas também. O mais interessante de toda essa cena, que poderia até ser típica do ambiente escolar, é que o bate papo foi todo em inglês e que essa é uma prática comum para os alunos que cursam inglês nas turmas da Red Ballon.

As aulas de inglês com a metodologia Red Ballon são oferecidas para alunos desde o Jardim I e, a partir de 2018, serão abertas novas turmas para atender à demanda até o 9º ano. Para o novo ano, as aulas serão realizadas em horário estendido da grade regular, das 11h50 às 12h50, para os alunos da manhã; e das 17h50 às 18h50, para os alunos da tarde.

A coordenadora pedagógica do projeto Red Ballon In School, Daniele Hounsell Breier,   explica que a desenvoltura dos alunos é possível graças a metodologia de ensino que usa da máxima interação dos alunos com a língua inglesa, de acordo com a faixa etária da turma. “O aprendizado é resultado da metodologia aplicada e do compartilhamento do conhecimento que é feito com o coração”, conta Daniele com um sorriso largo no rosto de orgulho dos alunos.

O projeto Red Balloon In School está presente em cerca de 40 escolas de todo o Brasil e foi criado especialmente para funcionar dentro de um colégio, aproveitando a estrutura existente com a garantia de ensino e aprendizagem e respeito ao objetivo da Escola Chave do Saber, que é promover um ensino de qualidade.

 

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Escolinha de Futsal da ECSA estreia na Copa da Juventude

A equipe de futsal da Escola Chave do Saber estreou ontem na Copa da Juventude e apesar do resultado negativo dentro de quadra, os alunos apresentaram ótimo desempenho. Uma das premissas mais importantes do esporte é aprender a competir e vencer obstáculos, por isso a equipe já levantou a cabeça e está animada para os próximos desafios.

A derrota de 4 a 2 para a Escola Estadual Tancredo Neves foi um aprendizado. O professor relatou que partiu dos próprios alunos a iniciativa de “aprender com os erros e buscar melhorar para próxima partida”.

A Escolinha de Futsal da ECSA funciona há mais de 15 anos, mas esta é a primeira vez que participa de torneios oficiais. O professor Túlio Fernandes conta que o objetivo é proporcionar a experiência de uma competição, além de motivar os alunos no mundo esportivo.

Túlio conta também que quando inscreveu a equipe para participar da Copa da Juventude não pensou em chegar à final. O grupo aguarda ainda poder participar de novas competições como o Unicuia, organizado pela Prefeitura de Cuiabá. Porém, ainda não há uma definição se o torneio ocorrerá este ano.

Os alunos que participam da Copa da Juventude estão na faixa etária de 12 a 13 anos. Porém, a escolinha recebe alunos dos 8 anos em diante.

A competição é uma realização da TV Centro América e Federação Mato-grossense de Futsal e é uma das competições mais importantes do futsal de base.

Alunos de três escolas trocam experiências em laboratório de criatividade e robótica

Os alunos dos Colégios Maxi e ECSA que integram o FabLab receberam a visita interativa da equipe de robótica do Sesi Escola para uma tarde de troca de experiências e de aprendizado dos laboratórios de criatividade. Os dois laboratórios, o FabLab dos Colégios Maxi e ECSA e o laboratório de robótica do Sesi Escola, utilizam metodologias distintas para chegar a denominadores comuns: soluções para problemas do dia a dia.

Os alunos da ECSA e do Maxi apresentaram os projetos realizados ao longo do ano para a construção de soluções econômicas e sustentáveis, como elevador hidráulico, aparelho de ar condicionado, carregador de celular, sistema de iluminação e de circulação de ar. Os alunos do Sesi apresentaram projetos que utilizaram conceitos de robóticas e robôs montados com peças e com a metodologia Lego.

“O objetivo principal é incentivar a criatividade e promover ideias inovadoras”, explica a coordenadora do FabLab, Jaqueline de Vecchi Seviero, que também é diretora de Orientação Educacional do Maxi. Ela ressalta que o Colégio Maxi é a primeira escola de Mato Grosso a implantar um laboratório Fab Lab.

De acordo com Roger Henrique Bartlo, professor do FabLab, por meio das atividades desenvolvidas no FabLab os alunos têm a oportunidade de viver a experiência da resiliência e da persistência. Com as atividades de fazer, construir, pensar, consertar, os alunos exercitam a criatividade e a interação com o mundo, mas os resultados vão muito além. “No conceito do FabLab, não existe erro, existe processo e aprendizado em cada experiência”, afirma Roger.

Ediney de Brito Júnior, conhecido como professor Fenômeno pelos alunos do Sesi, explica que a metodologia da robótica proporciona a oportunidade de ressignificar o aprendizado de sala de aula por meio da aplicação daquele conhecimento em situações reais do dia a dia.

“Todo mundo fala ‘pra’ eu exercer minha criatividade, mas ninguém gosta da bagunça e da sujeira que isso faz. Aqui [no FabLab] eu posso expressar minhas ideias, aqui eu aprendo”, conta feliz da vida o aluno do 7º ano do Maxi, Lucas Sangalli.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação
Foto: Lucas Ninno

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