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A Escola Chave do Saber (ECSA) reconhece que o desenvolvimento humano está vinculado ao contexto cultural do indivíduo. A formação cognitiva de uma criança, por exemplo, é diretamente ligada à influência exercida pelo ambiente escolar. Cientes do quadro sóciointeracionista, os professores da ECSA são submetidos a cursos de formação continuada. É preciso que os docentes também sejam provocados para o desenvolvimento de métodos e técnicas de educação diferenciados.

A submissão ao curso por vezes pode ser considerada um ato a contragosto. Mas não é o que acontece na Escola Chave do Saber. Eliza Rita de Oliveira Duemes, 38 anos, professora de matemática, explica como pode ser o itinerário.

“NA ECSA temos duas modalidades de formação. Uma delas presencial, com encontros mensais para cada área. A outra modalidade é online, com carga horária de 60 a 80 horas. Cada professor se organiza da maneira que achar melhor para concluir o curso. Além disso, a escola oferece palestras regulares para pais e professores”, afirmou Eliza.

Segundo a professora, a formação continuada demostra cada vez mais o papel de personagem central dos alunos. Todos os esforços são para o oferecimento de oportunidades aos discentes.

“Esse tipo de trabalho traz o que há de mais inovador em termo de ensino, oportuniza que nossos alunos tenham acesso a métodos diferenciados e de qualidade para que se tornem verdadeiros protagonistas na construção do aprendizado”, explicou Eliza.

O trabalho complementar oferecido pela ECSA possibilita que professores estejam em sintonia com a metodologia proposta pela escola. O esforço homogeneizado reflete em ações em sala de aula e no crescimento pessoal e profissional. Milene Dorneles, 36 anos, é a professora responsável por provocar a interação entre alunos e os espaços oferecidos pela escola.

“A organização dos espaços na rotina da Educação Infantil visa atender de forma dinâmica e a ampliar a vivência cultural e social do aluno com o mundo em que ele está inserido. Eles podem ser montados de acordo com as atividades trabalhadas ou conforme o interesse das crianças”, explicou.

Milene descreve os principais pontos trabalhados: “Continuamos estudando para envolver os alunos em sua aprendizagem, observar os alunos em situações de aprendizagem, envolver os alunos em projetos de conhecimento e ouvir sempre que necessário”.

Andreia Cristiani, 37 anos, é responsável pela disciplina de ciências. A professora também trabalha com iniciação científica no projeto de robótica. “Essa formação continuada deixa os professores reflexivos sobre o próprio trabalho. Eu, por exemplo, estou fazendo mestrado e a formação ajuda muito. Aqui a gente aprende sobre os alunos protagonistas. O professor precisa pensar isso no dia a dia”, considerou a professora.

O ser humano só constrói cultura, linguagem e desenvolve o raciocínio lógico se estiver inserido corretamente no meio com os outros. “A criança só vai se desenvolver historicamente se inserida socialmente”. É o que considera a professora Edlainy Cristina, 40 anos, responsável por lecionar a disciplina de português.

“Nosso objetivo é a formação de alunos conscientes de suas responsabilidades, atuantes socialmente, cientes da realidade onde estão inseridos”, complementou.

“Nós educadores devemos estar sempre em busca de uma formação contínua, bem como a evolução de suas competências tende a ampliar o seu campo de trabalho. Todo profissional para desenvolver um bom trabalho necessita de estímulos, para que o mesmo desenvolva bem suas tarefas”, finalizou Edlainy.

A diretora da ECSA, Marcia Bezerra, explicou que durante o ano de 2018 a escola realizou formações, e uma especificamente em matemática e alfabetização referentes à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Nessa formação os professores e coordenadores continuaram recebendo suporte e revendo a prática pedagógica quando solicitado. “A meta é contribuir para a melhoria da qualidade da educação no país”, explicou.

Apaixonados por gibis, alunos tornam biblioteca ambiente de lazer

A infância é um terreno fértil, daqueles onde tudo que se planta, floresce. Os primeiros seis anos de cada criança é fundamental para o seu armazenamento de conhecimento, são esses os anos, que as referências de cada ser humano são construídas. E ao passar dos anos as preferências são definidas. É neste momento em que a influência dos pais e da escola são fundamentais para construção de um leitor assíduo.

A Escolha Chave do Saber (ECSA) é um espaço que estimula os alunos a lerem, tornando assim, a biblioteca um espaço de diversão e lazer. Natália Nogueira, tem 13 anos e está no 8º ano, ela conta que aprendeu a ler com gibis e faz da biblioteca o seu lugar preferido na escola. “Eu venho muito à biblioteca, estudo na ECSA desde a primeira série e sempre frequentei a biblioteca, desde quando eu era menor, eu aprendi a ler com o gibi. Na minha sala eu lembro que tinham vários gibis, e eu pegava e fui aprendendo a ler”.

Para ela, além da leitura ajudar nas provas, foi sempre uma diversão, um lazer muito melhor do que ficar no telefone jogando ou vendo fotos nas redes sociais. “Nas redações e para as provas, como eu leio muito, as expressões me parecem certas porque eu vejo muito pelos gibis e livros. Hoje, o meu hobbie é ficar lendo, eu me envolvo nas histórias. Para mim, presente até hoje, é livro. Quando eu era menor, todo mundo achava estranho uma criança querer isso de presente. Tenho tantos gibis, que quando eu recebo repetidos, eu doo aqui para a biblioteca da escola”, completa.

Já o Olavo Inácio Hernandes, de 9 anos, fala que vem todos dias na biblioteca. “Eu adoro vir aqui, a leitura me ajuda. Adoro ler, pego livros e gibis e fico o recreio todo aqui”. Tomaz Kato, de 9 anos, fala que adora ler os gibis porque ajuda nas matérias. “Eu gosto porque é divertido, ler gibi me ajuda muito melhorar a entender as provas. Eu tenho muitos gibis em casa, mais de 500, e quando falta espaço, eu doo alguns para a biblioteca da escola”.

Muitos alunos contam que aprenderam a ler por causa dos gibis, como é o caso da Bianca Lourenço, de 9 anos. “Eu gosto muito de ler gibi porque foi a primeira coisa que eu li. Eu tinha quatro anos e meu irmão me deu um gibi para ler, e eu fui passando as páginas e meu irmão foi contando a história, então eu meio que aprendi a ler com gibi, é muito divertido”, conta.

A Anne Duemes, de 9 anos, também aprendeu a ler pelos gibis, ela relata que a mãe comprava quando ela era menor ia mostrando as figuras e lendo a história com ela e ainda revela seu autor preferido. “Meu autor preferido é o Mauricio de Souza, as histórias dele são muito atuais e falam da realidade, eu adoro ler gibis, ainda mais turma da Mônica jovem, porque fala muito da realidade”, completa.

As histórias da Turma da Mônica Jovem fizeram Sarah Beatriz Miranda, de 11 anos, ficar fã e os enredos tornaram seu passatempo preferido. “Eu gosto muito dos gibis da turma da Mônica jovem porque eu me identifico com as histórias, já a turma da Mônica infantil eu me identificava quando era menor. Na turma da Mônica jovem tem mais ação, aventura, ficção cientifica, eles namoram, viajam, é muito legal”.

A bibliotecária da escola, Cleide Portela, revela que percebeu essa paixão dos alunos durante as aulas, nos intervalos, que eles ficavam aficionados pelas histórias em quadrinhos.

“Eu percebi que os alunos pegavam os gibis durante a aula, mesmo não sendo o momento. Comecei a dar atenção para isso, porque essa paixão, às vezes, está ali escondida. Esse gênero literário é fantástico, além de ser visual permite que as crianças sejam coautores da história. Pouco texto, muita imagem, tudo que eles mais gostam. E observei que alguns criam suas próprias histórias. É maravilhoso”, finaliza.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Pedro Ivo

Alunos de Cuiabá criam suas próprias histórias em quadrinhos

Nada como a imaginação fértil de criança para a criação de boas histórias. Isto associado a um espaço escolar propício para o despertar da leitura resultou na produção de revistas em quadrinhos criadas por grupos de alunos da Escola Chave do Saber (ECSA). Uma delas já na quarta temporada.

Os alunos João Gabriel Scalabrin e João Vitor Gomes, ambos de 10 anos, são os pioneiros na escola. Dois apaixonados por histórias em quadrinhos, desde 2017 desenham e criam suas próprias histórias em quadrinhos. A história do Super Tesoura e do Super Tesourinha já está em sua quarta temporada.

“Eles foram assistir um show de meteoros e foram atingidos por um deles. Eles são super-heróis que ajudam a salvar o mundo. Eles ficam dentro de suas cavernas e olham no computador o que está acontecendo para saírem em busca dos vilões”, conta João Gabriel.

Já João Vitor fala sobre como funciona o HQ. “Nós começamos a fazer eles coloridos, mas como a gente faz no final de cada aula, dava muito trabalho, daí agora só fazemos eles preto e branco. Começamos a fazer ano passado e já estamos na 4ª temporada”, afirma.

Luiz Henrique do Carmo, de 11 anos, também está trabalhando na criação da sua revista. “Eu via meus amigos fazendo e eu quis fazer o meu também. A minha história é de uma equipe de heróis: ‘Heróis Unidos’, que também salvam o mundo. Tem o chefe que usa uma máscara, o Bolinha de neve que voa, olho robótico, super folha (…) Ao todo são seis heróis”, conta.

Os alunos Renê Barbour e Matheus Moreschi, de 10 anos, e Davi Marques, de 11 anos, estão trabalhando numa história em conjunto. Segundo os meninos, cada um vai colaborar com aquilo que sabe melhor. “Eu não sou bom em desenhos, mas gosto muito de fazer roteiros, e por isso vou escrever a história”, conta Davi. Já Rene e Matheus ficarão encarregados pela ilustração dos quadrinhos.

Como palco para todas estas histórias está a biblioteca da escola, que vai muito além de reunir livros em prateleiras. É um espaço de troca, de doação e também de aconchego para quem prefere ler a correr pelos corredores do colégio, por exemplo. Tem alunos que doa os livros para biblioteca, outros que deixam por lá suas indicações de obras para que outros colegas possam ler também, e é assim que a ECSA busca manter acesa a chama do interesse pelos livros em um tempo em que a tecnologia é a fonte desses jovens.

A biblioteca representa um portal para os alunos, há quem diga que faz do local, um refúgio. E a responsável por ofertar este espaço é a bibliotecária Cleide Portela. A paixão destes alunos pelos quadrinhos foi percebida por ela, que resolveu dar atenção a eles.

“Eu percebi que os alunos pegavam os gibis durante a aula, mesmo não sendo o momento. Comecei a dar atenção para isso, porque essa paixão, às vezes, está ali escondida. Esse gênero literário é fantástico, além de ser visual permite que as crianças sejam coautores da história. Pouco texto, muita imagem, tudo que eles mais gostam. E observei que alguns criam suas próprias histórias. É maravilhoso”, finaliza.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Pedro Ivo

Alunos do MAXI e ECSA ganham medalhas da Olimpíada Brasileira de Matemática

Alunos da Escola Chave do Saber (ECSA) e Colégio Maxi receberam, na tarde de sexta-feira (31), medalhas de bronze da Olimpíada Brasileira de Matemática de Escolas Públicas e Privadas (OBMEP) Edição de 2017. A solenidade ocorreu no auditório do Instituto de Ciências Exatas e da Terra (ICET) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e contou com a presença de alunos e professores de todo o Mato Grosso.

Os estudantes Kenzo Tho, Matheus Silva Matos, Lucas Hiroki, do Maxi, e Yuri Pereira da ECSA ressaltaram que as aulas do professor Marcos Teixeira foram fundamentais para conseguir esse resultado. “Eu amo estudar Matemática e eu adoro as aulas do professor Marcos, para mim ele é o melhor professor do mundo. Estou muito feliz, é a primeira vez que participo”, comenta Yuri, do 8º ano da ECSA.

A diretora da ECSA, Marcia Bezerra, emocionou-se durante a entrega e destacou a importância deste reconhecimento. “No caso do Yuri, o professor Marcos que visualizou o potencial dele, a partir daí ele percebeu que tinha essa habilidade, mas não a reconhecia. É muito bom, emocionante e gratificante esse reconhecimento. Fiquei bastante emocionada, são momentos como este que fazem a diferença”, finaliza.

Para Kenzo, Matemática as vezes é um bicho de sete cabeças, mas com ajuda dos professores é possível superar. “Eu agradeço muito o professor Marcos e os professores do Maxi. Eles nos ajudam muito, as vezes a matéria fica muito difícil, mas sempre colaboram com a gente”, comenta. Já Matheus comenta que teve que estudar bastante. “Eu adoro Matemática, é uma das minhas matérias preferidas, mas tive que estudar bastante. Estou muito feliz que consegui”, afirma.

De acordo com a diretora de orientação educacional do Colégio Maxi, Jaqueline de Vecchi, o papel da escola é fazer com que o aluno descubra o seu potencial. “A escola fica muito feliz com esse prêmio. O sucesso do nosso aluno, é o nosso sucesso, a alegria deles é a nossa alegria. Para nós, é uma satisfação muito grande, é um orgulho participar deste momento de reconhecimento”, completa.

O professor de Matemática, Marcos Ferreira, afirma que os alunos se preparam durante todo o ano para as duas etapas na escola e na UFMT. “Eles se preparam comigo, em aulas proporcionadas pela escola, no contra turno escolar. Para nós é uma satisfação vê-los ganhando esse reconhecimento. Até porque o rendimento aumenta muito, não só em Matemática, mas em todas as matérias. Eles aprendem a ter mais disciplina e foco”, finaliza.

A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas – OBMEP é um projeto nacional dirigido às escolas públicas e privadas brasileiras, realizado pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada – IMPA, com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática – SBM, e promovida com recursos do Ministério da Educação e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – MCTIC.

 

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Raphael Nickerson

Sessão simultânea de atividades pedagógicas marca volta às aulas

Voltar as aulas com uma programação diferente a cada dia da semana com certeza dá muito mais ânimo para superar o segundo semestre e na Escola Chave do Saber a proposta foi inovar. Atividades como slackline, sessões de cinema, atividades de pintura, produção de bonecos com material infantil e ainda um show de talentos promovido pelos próprios alunos, fizeram parte da dinâmica.

A coordenadora pedagógica Eliza Rita de Oliveira Duemes conta que o projeto “volta às aulas” foi pensado de maneira coletiva pelos professores e inspirado na sessão simultânea de leitura que ocorre na escola.

Os alunos foram divididos em grupos e direcionados para os diferentes espaços da escola. Foram desenvolvidas nestes espaços atividades como o tangram, jogo da memória, atividades artísticas etc. As crianças também assistiram ao curta A Maior Flor do Mundo de José Saramago, socializaram suas impressões sobre o filme e foram para a sessão simultânea de Artes desenvolver atividades relacionadas ao tema.

“Os professores, em conjunto, planejaram para cada dia um momento diferenciado de atividades que abordassem conteúdos que foram trabalhados em sala de aula e que os menores não teriam dificuldade em desenvolver, pois eram atividades lúdicas. Foram várias sessões simultâneas de atividades diversificadas”, explicou Eliza.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

 

Show de talento permite que alunos mostrem habilidade, socializem e pratiquem o respeito

Socializar através do seu talento foi a proposta da Escola Chave do Saber que promoveu o “Show de Talentos” na volta às aulas dando oportunidade para que os alunos pudessem se apresentar e mostrar as suas habilidades, seja na música, na dança, no canto, entre outros.

A professora de Música, Rosi Silveira, conta que a ideia do show de talentos surgiu como uma proposta para que os alunos colocassem em prática suas habilidades e qualquer um poderia se apresentar.

“Poderia ser tocando, cantando, interpretando, dançando, fazendo malabares. Porque cada criança tem o seu talento e eles gostam disso, de colocar para fora sua criatividade. Isto já acontece muito dentro da sala de aula e junto com os outros professores resolvemos nos unir e fazer uma programação na qual eles poderiam se inscrever e se apresentar”, contou.

Rosi reforça também que a atividade foi muito válida por trabalhar a socialização e o respeito mútuo. “Além disso, a experiência foi um sucesso e os alunos já perguntam quando terá um novo show de talento”.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Dia do Estudante é comemorado com show de mágica na ECSA

 Mágica foi o truque usado pela Escola Chave do Saber (ECSA) para comemorar o Dia do Estudante, celebrado no dia 11 de agosto no Brasil. O mágico Jack Victorino, da Cartola Mágica, foi o responsável por conduzir o show com os alunos que se agruparam no salão da cantina para festejar o dia deles. O evento ocorreu na segunda-feira (13).

A mágica faz parte da infância: as crianças conseguem transformar areia em bolo, pedra em comida, e é justamente essa pureza e espontaneidade que as tornam especiais. E foi justamente pensando em proporcionar um momento diferente para os alunos, que a escola pensou em trazer um show de mágica.

A ideia deu certo. Os alunos ficaram animados com as brincadeiras, mágicas e a melhor atração foi o Zuca, um dragão de fantoche, que com muita espontaneidade arrancou boas gargalhadas e palmas do público.

Nicole Montelli de Miranda, do 3º ano A, resumiu a apresentação em uma palavra: “Amei”. E ainda completou dizendo que o Zuca foi a melhor atração: “Ele é muito engraçado”.

Jack Victorino conta que está acostumado a se apresentar em escolas e tem a proposta de entreter tanto as crianças, quanto os adultos que muitas vezes participam dos shows.

A coordenadora pedagógica da Educação Infantil e Fundamental I, Eliza Rita de Oliveira Duemes, conta que ao pensarem na programação do Dia do Estudante, a escola quis inovar, ou seja, proporcionar novas experiências e então houve a indicação do show de mágica.

E realmente foi uma novidade que deixou Vitor Von, do 3º ano A, muito empolgado. “Foi o melhor show de mágica da escola”, comentou. Assim como ele, outros colegas de turma adoraram a apresentação e teve quem ainda não ficou satisfeito. Maitê Menezes Carvalho, 3º ano A, comentou: “foi muito legal e eu queria mais”.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Rodolfo Luiz

Expectativa e emoção: sentimentos que marcaram Dia dos Pais da ECSA

A expectativa das crianças para iniciar as apresentações para os papais era muita. Inquietos, os alunos da Escola Chave do Saber (ECSA) aguardavam para entrar na quadra e poder demonstrar todo o carinho, respeito e admiração por aquele que os amam incondicionalmente.

Na arquibancada, pais, mães, avós, familiares que aguardavam já emocionados pela apresentação. E emoção é a palavra que define o Dia dos Pais da ECSA.

Luis Felipe de Figueiredo, pai do Davi do Jardim I, estava acompanhado da esposa, Loureana Silveira de Figueiredo, e ao comentar da apresentação logo demonstrou estar comovido. “Se eu for falar, vou chorar de novo”, resumiu o sentimento.  A mãe destacou o crescimento do filho. “Ver o desenvolvimento dele nas apresentações é muito gratificante para nós, pais”, comentou.

A diretora da ECSA, Marcia Bezerra, destaca que a escola este ano retornou com as apresentações feitas pelos alunos e pontua que esta homenagem relembra a simplicidade, proximidade, transparência que a escola tem com a família que a compõe. “Por mais que seja bom atividades interativas, isto aqui emociona. Vale muito a pena! ”, afirma.

Além disso, Marcia explica também que as apresentações são feitas de maneira que os alunos tenham liberdade e autonomia. As músicas têm uma identificação com os estudantes, além de dar espaço para aqueles que preferem se apresentar sozinhos ou em duplas, também tiveram apresentações autorais. O objetivo é justamente proporcionar a participação e dar direito para que eles possam opinar sobre o formato da homenagem.

“Os professores puxam esse carro. A atuação da professora de música é de uma agente transformadora. Escolhe as músicas com os alunos. Eu observo que a cada ano as crianças que se apresentam dentro desta cultura da participação e opinião, realmente incorporam e fazem”, explica. Ela ressalta ainda que as atividades dialogam com os pensamentos da escola e com o conceito de educar, pois os pais participam da rotina do colégio.

“O papel da família a gente valoriza o tempo todo, o que ela faz, quem é esta pessoa, está intrínseca nas relações”.

Jaime Ulisses Peterline, pai do Theo e do Pedro, do Jardim II e 3º ano, respectivamente, acompanhou a apresentação dos filhos que tiveram pouco tempo para ensaiar, pois estavam viajando, mas foi o suficiente para deixa-lo encantado. “É uma delícia vir aqui e vê-los se apresentar para nós. É maravilhoso”.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Feira de Ciências e Arte da ECSA explora criatividade dos alunos

Funcionamento do corpo humano, reações químicas, geologia, experimentos com luz e espelhos, robótica. Teve de tudo um pouco na mostra da Feira de Ciências e Arte (Feiciarte) realizada nesta sexta-feira (29 de junho), em salas, corredores e laboratórios da Escola Chave do Saber (ECSA). Os trabalhos, realizados e apresentados pelos próprios alunos, sob supervisão dos professores, puderam ser conferidos pelos pais e visitantes.

A Feiciarte é uma oportunidade para os alunos mostrarem a efetividade do que viram em sala de aula. E não se acanharam em variar bastante dentro de cada tema. Havia experimentos que mostravam o movimento das placas tectônicas, como se formam as montanhas, o funcionamento de sistemas excretor, respiratório e circulatório, como ocorre a fermentação láctea, como a luz se comporta em determinadas situações.

O professor de Robótica, Elton Johnson, explicou que as turmas foram divididas por temas e cada grupo desenvolveu um trabalho, onde colocou a teoria científica em prática. No caso do 6º ao 9º ano, a robótica também entrou como aliada. “É o resultado de um trabalho realizado durante um bimestre. Eles pesquisam, é feita aula em laboratório, eles fazem todo um levantamento científico e depois colocam em aplicação. Todos foram feitos por eles. Aprendem fazendo, essa é a ideia principal”, salientou.

Alguns trabalhos também se valeram do lúdico como ingrediente. Como os jogos criados pelos alunos do 4º ano. Havia tabuleiro matemático, bingo silábico, ladeira silábica, entre outros. Além de explicar a criação, os próprios autores aplicavam os desafios.

Eles, claro, adoraram todo o processo. “Foi muito legal participar. Um ajudou o outro. A gente não precisa comprar um jogo, podemos fazer nós mesmos”, comemorou Maria Augusta Cabral Pires. “Gostei muito de trabalhar com os meus amigos, porque você passa um tempo construindo, convivendo com as pessoas. Depois a gente vai apresentar para as pessoas para elas verem como a gente fez, que materiais a gente usou”, acrescentou Luiza Magalhães Novaes. “Este jogo é muito interessante pois os adolescentes, a maioria deles, fica só nos eletrônicos e essa é uma maneira de fazer um jogo em casa. Um jogo muito divertido que trabalha o raciocínio”, complementou Mariane dos Santos Costa.

A professora Stefânia ressaltou que trabalhar com jogos e brincadeiras é uma estratégia interessante de aprendizado, a fim de estimular o raciocínio, a criatividade, o desenvolvimento das habilidades individuais de cada aluno. “Hoje há uma relação muito forte entre jogos, brincadeiras e a sala de aula. É uma estratégia de estudo bastante utilizada por nós professores da ECSA a fim de aliar a teoria à prática. Para tornar a aprendizagem mais prazerosa e motivante”, disse.

O resultado agradou visitantes como Keice Ane Reis Loureiro, mãe da Yasmin Reis, do 3º ano. “Percorri algumas salas e estou achando bastante interessante, as crianças estão empolgadas e é uma forma mais dinâmica deles aprenderem a matéria. É bom que trabalha também a parte de vergonha. Eles estão bem animados”, enalteceu. Para ela, foi interessante ver que eles conseguiam explicar os trabalhos sem ler. “Foram eles que criaram, eles que montaram e estão desenvolvendo, então eles sabem bem do que estão falando. Eles vivenciaram”, lembrou.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos:

 

Aplicativo dá mais agilidade e melhora comunicação entre escola e pais

É cada vez mais frequente o uso do celular para estar bem informado e é pensando nesta mudança no comportamento dos pais que a Escola Chave do Saber passou a usar o aplicativo para se comunicar com os familiares dos alunos. Comunicados, lembretes de provas, simulados, e até espaço para envio de dúvidas ou sugestões. São algumas das ferramentas do novo software.

“O aplicativo já é uma tendência e veio para facilitar a comunicação com os pais. A gente já vem se adequando às novas ferramentas tecnológicas. Buscamos nos modernizar e dar mais agilidade ao dia a dia na escola também”, explica o coordenador de Marketing da ECSA, Igor Mundim.

Pelo aplicativo o responsável consegue ter acesso às notas, segunda via do boleto, comunicados, segunda chamada, calendário de provas e de eventos, e novas ferramentas devem ser agregadas ao aplicativo gradativamente. “A ideia foi lançar o aplicativo com algumas funções mais usuais para que os usuários fossem se adaptando”, justifica.

O objetivo é que o aplicativo seja a principal ferramenta de comunicação com os responsáveis, pois além das funções informativas, há também o espaço para atendimento e isto facilita e muito o dia a dia dos pais, que estão cada vez mais conectados e têm o celular como principal meio comunicação.

Keila Rocha é mãe do Arthur e Henrique, ela confirma que com a rotina que possui essa é a melhor maneira de estar próximo da escola. “Desde quando eu venho utilizando o aplicativo, ele tem auxiliado muito a minha vida. Eu trabalho o dia todo, não consigo estar todos os dias na escola, minha mãe leva para aula, eu busco. As vezes passo semanas sem ver a professora, mas consigo acompanhar tudo pelo aplicativo, as notas, tarefas, datas comemorativas, tudo que envolve meus filhos na escola”, afirma.

Para baixar o aplicativo, basta entrar na loja do seu celular Android ou IOS e digitar ECSA, fazer o download, seguir o passo a passo para cadastro e acompanhar a vida escolar do seu filho.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

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