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 Mais uma vez os alunos da Escola Chave do Saber (ECSA) e do Colégio Maxi são destaque na Olimpíada Brasileira de Física (OBF). Eles foram até o auditório do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) para receber a premiação que já se tornou rotina para alguns, como é o caso de Luis Eduardo Masasuke Mashima, que recebeu duas medalhas neste ano, prata na etapa estadual e bronze na etapa nacional.

Só que este também não é o primeiro ano dele. Luis Eduardo, aluno do 9º ano da ECSA, já havia conquistado também no ano passado. Ele conta que a única alteração na rotina foram cerca de duas horas a mais de estudo no período da tarde com o acompanhamento do professor Marcos Wimbeg Ferreira na própria escola, em alguns dias da semana.

A familiaridade com as exatas já faz parte da rotina dele que estuda para fazer Engenharia no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), que tem um dos vestibulares mais concorridos do país. Porém, ele admite que não esperava a medalha na etapa nacional. “Eu ‘tô’ muito feliz”, resumiu.

Este resultado reforça o que o coordenador do Ensino Médio do Colégio Maxi, Carlos Roberto Leão, defende. “Mostramos a eles que por meio do conhecimento podem vencer desafios, principalmente com muito trabalho. O esforço é recompensado. Não existe um talento nato, existe desenvolvimento de conhecimento e todos são capazes de ser medalhistas, em Química, Física, Matemática”, explica.

Pedro Werle, aluno do 2º ano do Ensino Médio do Maxi, se surpreendeu com o resultado. Ele conta que, além das aulas com o professor Marcos, também assistiu alguns vídeos no YouTube que falavam das provas, mas não esperava a conquista da medalha de ouro. A afinidade com a Física não é à toa, este é o curso que ele pretende seguir quando concluir o Ensino Médio.

Luisa Kuymjian Belentani, aluna do 1º ano do Ensino Médio, disse que praticou bastante exercícios com o professor Marcos fora do horário de aula e ele foi o principal incentivador para participar da Olimpíada de Matemática, disciplina com a qual tem bastante facilidade. Depois surgiu a oportunidade de competir na de Física e o sucesso veio com a medalha de prata.

A coordenadora do Ensino Fundamental II na ECSA, Ana Carla Fanini, conta que o primeiro convite normalmente parte dos professores, porém, como a escola tem se tornado referência nestas competições, hoje já há uma demanda espontânea não só dos alunos como dos pais que incentivam os filhos a participarem e sempre estão junto nesse processo.

O professor Marcos conta que as primeiras fases das olímpiadas são abertas para todos os alunos e depois são formados grupos de estudos que se reúnem duas vezes na semana nas duas escolas para olhar os materiais que estão disponíveis no site da competição e outros complementares. O resultado disso são alunos muito mais preparados para encarar os desafios do Enem e outros vestibulares. “Academicamente é fantástico o desempenho dos alunos que terminam o Ensino Médio e vão fazer o Enem e os resultados são os melhores. Os alunos conseguem ter notas de 900 em exatas”.

Quanto às exatas muitas vezes serem vistas como vilãs na escola, Marcos trata de desmitificar. Para isso, ele trabalha de uma forma que as matérias sejam vistas de uma maneira mais interativa, com atividades práticas, como algo que faça sentido para os alunos. O resultado tem dado certo.

Que tal indicar um livro? Os alunos ECSA entraram nesta onda e elencaram várias obras literárias. Confira;

18 de abril é uma data que até pode passar desapercebida por muita gente, mas trata-a de um dia especial, principalmente para o público infantil. Hoje comemora-se o Dia Nacional do Livro Infantil. E não foi escolhida aleatoriamente, ao contrário. É uma justa homenagem a Monteiro Lobato, escrito considerado o pai da literatura infantil.

Que tal indicar um livro para o amigo? Pois é, foi exatamente esta a proposta feita pela Escola Chave do Saber (ECSA) para marcar e celebrar a data em grande estilo. Os alunos resolveram indicar obras para os demais e as opções são as mais variadas.

A dinâmica agradou os leitores mirins e eles resolveram compartilhar suas experiências com a leitura. O resultado: muitas histórias bacanas para ser contada. Cada um teve uma influência diferente, gostos diferentes, mas a paixão é a mesma: leitura.

“Diário de um Banana”, série de livros infanto-juvenil escrito pelo norte-americano Jeff Kiney, foi a porta de entrada para alunos como Luisa Novais, do 4º ano, e Ana Lucia Powala, 8º ano. Outro livro que serviu para despertar a paixão pela leitura é “O Pequeno Príncipe”, obra do francês Antoine de Saint-Exupéry, publicada em 1943, mas bastante atual, principalmente para Anna Luisa Rondon, do 8º ano, e Pedro Fernando, 3º ano.

Apesar de referências diferenciada, para todos a leitura iniciou mesmo foi na escola com os livros literários. Porém, nem sempre era prazeroso e alguns com a orientação e até exigência dos pais, outros por curiosidades, buscaram obras que lhe despertaram interesse.

Gabrielle Bragaglia, 8º ano, por exemplo, define o início da leitura como de maneira inusitada e já adianta que não aceita trocar livros com as amigas porque tem ciúmes e medo que volte estragado.

Anna Luisa, por exemplo, conta que o pai tem uma biblioteca em casa com mais de 300 livros, assim como Nair Gomes, do 5º ano, no qual conta com o aparato de livros do avô, que tem um minibiblioteca em sua residência. Já na família de Aline de Lurdes, 5º ano, toda a família é adepta à leitura.

Muito extrovertida, Aline está bastante adiantada na leitura e não se limita aos livros infantis. Ela atualmente lê os livros da série Diários do Vampiro, de L. J. Smith, que é voltado na verdade para o público adolescente.

Outra criança que “está à frente do seu tempo” na leitura é Pedro Henrique da Silva Webers, do 4º ano. Além de ter começado bem cedo, com 4 anos, entre a lista de livros que passou pelas suas mãos está “O Diário de Anne Frank”. Mesmo sem ter toda a percepção sobre o nazismo, o jovem leitor conta o que chamou atenção na história: “é a história de uma família de judeus que são procurados por ‘uns caras’ (sic). Eles passam a vida se escondendo e não são encontrados”. Para ele, “o livro foi marcante”.

Irreverente, Julia Curvo, do 3º ano, brinca com os livros que a mãe compra para ela. “Um dia ela chegou com um livro que, sério, não era um livro era um dicionário, deste tamanho (e mostra com as mãos a grossura do livro), para eu ler. Não entendo isso!”, brinca.

Sobre a censura a alguns livros, vai de caso a caso. O pai de Anna Luisa segue o “politicamente correto”, como ela mesmo descreve, já para Aline, não há censura, porém, filha de advogado, o pai não deixa ela ver os livros sobre casos reais de homicídios para evitar pesadelos à noite.

Júlia é outra que não sofre com a limitação do que pode ler e admite gostar dos livros de terror, que inclusive ela ganha do próprio pai.  Já Pedro Fernando conta também que no começo a mãe ensaiou censurar O Extraordinário, porém, ele a convidou para ver o filme e entender a história, após a sessão de cinema ele conseguiu terminar de ler o livro.

Heloisa Borges diz que o pai optou por orientar ao invés de proibir leituras de certo livros e aposta na responsabilidade da jovem para não fazer coisas erradas.

Quem também não tem censura em casa e está lendo dois livros bem à frente da sua idade é Enzo Freitas, do 4º ano. Atualmente ele lê Assassin’s Creed, é um romance de fantasia histórica, escrito por Oliver Bowden, e baseado no universo do jogo de mesmo nome, que relata uma história de vingança, e Percy Jackson, uma série literária composta por cinco livros de aventura e fantasia, que até tá adequada para idade dele.

A rotina de leitura também é variada entre eles, há aqueles que optam por ficar na biblioteca durante os intervalos na escola para colocar a leitura em dia como é o caso de Alicia Gabriela Borges Guimarães, do 3º ano. Já Maria Eduarda Portela, do 3º ano, lê à noite em casa e Valentina Monteiro, 3º ano, que começou a gostar de livros com os contos clássicos como Cinderela e Branca de Neve, admite que é mais de vez em quando que pega para ler.

Mas isto não importa, o importante é que a paixão já foi despertada. E se a leitura já está na vida destas crianças e adolescentes, Luiza Novais vai além, ela está escrevendo um livro sobre as matérias da escola, tudo isto para falar sobre a importância delas, mas com uma linguagem de criança para criança. Inclusive as ilustrações serão feitas por outras duas amigas.

E a bibliotecária Cleide Portela é só alegria ao falar de como as crianças procuram a biblioteca para ler e conta que a atividade de indicar o livro é justamente para estimular que os alunos busquem cada vez mais este bem precioso para estimular principalmente a imaginação das crianças e passar lições para a vida.

E é claro que ela não iria deixar de indicar um livro. A sugestão é “Um dia, Um Rio”, de autoria de Leo Cunha e ilustração de André Neves. O livro foi trabalhado durante as atividades referente ao Dia Mundial da Água, celebrada no dia 22 de março, e retrata em forma de poema o drama vivido pela população da cidade de Mariana atingida pelo rompimento da barragem e o descuido com o rio.

“Queremos sensibilizá-los, o tempo todo, para os cuidados que devem ter com o ambiente em que vivemos, desde às praças, rios, para não colocar em risco a vida das pessoas. O livro mostra como tudo isto foi provocado pela ganância das grandes empresas.

Confira a relação dos livros indicados:

  1. Aluna: Gabrielle Bragaglia fez duas indicações e demonstrou ser fã da autora Kiera Cass

Livros: A Seleção (A Seleção é o primeiro livro da série de mesmo nome escrita pela autora estadunidense, Kiera Cass).

A Sereia (romance também de autoria de Kiera Cass)

 

  1. Aluna:Ana Lucia Powala

Livro: O Extraordinário (romance infantil escrito por Raquel Jaramillo, sob o pseudônimo R. J. Palacio)

“Espero que toque o coração das pessoas. O livro fala do bulling e eu espero que mostre como é importante nos colocarmos no lugar do outro”.

 

  1. Aluna: Heloisa

Livro: Sete desafios para ser Rei (de autoria de Jan Terlouw que narra uma história de um jovem de nome Stach que vive em Katoren, país dos dragões e das árvores com frutos explosivos).

“Passa uma mensagem de coragem, de quem luta por seus objetivos e nem sempre vai ser fácil conseguir aquilo que se quer”.

 

  1. Aluna:Anna Luisa

Livro: O Diário de Anne Frank (O Diário de Anne Frank é um livro escrito por Annelies Marie Frank entre 12 de junho de 1942 e 1.º de agosto de 1944 durante a Segunda Guerra Mundial)

“É uma história de coragem, medo e tristeza que fala de uma família judaica que se esconde dos nazistas e ela vai ficando sozinha. Um livro que comecei a ler e gostei muito”.

 

  1. Aluno: Luisa Novais

Livro: As Matérias, de autoria de Luisa com ilustração de suas amigas que ainda será publicado, mas ela adianta a sugestão.

“Quero despertar o interesse pelas matérias e mostrar que elas são importantes”.

 

  1. Aluna: Pedro Fernando

Livro: Duda Bocuda (de autoria de Andréia Vieira que conta a história de uma menina fofoqueira de primeira)

“É sobre saber guardar segredo, porque ela sai contando tudo até acabar virando uma mosca”.

 

  1. Aluna: Larissa Bragaglia

Livro: Flavia e o Bolo de Chocolate (de autoria da Miriam Leitão e trata sobre diversidade racial)

“Não podemos ter preconceitos e todo mundo é especial”.

 

  1. Aluna:Aline

Livro: As cores dos Pássaros (de autoria de Lúcia Hiratsuca baseada numa fábula japonesa que narra a história da Dona Coruja que resolve pintar suas penas e muda para sempre a natureza”.

“É um livro que fala sobre a inveja e a inveja não é legal”

 

  1. Aluna: Nair

Livro: O diário escondido da Serafina (de Cristina Porto e conta história de uma menina que adora se esconder e escrever no diário seu dia a dia)

 

  1. Aluno: Júlia Curvo

Livro: Amigos (de Helme Heine que narra a história de três amigos inseparáveis: o rato Frederico, o galo Juvenal e o gordo Valdemar)

“Eu indiquei porque é um livro que fala de amizade”.  

 

  1. Aluno:Pedro Henrique da Silva Webers

Livro: Abrindo Caminho (de Ana Maria Machado com ilustrações de Elisabeth Teixeira e traz personagens baseados em pessoas da história tanto mundial como brasileira)

 

“São história de pessoas que desenvolveram novo jeito de se localizar, criaram carros, aviões”.

 

  1. Aluna: Enzo Freitas

Livro: Árvore Generosa (de autoria de Shel Silverstein conta a história do amor entre uma árvore e um menino)

“É a história de uma árvore que dá tudo sem quer nada em troca”.

 

  1. Aluna:Maria Eduarda

Livro: Touro Ferdinando (livro de 1936 e a obra mais conhecida do autor americano Munro Leaf, as ilustrações foram feitas pelo ilustrador americano Robert Lawson, econta a história do touro Ferdinando, que prefere cheirar as flores ao invés de lutar em touradas)

“É muito interessante porque mostra que as aparências enganam”.

 

  1. Aluna:Valentina Monteiro

Livro: Mamão, Melancia, Tecido e Poesia (livro de advinha, mas com versos divertidos e rimados, de Fábio Sombra e bordados de Sabrina Sombra)

“É legal porque é um livro de advinha que fala das frutas”.

 

  1. Aluno: Alicia

Livro: Menina Bonita do Laço de Fita (autoria de Ana Maria Machado que aborda tema como a diversidade racial)

“É sobre um coelho que não discrimina a menina pela cor dela. Ela é negra e ele quer ser da cor dela”.

 

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Pedro Ivo

ECSA trabalha música e dança para homenagear Cuiabá no aniversário de 299 anos

A Escola Chave do Saber (ECSA) homenageou Cuiabá em comemoração ao aniversário de 299 anos. Alunos do 1ª ao 4º ano apresentaram atividades culturais divididas entre interpretações musicais e danças. A integração entre as crianças repercutiu o dia 8 de abril de forma carinhosa.

Rose, professora de música da ECSA, trabalhou junto dos alunos desde o começo do ano para que as apresentações fossem perfeitas. “A proposta de trabalhar com a arte cuiabana, cultura, música, vem da ideia de os alunos trabalharem as datas significativas e o aniversário de Cuiabá não poderia passar em branco”.

Todo o esforço da equipe pedagógica é para que o desenvolvimento humano no ambiente escolar esteja ligado ao contexto cultural. Julia, aluna do 4º ano, fez questão de expor sua gratidão em poder participar das atividades. “Eu fico muito agradecida de poder tocar e homenagear nossa cidade. É uma comemoração pequena, mas que vai ficar para sempre com a gente”.

A professora Rose trabalha a música como instrumento de integração. A flauta doce é o mecanismo escolhido. “Já tem algum tempo que trabalhamos com a flauta. Estudamos canções e danças cuiabanas. Isso faz com que as crianças ouçam e explorem a música. Assim elas podem entender Cuiabá. Nós trabalhamos imagens, compositores. O ouvir é muito importante. Aqui trabalhamos o cidadão”.

As atividades também se estenderam a todos os professores. Diversas disciplinas trabalharam a comemoração em sala de aula. A primeira semana de abril acabou marcada por trabalhos manuais em todos os anos. Representações de animais e objetos tipicamente cuiabanos foram realizados em pintura e modelagem em argila.

A aluna Ana Clara, do 4ª ano, comentou sobre o momento. “Eu acho diferente e muito bonito. Nós sempre comemoramos. Nós amamos tocar flauta e poder tocar no aniversário de Cuiabá é muito legal”.

O trabalho pedagógico apoiado em ferramentas culturais faz parte da metodologia empregada pela Escola Chave do Saber. O objetivo é que os alunos sejam propositivos e conscientes no processo de aprendizagem.

Formação continuada dos professores garante melhoria no ensino

O professor precisa estar em constante atualização para conseguir identificar o que é preciso para os alunos em processo de aprendizagem e na Escola Chave do Saber (ECSA) o ano letivo de 2018 iniciou com a formação dos docentes do Fundamental II, além de uma formação voltada para disciplina de Matemática, alfabetização e outra referente à Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

A coordenadora Ana Carla Guimarães Fanini explica que a formação voltada aos professores do Fundamental II trata-se do uso da prática de aulas não expositivas. O curso foi dividido em dois momentos. No primeiro encontro participaram de uma palestra motivacional – O Poder da Ação, e depois discutiram melhorias nas aulas. O foco principal é procurar possibilidades que tragam mudanças significativas no processo ensino e aprendizagem.

“Hoje o papel do professor como repassador de informações não é suficiente. O mesmo deve ser o primeiro a proporcionar a si próprio e a seus alunos o diferencial necessário para o aprendizado. Desse modo cada professor deve buscar diferentes maneiras, adequadas e coerentes, que vão além da motivação, provocando ou despertando a curiosidade, o desejo da investigação, exploração em seus alunos”, explicou Fanini.

A diretora da ECSA, Marcia Bezerra, explicou que desde o início do ano a escola começou uma formação em matemática e os professores e coordenadores estão recebendo continuamente suporte e revendo a prática pedagógica. “A meta é contribuir para a melhoria da qualidade da educação no país”, explicou.

Nos dias 24 e 25 de março, Ana Carla participou da formação sobre a BNCC com as professoras Denise Rampazzo e Ivaneide Dantas, professoras do curso de Pedagogia do Singularidades (SP), com objetivo de oportunizar mudanças e incentivar a relação entre a teoria e prática.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Alunos ECSA descobrem caminho da água em palestra de conscientização

É preciso educar pensando no futuro dos mais jovens. Ciente da necessidade de construir uma sociedade melhor, a Escola Chave do Saber (ECSA) recebeu para uma palestra no Dia Mundial da Água, comemorado em 22 de março, a engenheira sanitarista Tauana da Rosa, 33 anos.  O objetivo foi explicar às crianças o caminho da água, desde as chuvas até as casas, criando uma interação capaz de conscientizar sobre a correta utilização dos bens naturais. O evento ocorreu para os alunos da Educação Infantil.

“Os alunos ficaram surpresos com a pequena parcela da água disponível para uso no planeta: apenas 1% é água doce, 2% está em geleiras e 97 % é água salgada”, comentou Tauana. A engenheira sanitarista utilizou imagens para demonstrar como funciona a captação e tratamento da água.

“Elaborei um material didático que explicou desde a disponibilidade da água no planeta, a formação das chuvas em sua definição científica, a retirada da água dos rios e todo o tratamento para que essa água se torne potável a fim de ser distribuída à população”, afirmou Tauana, que atua na concessionária de distribuição e saneamento de Cuiabá.

Por fim, a profissional deu dicas práticas de como economizar. “Nós conversamos sobre algumas formas de não desperdiçar água. Por exemplo, manter a torneira fechada quanto escovamos os dentes; evitar brincadeiras nos bebedouros; evitar banho excessivamente demorados”, comentou.

O evento fez parte de um calendário especial desenvolvido durante o mês de março pela Escola Chave do Saber. A água permeou as discussões em sala de aula e os trabalhos gerados durante o mês. “Muito mais do que comemorar a data, a curiosidade das crianças e a cultura de investigação fizeram com que fosse possível entender o caminho da água até a nossa casa e como devemos cuidar, todos os dias, para que ela não acabe”, ressaltou a diretora da ECSA, Marcia Bezerra.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Alunos ECSA criam rastreador solar e ficam em 1º lugar no Arduino Day

Um rastreador solar que pode garantir um melhor aproveitamento da luz do sol em até 40%, favorecendo assim a produção de energia de forma sustentável, foi o projeto vencedor do Arduino Day, um dos maiores eventos da tecnologia mundial. O projeto é de autoria de alunos do 7º e 8º ano do Ensino Fundamental II da Escola Chave do Saber (ECSA) e foi vencedor em duas categorias: votação popular e júri.

João Pedro Garcia, Luiza C. Sperandio, Yasmin Laureen Antunes e Luana Caldas Paredes, adolescentes de 12 e 13 anos, que iniciaram os trabalhos na Sala Tech da ECSA enquanto estudavam sobre forma sustentável de geração de energia. O assunto despertou o interesse e logo partiram para a prática sob o auxílio dos professores Mara Tereza, Andréa Cristiane e Helton Sodré.

A professora Mara conta que ao saber do evento inscreveu o projeto dos alunos no site e durante o Arduino Day eles tiveram a oportunidade de apresentar o projeto para os visitantes e para jurados que passam pelo espaço e faziam várias perguntas. Ao final da manhã, a consagração com o resultado de conquistar o primeiro lugar tanto na votação popular quanto pelo júri.

A emoção era ainda maior porque os jovens adolescentes competiram com projetos desenvolvidos por universitários, que possuem estudos mais avançados. E o “dia de conquista”, como descreveu a professora Mara, não terminou com a premiação, à tarde os alunos ainda participaram de um curso avançado sobre a plataforma Arduino.

A descrição do projeto é bem técnica: “um sistema de seguidor solar que usa uma placa de Arduíno UNO, dois servo motor, quatro LDR (Resistência dependente de luz), um Pan Tilt e quatro resistores para rodar o painel solar de acordo com a luz do sol”.

Mas em palavras simples, o rastreador segue o movimento do sol com o objetivo de aproveitar até 40% a mais da luz solar para produzir energia de forma sustentável. A localização do país na linha equatorial é uma vantagem e, por isso, usar essa fonte de energia se torna viável e essencial.

Para o aluno João Pedro, o apoio do Arduino ao projeto de robótica da Sala Tech ajuda a fazer com que flua muito bem. Luana Caldas Paredes, do 7º Ano A, explica a dinâmica do rastreador solar. “Ele muda de 30 em 30 segundos, como um seguidor do sol, que usa um Servomotor para poder fazer os movimentos”, detalhou. “O que a gente consegue aproveitar é muito bom para o meio ambiente. Estou gostando do modo como a gente está trabalhando com o Arduino”, acrescentou Yasmin Lauren Antunes Farias, do 7º Ano A.

O evento ocorre simultaneamente em diversas cidades do mundo em celebração ao aniversário da plataforma Arduino – programa de prototipagem eletrônica que permite o desenvolvimento e controle de sistemas interativos e reúne pessoas interessadas em apresentar ideias, projetos desenvolvidos na plataforma, compartilhando informações e experiências. Em Mato Grosso, ocorreu sábado (31) no Centro Universitário de Várzea Grande (Univag).

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Pedro Ivo

Palestrantes falam com alunos da ECSA sobre a condição da mulher na atualidade

“A mulher precisa de respeito e liberdade. Quando ela tiver isso, ela conquista o resto”. A frase dita pela aluna Naima Santos Karhawi, do 9º ano A da Escola Chave do Saber (ECSA), sintetiza a mensagem das palestras alusivas ao Dia Internacional da Mulher que a instituição promoveu nesta quinta-feira (9). De gerações e formações diferentes, a jornalista Luzimar Collares e a aposentada Rosinha Alves falaram de suas experiências e sobre a condição da mulher na atualidade, alertando para a necessidade de uma igualdade de direitos e oportunidades.

Dona Rosinha, como é mais conhecida, tem 82 anos e há sete resolveu dar aulas de Hatha Yoga voluntariamente no Centro de Convivência para Idosos (CCI), atendendo hoje 68 pessoas. É mais um exemplo da iniciativa de uma mulher à frente de seu tempo. Que não se conformou com a proibição do marido e resolveu dar aulas de reforço escondida, até que ousou separar-se depois de dez anos de relação para buscar seu caminho. “Não se pode falar para as pessoas ‘você não é capaz’, ‘você não dá conta’. Tem que ter liberdade, autonomia, autoestima”, alertou.

Luzimar Collares falou sobre a mulher no mercado de trabalho e os desafios que ela encontra em seu dia a dia. A jornalista lembrou que, apesar de ter conquistado um espaço importante, ainda pesa sobre as mulheres a responsabilidade pelo cuidado com a família. Baseada em números do IBGE, a palestrante mostrou como ainda é desigual a divisão de tarefas.

“As mulheres são responsáveis por 73% dos afazeres domésticos mesmo trabalhando fora”, exemplificou. E de como as mulheres ganham

 menos que os homens mesmo tendo a mesma ou maior escolaridade e sofrem com a violência. É um dia, segundo ela, para refletir sobre todas essas questões.

A atividade faz parte da proposta pedagógica da ECSA, que alia experiências e vivências ao ensino tradicional de sala de aula. “Foi isso que a escola fez hoje. Trouxe duas palestrantes com abordagens diferentes, uma falando sobre o respeito, a questão dos valores, e a outra a conquista da mulher no mercado de trabalho”, disse a coordenadora pedagógica do Fundamental II, Ana Carla Guimarães Fanini.

Conscientização

Os estudantes aprovaram a forma diferente de lembrar o Dia Internacional da Mulher, principalmente por promover uma maior conscientização. “Os homens têm que olhar para elas e ver que o esforço delas é grande, elas trabalham muito mais que nós e a gente não percebe isso. Somos muito machistas. Acho que essa opinião tem que mudar, a gente tem que enxergar o trabalho da mulher”, conclamou Felipe Melo Nogueira, do 9º ano A. E complementou: “A gente está numa crise e acho que se acabar com esse machismo todo, melhora. O Brasil deixará de ser esse país subdesenvolvido e virar um país de primeiro mundo.

Encantada com Dona Rosinha, Ana Clara Tavares, do 8º ano A, enalteceu sua força e seu exemplo:  “Ela é muito corajosa, guerreira, batalhadora. Fez as coisas numa época em que era ainda mais difícil. Uma hora todo mundo vai crescer e ver que dá conta de fazer todas as coisas”.

Assim como Danillo Alves de Campos Filho, também do 8º ano A. “Num tempo muito difícil ela conseguiu trabalhar, cuidar das coisas dela e isso é um grande mérito. Nós nos achamos preguiçosos e incapazes de fazer enquanto ela já havia feito tudo isso numa época muito mais difícil. Teve iniciativa”, lembrou.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

ECSA apresenta as novidades de 2018 para os pais em reunião de início de ano

A Escola Chave do Saber (ECSA) realizou a primeira reunião de pais de 2018, onde os professores explicaram como será o dia a dia dos alunos durante o ano letivo. Eles apresentaram as atividades que serão realizadas ao longo do ano, o currículo, as disciplinas e também  pontos importantes como pontualidade, acompanhamento das tarefas e rotina de estudo.

As reuniões ocorreram em três dias. No primeiro, voltado aos pais de alunos da Educação Infantil, a escola se preocupou em organizar um espaço para que as crianças ficassem com as auxiliares e assim os responsáveis tivessem mais tranquilidade para participar do encontro com os professores.

Já na reunião com os pais do Ensino Fundamental I e II a direção e a coordenação visitaram as salas para apresentar as dinâmicas de cada turma e os pais também tiveram a oportunidade de conhecer a Sala Tech, que é uma novidade para este ano e será usada por todas as turmas.

O novo programa da Sala Tech foi apresentado e, de maneira geral, foi muito bem recebido pelos pais. É um espaço que busca dar autonomia e estimular a criatividade das crianças. “A participação dos pais neste processo é muito importante para o ensino e aprendizagem dos nossos alunos”, ressaltou a diretora da ECSA, Márcia Bezerra.

Outra novidade anunciada para os pais é o almoço que passa a ser servido aos alunos em março e beneficiará principalmente os que fazem cursos extras na escola. A abertura da escola em relação a família é fundamental para o desenvolvimento saudável das crianças.  

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Escola Chave do Saber resgata tradição dos antigos carnavais

Os alunos da Escola Chave do Saber (ECSA) caíram na folia nesta sexta-feira (9/02) para entrar no clima do Carnaval. A atividade, que envolveu todos os anos, ocupou o salão e quadra da unidade num clima que remete aos carnavais tradicionais dos blocos e bailes, ao som de marchinhas e sambas clássicos.

A coordenadora pedagógica do Infantil e do Fundamental I, Camila Gonçalves, explicou que a ideia da escola para este ano foi um resgate da tradição do carnaval antigo. “Um carnaval de diversão, de alegria, de músicas saudáveis, felizes. É um momento em que as crianças podem vir com roupas customizadas, fantasias e brincar à vontade. Aqui dentro da escola a gente procura proporcionar esse momento agradável para as crianças”, frisou.

Elas, claro, aproveitaram ao máximo e elogiaram a iniciativa. Como a aluna Ágatha da Fonseca, do 4º B, que disse gostar muito do carnaval porque pode se fantasiar e se reunir com os amigos. Para ela, foi interessante também por causa das atividades relacionadas ao tema. “A gente pesquisa na sala de aula curiosidades sobre o carnaval. Uma das minhas três curiosidades era que o carnaval carioca é o mais popular do mundo”, lembrou.

Maria Augusta Cabral Pires, do 4º B, contou que em sua pesquisa ficou sabendo um pouco mais sobre os primórdios da festa no Brasil. “Antigamente o carnaval era chamado de entrudo dos portugueses”, informou. “Adoro porque a gente brinca, se veste de personagens imaginários e faz várias coisas, é super legal”, acrescentou a aluna.

Para o aluno Artur Augusto Pires, a folia é ainda mais interessante na escola. “Eu amo o carnaval, porque aqui a gente brinca, é um lugar superdivertido. O carnaval da ECSA é muito animado”, opinou. A colega Maria Magalhães Novais, do 4º A, também fez questão de manifestar seu contentamento. “Eu gosto do carnaval porque é uma festa muito alegre, a gente dança, joga confete nas pessoas, usa fantasia”, exemplificou, revelando que o gosto pela folia vem de família.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Tchélo Figueiredo

 

Show musical dos professores abre ano letivo dos alunos da ECSA

Os alunos da Escola Chave do Saber (ECSA) foram recebidos com muita música para iniciar o ano letivo de 2018. Quem fez essa recepção foram os professores e coordenadores, que mostraram muita animação e vasto repertório. A atividade foi realizada no ginásio da escola e reuniu turmas do 5º ao 9º ano.

A professora Loraine Ferrari Luz, de Língua Portuguesa e Produção de Texto, abriu o evento lendo um texto de incentivo aos alunos e explicando que o ano letivo de 2018 na verdade não estava começando ali. Segundo ela, a equipe da ECSA vem preparando essa nova etapa com muito carinho e dedicação desde 2017.

Em seguida, ela fez o anúncio da atração musical, a grupo “Barba Boys”, formado pelos professores Marcelo, Elton e Marcos. Eles mostraram um repertório bastante eclético, com pop, rock e sertanejo, graças à ajuda dos alunos, que cantaram e sugeriram músicas.

“Nós estamos iniciando este ano letivo acho que, acima de tudo, com muita confiança. Nós percebemos neste primeiro dia de aula os alunos com muita expectativa com o retorno e muito felizes. Nas salas em que eu entrei vi os alunos muito felizes, esperando muito da escola e eu acho que ela está preparada para oferecer aos alunos tudo o que eles precisam”, garantiu Loraine.

Expectativa

Os alunos gostaram da surpresa dos professores e demonstram realmente ter as melhores expectativas para 2018. “É uma abertura bem criativa, os professores são criativos, são bem legais. Nossa escola foi mudada, nossas salas estão melhores, tanto o sistema de ar condicionado como internet, tem um novo sistema de aprendizado, então eu espero que este ano eu aprenda ainda mais do que no ano passado, com ainda mais qualidade”, disse Luiza Carrijo (8º A).

“Espero que o ano seja bom, que a gente consiga estudar bem, que seja um ano letivo bom. A escola sempre foi boa, sempre gostei da escola”, projetou Fábio Simões da Silva Filho (9º A), que estuda na ECSA desde o pré. “Estou achando muito bom, porque demonstra como vai ser o ano. A gente está conhecendo professores novos. Estou feliz. A expectativa é estudar bastante, tirar notas boas e passar direto”, almejou Vinicius Santos (7º ano), que também iniciou os estudos na ECSA.

Para Ana Luiza Crespani Bonfim (9ºA), a abertura foi bastante empolgante e o fato de juntar várias turmas foi especialmente interessante. “O que eu espero para 2018 é positividade, que as coisas sempre melhorem, muito conhecimento, muita aprendizagem e que os professores estejam sempre dispostos a nos ajudar cada vez mais”, disse. Já Igor Campos (9º ano), além de gostar das músicas apresentadas pela “Barba Boys”, projetou um 2018 positivo e fez até uma confissão: “a minha expectativa é boa, acredito que este ano vai ser um ano melhor, cheio de altos. Que seja muito alegre. E eu preciso melhorar um pouco o inglês”.

Fonte: Pau e Prosa Comunicasção

 

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