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Interatividade, criatividade e protagonismo resumem as aulas com rotação por estação, uma das novidades da ECSA seguindo o modelo híbrido de ensino. A proposta já foi implantada com as turmas do 4º ano do Ensino Fundamental, e deve ser ampliada para outras nas próximas semanas. Entre os benefícios deste tipo de aula está a autonomia das crianças durante as atividades e o desenvolvimento de suas habilidades.

Professora do Ensino Fundamental I, Vanessa Paula Caetano, explica que a adoção do sistema de rotação por estações dá continuidade aos modelos implantados pela ECSA desde o início das aulas híbridas. Outras metodologias como a sala de aula invertida já foram testadas com algumas turmas. O modelo de rotação funciona com a divisão dos alunos em grupos presenciais e virtuais, com a aplicação de diferentes atividades para cada um. As tarefas precisam da troca e auxílio entre as crianças para que sejam cumpridas.

“Enquanto professora eu faço o acompanhamento do que eles estão fazendo, mas a proposta é realizar poucas intervenções, deixando que eles mesmos resolvam as atividades. No primeiro momento, fizemos a rotação por estação na aula de matemática, com exercício de raciocínio lógico, multiplicação e divisão. A ideia é usar o modelo em outras disciplinas e com mais turmas também”, pontua a professora.

As aulas com rotação por estação foram um sucesso com os alunos do 4º ano do Ensino Fundamental. Em breve, outras turmas da ECSA também experimentarão a novidade.

Projeto de Vida ajuda a preparar alunos para Ensino Médio previsto pela BNCC

Em 2022, as aprendizagens essenciais começam a ser aplicadas ao Ensino Médio, de acordo com o que define a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Elas serão desenvolvidas levando-se em conta conhecimentos, competências e habilidades dos alunos. Na Escola Chave do Saber (ECSA) a preparação para essa etapa, que é a última de educação básica antes do ingresso no Ensino Superior, começa com o programa “Projeto de Vida”.

Ele foi aberto no dia 26 de maio, com apresentação do professor Marcelo Cesar Bueno da Silveira, da ECSA, e palestra do professor Carlos Leão, diretor pedagógico do Colégio Maxi, envolvendo alunos do 9º ano. Na oportunidade o convidado apresentou para os participantes o que se propõe no novo Ensino Médio, as razões dessa proposta, e fazê-los entender o que são os itinerários formativos e como tudo isso se liga ao projeto de vida de cada um.

A coordenadora pedagógica da ECSA, Giseli Barros Giroto, explica que com a proposta do novo Ensino Médio, colocar os estudantes como protagonistas das suas escolhas tornou-se algo extremamente relevante para as escolas. “As escolhas que farão decorrem da estruturação do seu Projeto de Vida, vislumbrada nos segmentos anteriores da vida escolar. Conhecer os seus estudantes, o que querem, o que pensam, quais são suas aspirações, especificidades e necessidades é algo que a escola precisa priorizar”. salienta.

Após a apresentação do Projeto, foi enviado aos alunos um questionário, reunindo questões sobre autoconhecimento e interesses relacionados ao Ensino Médio. “Dar vez e voz a esses jovens, fará com que a passagem pelo novo Ensino Médio seja ainda mais integradora e significativa”, frisa Giseli.

Leão ressalta que, em vista do aluno ter que fazer escolhas de itinerário, de disciplina eletiva, o trabalho de preparação acabou se intensificando e ele entrou para colaborar no desenvolvimento do Projeto de Vida, que atende três dimensões, a pessoal, a social e a profissional. “A carreira profissional não é única nesse processo de construção do projeto de vida, mas é importante eles estarem discutindo isso, tratando dessa temática. E, para nós, é superimportante dentro do desenho que a gente vai propor para 2022 no Ensino Médio, que possam dar um pouco do olhar deles também das suas dimensões”.

“O nosso papel vai ser auxiliar esses estudantes a encontrar o próprio caminho, a aprender e se reconhecer como sujeitos, cada um olhando dentro de sua potencialidade, e a escola também olhando para isso. E levando em consideração as habilidades que o aluno traz, as tendências, as identificações, que servirão para a definição da profissão no futuro”, acrescenta a coordenadora. Para finalizar, Giseli procura deixar claro que não se trata de um teste vocacional, ou de um trabalho de orientação vocacional, embora não deixe de ser importante nesse sentido.

ECSA promove atividade de conscientização sobre trânsito no Maio Amarelo

Educar para o trânsito é algo que precisa começar bem cedo e a Escola Chave do Saber (ECSA), aproveitando a campanha “Maio Amarelo”, promoveu uma10 semana de atividades para os alunos do Ensino Infantil relacionadas ao tema. De forma lúdica as crianças puderam aprender mais sobre as placas e a demais sinalizações das ruas e transmitir esse conhecimento para os colegas, além de exercitá-lo nos percursos com as famílias.

O trabalho foi realizado durante a semana de 17 a 21 de maio, com alunos de 5 e 6 anos, informa a professora Ana Paula da Silva Santos, da pré-alfabetização. Ela conta que começou apresentando a eles um poema de Ricardo Cunha, chamado “Placas Falantes”, um texto muito interessante mostrando que as placas comunicam informações importantes. “A partir dessa leitura, porque trabalha bastante a alfabetização nessa faixa etária, fizemos uma contextualização, dialogamos. Eles falaram que já viram essa ou aquela placa, quando estavam indo para algum lugar, quando estavam no carro. E a partir daí eles começaram a observar mais. Nos outros dias eles vieram falando que tinham visto placas diferentes”, observa.

Em outra etapa as crianças assistiram a um vídeo mostrando as placas e o que significam, passando depois para a confecção das próprias sinalizações, para que pudessem tê-las em mãos e levar nas outras salas da ECSA. Nas classes de Educação Infantil eles mostraram as placas, falando o que cada uma estava querendo dizer, conta a professora. Em uma nova etapa, os alunos foram para o entorno da escola para identificar as “placas falantes” e entender o que representavam naqueles contextos.

O interessante, revela Ana Paula, é que isso reverberou dentro de casa e os próprios pais trouxeram um feedback sobre os efeitos daquela atividade. “Os pais me deram retorno falando que as crianças estavam mais observadoras no carro, já não estavam mais nem no tablet ou celular, querendo observar as ‘placas falantes’. Eles começaram a falar mais com os pais que aquela placa significava não estacione, a outra pare”, lembra.

Segundo a professora, foi uma atividade relativamente simples, mas que chamou bastante a atenção das crianças porque é algo que está na rotina delas. “Porque se eles não vivem aquilo, se não está na rotina, é mais difícil para eles compreenderem. Eu tentei colocar de uma maneira que eles pudessem compreender de uma forma mais lúdica com as placas, com eles mesmos explicando aos colegas, já trabalhando a oralidade deles. Deu super certo”, comemora Ana Paula.

Aprendizagem baseada em projetos: sabe o que é? Entenda!

Aluna do Ensino Infantil da ECSA, durante atividade de aprendizagem baseada em projetos

Você sabe o que é a aprendizagem baseada em projetos? Também chamada de Project Based Learning (PBL), o termo se refere ao modelo de ensino em que o processo de aprendizagem ocorre por meio de problemas e desafios.

Diferente do ensino convencional, há um maior estímulo à autonomia e protagonismo do aluno como parte da construção do conhecimento.

A aprendizagem baseada em projetos demanda todo um processo de pesquisa, elaboração de hipóteses, busca de recursos e aplicação do conhecimento e da informação.

Neste post, vamos mostrar em detalhes o que é a aprendizagem baseada em projetos, quais seus benefícios e a importância da sua aplicação na proposta pedagógica

Aprendizagem Baseada em Projetos

Antes de mais nada, é preciso entender: o que é a aprendizagem baseada em projetos? Em resumo, é uma metodologia de ensino onde o aluno se envolve com diferentes desafios e tarefas para desenvolver um projeto, ou mesmo um produto.

Esse modelo é baseado em projetos que integram diferentes áreas do conhecimento e aprendizados. Assim, ele estimula um maior desenvolvimento de competências, além de características como:

– Criatividade;

– Autonomia;

– Trabalho em equipe;

– Protagonismo do aluno;

– Pensamento crítico.

No contexto da Educação Básica, ela promove um desenvolvimento de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Isto é, além de moderna, a aprendizagem baseada em projetos traz um processo de ensino desafiador, proporcionando todo um contexto de experimentação aos alunos.

A aplicação da Aprendizagem Baseada em Projetos

E como ocorre a aplicação da aprendizagem baseada em projetos? No contexto da Educação Básica nas escolas particulares em Cuiabá, especialmente dentro da escola integral, essa metodologia de ensino é baseada na proposição de um problema ou desafio aos alunos.

Com a formação de grupos ou não, os alunos devem investigar as possíveis causas do problema, ou soluções para o desafio.

É proposta também a elaboração de hipóteses, o que estimula o pensamento crítico e a autonomia do aluno.

Com o reconhecimento das origens do problema, o estudante pode definir as táticas aplicadas em sua resolução. Assim, por meio de seu planejamento, os alunos devem passar para a execução do plano.

O objetivo é fazer com que os alunos sejam capazes de interagir e vivenciar a sua realidade, além de estabelecer uma ideia sobre o certo e errado.

A aprendizagem baseada em projetos traz alguns benefícios com sua aplicação. Por meio dela, o estudante é capaz de propor soluções e prevenções de forma muito mais fácil e crítica. 

Em que é baseada esse tipo de aprendizagem?

O principal propósito da metodologia é incentivar os alunos em seu aprendizado de forma autônoma, com muito mais participação.

Há um maior estímulo para que ele possa aprender a lidar com problemas e situações comuns em sua rotina.

Assim, a proposta é que o estudante seja o centro nesse processo de aprendizagem, com uma participação mais ativa, sendo responsável na construção do seu próprio conhecimento. 

Mas o que é ser um estudante protagonista?

Tradicionalmente, conhecemos o ensino como a prática onde o professor, em sala de aula, ministra a matéria aos alunos.

Esse modelo de ensino centraliza a figura do educador, fazendo com que haja menos espaço para a participação do aluno nesse processo.

Com o protagonismo do aluno em seu processo de aprendizagem, em uma relação de troca com o educador, há mais espaço para um desenvolvimento completo do estudante.

Em um plano de aula aprendizagem baseado em projeto, o protagonismo do aluno é algo estimulado de forma recorrente, sendo um grande diferencial da escola moderna.

E é exatamente o que acontece com a aprendizagem baseada em projetos. Aqui, há um espaço maior para que o aluno seja a fonte na construção do seu próprio conhecimento, o que traz alguns benefícios. 

Desenvolvimento da autonomia do aluno

Um deles, por exemplo, é o desenvolvimento de uma maior capacidade de autonomia do estudante. O protagonismo do aluno é um dos responsáveis, no contexto da Educação Básica, por estimular uma maior autonomia.

É possível que a criança e o adolescente possam aprender a “caminhar com as próprias pernas”, construindo de forma autônoma o seu conhecimento. 

Estimular a criatividade

Outro dos benefícios da aprendizagem baseada em projetos é um maior estímulo da criatividade. Com foco em seu próprio aprendizado, é mais fácil ao estudante desenvolver sua capacidade criativa.

O fator essencial para que isso ocorra é a maior participação dele na construção do seu conhecimento, dentro e fora de aula.

O aluno desenvolve ainda outras capacidades, como a de análise de situações e o gerenciamento de pensamentos. 

Incentivar o pensamento complexo

O incentivo ao pensamento complexo, aliás, além do próprio gerenciamento em si, é outro benefício da aprendizagem baseada em projetos.

A metodologia de ensino garante que o estudante possa perceber a realidade sob diferentes pontos de vista, o que é essencial para um desenvolvimento completo e a inserção do aluno na convivência em sociedade. 

O aluno como fonte de conteúdo

Ainda é possível citar como benefício da aprendizagem baseada em projetos e do protagonismo do aluno a sua transformação em fonte de conteúdo.

Dar ao estudante a chance de utilizar o espaço em sala de aula para que possa se desenvolver é permitir um aprendizado compartilhado, a partir de diferentes perspectivas e experiências.

Assim,o aluno pode adquirir novos conhecimentos por meio do ambiente escolar, com a integração de todos. 

ECSA e o protagonismo do aluno

Na ECSA, escola em Cuiabá, acreditamos que para preparar os alunos para a vida, devemos inseri-los na sociedade por meio das experiências.

Investimos não apenas em um ensino por meio da aprendizagem baseada em projetos, como também através do estímulo ao protagonismo do aluno.

Sabemos, também, que o mundo está em constante movimento e evolução, o que nos convoca a uma escuta genuína sobre as transformações sociais e geracionais.

Nesse sentido, temos como compromisso APRENDER para ENSINAR!

O coletivo da ECSA é construído através de um olhar individual para cada um de nossos alunos. Um olhar que considera a diversidade como possibilidade de convivência ética e de valorização humana, reconhecendo-a como construção histórica, cultural e social e que deixa marcas importantes na formação das crianças.

Quer saber mais sobre como o protagonismo do aluno é desenvolvido na ECSA? Acesse nosso site e veja como o aprendizado é construído aqui!

Quero acessar o site da ECSA!

Dicas de como educar um filho no uso de tecnologias para educação

Aluno da ECSA segurando projeto de tecnologia

Cada vez mais, a tecnologia faz parte da educação no contexto das escolas. Mas será que é possível educar um filho com uso desse recurso?

Apesar de muitos pais ainda terem um certo receio em permitir o contato da criança com dispositivos eletrônicos, o uso dessa ferramenta apresenta aspectos positivos que não podem ser ignorados.

Nossas crianças estão inseridas em um universo cada vez mais digital e conectado. Sendo assim, é fundamental buscar formas de aliar a educação com o uso da tecnologia. 

Educação e tecnologia

Educação e tecnologia são dois temas que estão cada vez mais unidos. E educar um filho com uso desse recurso deverá ser algo comum em nossa rotina.

Quando aplicado de forma intencional e planejada, o uso da tecnologia na educação pode trazer benefícios ao processo de aprendizado e desenvolvimento da criança e do adolescente.

A inovação tecnológica no contexto do ambiente escolar, aliás, já está mostrando resultados de sua aplicação.

Melhora nos processos de aprendizagem

O uso da tecnologia na educação vem sendo atrelado ainda a uma melhora no processo de aprendizagem, mas sem alterá-lo de forma brusca.

A tecnologia não deve ser vista como um inimigo do aprendizado, nem tampouco vai revolucionar o que acontece em sala de aula.

Ela pode ser usada tanto por pais quanto por educadores no trabalho com diferentes conteúdos, facilitando e otimizando o processo de aprendizagem.

No ensino de disciplinas como ciências e de exatas, a tecnologia auxilia na melhor visualização e entendimento de conceitos.

Diversos aplicativos vêm sendo desenvolvidos com objetivo de melhorar o aprendizado em fases do Ensino Infantil e Fundamental (Anos Iniciais e Finais).

Um estudo realizado na Colômbia, com 125 estudantes das 7ª e 8ª séries, concluiu que a tecnologia empregada no processo de aprendizagem aumentou em 81% a capacidade dos estudantes em interpretar e utilizar gráficos.

Por que usar a tecnologia na Educação Infantil?

Como é possível notar, a aplicação da tecnologia no contexto da educação pode trazer benefícios como o estímulo e otimização do processo de aprendizado.

Aplicada à proposta pedagógica das escolas, por exemplo, esse é mais um recurso que o educador possui para ensinar o aluno.

Seu uso no processo de ensino e aprendizagem tem por objetivo estabelecer uma parceria com a educação, fazendo com que todo esse processo ocorra de forma otimizada e moderna, tornando o material mais atraente aos alunos.

Educar um filho com uso de tecnologia: é possível?

Mas será que é possível educar um filho associando educação e tecnologia no ambiente escolar? A importância da tecnologia na educação está cada vez mais visível.

E isso está acontecendo não apenas no contexto escolar, como também fora dele. A internet, jogos e aplicativos desenvolvidos para o aprendizado abriram um grande espaço para o estímulo à construção do conhecimento.

Educar um filho com uso de tecnologia não é apenas possível, como também recomendado. E a melhor forma de se fazer isso é buscar conhecer esse novo mundo ao lado dos pequenos.

Dicas de como educar um filho no uso de tecnologias para educação

Cabe aos pais saber como educar seus filhos a fazer uso da tecnologia. Mas o que é necessário considerar para fazer com que as crianças consigam aprender com tecnologia?

Educar um filho não é tarefa fácil, contudo, a tecnologia deve servir como uma ferramenta para te auxiliar nesse processo, e não o contrário. No entanto, é preciso levar em consideração alguns pontos importantes.

Para te ajudar, separamos aqui algumas dicas de como educar um filho no uso de tecnologias para educação. Confira!

São os pais que decidem

Em primeiro lugar, é essencial entender que são os pais que decidem sobre a forma como a tecnologia será aplicada no aprendizado da criança no ambiente familiar, e quando isso vai acontecer.

O ideal é que essa decisão seja tomada com consenso de ambos os responsáveis, levando em conta a maturidade e entendimento da criança.

É importante que todo um contexto seja avaliado antes. Justamente por isso é que são os pais que decidem sobre como educar um filho com a tecnologia, já que são eles quem convivem com a criança.

Estabeleça regras claras

Outro ponto importante é o estabelecimento de regras claras sobre o uso de smartphones e tablets. Antes de deixar a criança ter o contato com dispositivos eletrônicos, é necessário que algumas normas sejam criadas entre pais e filhos.

Desse modo, é possível auxiliar a criança a ter um maior autocontrole no uso da tecnologia, otimizando seu uso para a educação.

Delimitar quais tipos de aplicativos a criança vai usar também é um ponto bem importante. 

Responsabilidades em primeiro lugar

Mas tudo isso deve acontecer com responsabilidade por parte da criança. É fundamental que ela tenha compreensão de suas responsabilidades no ambiente familiar e escolar, caso já esteja frequentando a escola.

Fazer com que a criança assuma algumas responsabilidades antes do contato com a dispositivos e cumpra algumas tarefas combinadas pode ajudar com o uso das novas tecnologias para educação. 

Ensinar a usar a tecnologia

Para aprender com a tecnologia, a criança deve saber utilizá-la. E para isso, os pais podem instruir os filhos quanto ao seu uso para o aprendizado.

Estimular a criança ao saber por meio das novas tecnologias é uma das ferramentas proporcionadas por ela. Assim, o uso controlado e direcionado pode otimizar a construção de diversos conhecimentos nos pequenos.

Para que isso aconteça, a instrução dos pais quanto ao uso da tecnologia  deve ser uma das prioridades. 

Proporcionar leituras online

Outra forma de fazer com que os pequenos aprendam com a tecnologia é proporcionar leituras online. Cada vez mais obras literárias estão inseridas no contexto da tecnologia.

E usar os dispositivos eletrônicos para a leitura pode ser uma forma de criar esse hábito desde cedo. Isso, claro, não impede, e nem deve impedir, o contato da criança com os livros.

A tecnologia serve como ferramenta de acesso aos livros, permitindo que a educação dos filhos tenha mais uma forma de acontecer. 

Escolha criteriosa de recursos

Outra das dicas de como educar um filho no uso de tecnologias para educação é a escolha criteriosa dos recursos que serão usados.

Aplicativos, recursos online, sites, jogos e atividades e outros exemplos de tecnologia  devem ser escolhidos de acordo com a idade e entendimento da criança.

A escolha deve passar antes por uma análise sobre o que a criança pode e deve acessar, e o que ainda não. Além disso, uma conversa com os pequenos para instrução e orientação, esclarecer dúvidas, alertar sobre perigos e riscos é indispensável.

Conseguiu entender como fazer para educar um filho com a tecnologia e como ela pode ser uma aliada? Aproveite para ficar atualizado e receber mais dicas assinando a nossa Newsletter!

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O domínio das áreas do conhecimento no Ensino Fundamental II

Alunos no Ensino Fundamental II da ECSA

As áreas do conhecimento no Ensino Fundamental II são definidas de acordo com o que estabelece a Base Nacional Comum Curricular.

Para essa fase da Educação Básica, a proposta pedagógica deve englobar disciplinas e conteúdos que forneçam ao aluno a possibilidade de um aprendizado completo.

Nesse período, que compreende do 6º ao 9º ano, há um maior foco no aprofundamento do conhecimento que a criança construiu ao longo das etapas anteriores.

Essa nova fase busca ainda preparar o estudante para as próximas etapas do aprendizado. Nesse sentido, há também um objetivo de inserção do estudante em novos contextos sociais. 

O Ensino fundamental II

O Ensino Fundamental II representa uma etapa de aprofundamento das áreas do conhecimento. Para isso, o estudante tem um contato maior com disciplinas e conteúdos complexos, com educadores especializados.

O direcionamento dessa fase busca fazer com que haja um desenvolvimento completo de diversas habilidades e capacidades. Para tanto, isso exige toda uma estrutura de apoio para que haja uma continuidade no processo de aprendizado.

A escola, em um trabalho conjunto ao do professor, deve garantir um suporte maior na construção de competências, como a autonomia e independência.

A Base Nacional Comum Curricular do Ensino Fundamental anos finais

Para promover o desenvolvimento do aluno durante o Ensino Fundamental II, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) traz alguns direcionamentos.

A BNCC Ensino Fundamental Anos Finais estabelece a aplicação de algumas diretrizes para essa fase da Educação Básica. Aqui, há um maior destaque aos processos de aprendizagem considerados essenciais ao desenvolvimento e construção do conhecimento do estudante.

O documento define que o aluno precisa lidar com diferentes lógicas de organização, especialmente em relação aos conhecimentos de determinadas áreas.

Em comparação com outras fases do ensino, uma das principais mudanças no Ensino Fundamental II está na definição de um conjunto de 10 competências gerais.

De acordo com a BNCC, essas competências nada mais são do que a “mobilização de conhecimentos (conceitos e procedimentos), habilidades (práticas, cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho.” (BNCC).

Ainda se destaca o fortalecimento da autonomia do aluno. Isso é feito para garantir condições e ferramentas para que ele possa acessar e interagir criticamente com diferentes conhecimentos e fontes de informação. 

O Ensino Fundamental 2 – do 6º ao 9º ano

Todo esse processo é realizado no período que compreende do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental. Aqui, tanto o aluno quanto o educador precisam lidar com diferentes desafios e obstáculos.

Existe uma mudança nas competências e habilidades a serem desenvolvidas em comparação com o período anterior, uma vez que as atividades e disciplinas empregadas também passam por mudanças no decorrer de cada série. 

6º ano do Fundamental 2

No 6º ano do Ensino Fundamental II, o aluno tem um impacto maior, pois há uma mudança em relação às disciplinas e áreas do conhecimento abordadas em sala de aula.

A matéria aprendida ganha uma complexidade maior, exigindo do aluno uma adaptação, que acontece com auxílio do educador.

As mudanças na rotina de aprendizagem fazem com que o aluno demonstre uma maior capacidade de autonomia, o que ainda serve para destacar seu protagonismo no processo de aprendizagem.

7º ano do Fundamental 2

No ano seguinte, ainda existe uma necessidade de acompanhamento dos estudantes devido às mudanças que ocorrem nessa fase.

A escola adota em sua proposta pedagógica um trabalho com temas transversais, de modo mais claro, estimulando a capacidade de análise e desenvolvimento do aluno.

8º ano do Fundamental 2

No 8º ano do Ensino Fundamental II, as disciplinas propõem um maior desafio. Há um foco ainda maior no desenvolvimento da autonomia do aluno.

Nesse período, existe também um estímulo para uma maior produtividade em comparação aos anos iniciais do Ensino Fundamental.

O objetivo é fazer com que o estudante possa se preparar para o seu ingresso em um novo ambiente de aprendizado.

9º ano do Fundamental 2

No último ano do Ensino Fundamental II, o aluno passa pelos desafios de maior complexidade desta fase da Educação Básica. Isso porque é aqui onde se dá início a transição para o Ensino Médio.

Nesse sentido, se exige do aluno um aprendizado com maior adaptação às novas realidades, especialmente em sua forma de se relacionar com novos conhecimentos e ambientes. 

Ensino Fundamental II e as áreas do conhecimento

Com a homologação da Base Nacional Comum Curricular em 2018, a estrutura do Ensino Fundamental II passou a ser organizada de acordo com as áreas do conhecimento e seus componentes curriculares.

As áreas do conhecimento são divididas na grade curricular do Ensino Fundamental II em Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas. 

Dentro de cada uma delas, estão separados ainda os componentes curriculares:

– Linguagens – Língua Portuguesa, Arte, Educação Física e Língua Inglesa;

– Matemática – Matemática;

– Ciências da Natureza – Ciências;

– Ciências Humanas – Geografia e História. 

O domínio das áreas do conhecimento e o protagonismo juvenil

Mas como o domínio das áreas do conhecimento acontece na fase do Ensino Fundamental II? Na ECSA, esse domínio é estimulado por meio do protagonismo juvenil.

Especialmente com a aplicação da Escola Integral, o aluno da ECSA tem a oportunidade de vivenciar o conhecimento através da experimentação com ambiente, projetos e práticas pedagógicas, que favorecem o desenvolvimento cada vez mais de sua autonomia.

Adotamos como pilar o cuidado em dar o mesmo tratamento e respeito a todos os nossos alunos, sem esquecer que cada um é único e com suas próprias particularidades.

Conceituada escola em Cuiabá, a ECSA tem como principal objetivo incentivar seus alunos  a ampliar as possibilidades e colocar as ideias em prática em um exercício constante de autonomia e autoconfiança.

Nosso processo de aprendizagem prioriza o ensino com excelência, a inserção de novos conhecimentos e a preparação integral da criança e do jovem, visando futuros desafios.

Quer saber mais sobre como o domínio das áreas do conhecimento acontece na ECSA? Então agende uma visita e veja como aqui o protagonismo do aluno é o que constrói o seu aprendizado!

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Anos iniciais e finais do Ensino Fundamental: 5 maiores dúvidas!

Aluna do Ensino Fundamental da ECSA

O Ensino Fundamental é uma das etapas mais importantes da Educação Básica no Brasil. Dividido em duas fases – Ensino Fundamental 1 e 2 – é aqui onde o aluno desenvolve grande parte do seu aprendizado.

Mas você sabe o que os alunos aprendem no Ensino Fundamental? Sabe como essa etapa da educação é estruturada?

Neste post, separamos algumas das principais dúvidas que os pais têm sobre os anos iniciais e finais do Ensino Fundamental. Continue a leitura e saiba mais sobre essa fase tão importante para o desenvolvimento da criança e do adolescente! 

Ensino Fundamental Completo: como é estruturado?

Primeiro, é preciso entender como o Ensino Fundamental completo é estruturado. Como citamos, essa fase da educação do aluno é dividida em duas fases principais.

O Ensino Fundamental I, por exemplo, compreende o período do 1º ao 5º ano, para estudantes de 6 a 10 anos de idade. Já a segunda etapa – Ensino Fundamental II – abrange o período entre o 6º ao 9º ano – alunos entre 11 e 14 anos.

Em ambas as fases são estabelecidas algumas diretrizes, especialmente por meio da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). De um modo geral, essas diretrizes definem os moldes de como deve acontecer o desenvolvimento e o processo de aprendizado do aluno no ambiente escolar.

As 5 maiores dúvidas sobre o Ensino Fundamental

Mas, agora que você já sabe como é estruturado o Ensino Fundamental, é hora de responder algumas das principais dúvidas que os pais têm sobre essa fase da Educação Básica.

Separamos 5 dos questionamentos mais comuns a respeito de ambas as fases dessa etapa do ensino. Confira! 

01 – O que é BNCC Ensino Fundamental?

Uma das maiores dúvidas sobre o Ensino Fundamental é o que é a Base Nacional Comum Curricular. Ela nada mais é do que o documento que define, seja para o Ensino Fundamental, Infantil ou Médio, as aprendizagens essenciais que devem ser desenvolvidas ao longo da Educação Básica.

Para o Fundamental, ela traz habilidades e competências que o aluno deve desenvolver durante a Educação Básica, sendo definidas como:

Habilidades – expressam os aprendizados essenciais, os quais devem ser assegurados ao aluno;

Competências – é tida como a mobilização de conhecimentos – conceitos e procedimentos -, habilidades práticas, cognitivas e socioemocionais -, atitudes e valores essenciais ao pleno exercício da cidadania.

A BNCC do Ensino Fundamental ainda é dúvida para ambas as fases do Fundamental. 

(BNCC) Ensino Fundamental Anos Iniciais

Para os anos iniciais do Fundamental, a BNCC preza pela valorização de situações lúdicas para a aprendizagem. Neste período, há uma maior articulação com as experiências do aluno na Educação Infantil.

(BNCC) Ensino Fundamental Anos Finais

Já no Fundamental 2, os alunos devem lidar com problemas e situações mais complexas. Nessa fase, se busca desenvolver o conhecimento e as capacidades do aluno para o seu ingresso no Ensino Médio.

O estudante é colocado à frente de diferentes lógicas de organização, especialmente quanto aos conhecimentos relacionados às áreas. Isso porque, nesse período, a necessidade de especialização e aprofundamento das disciplinas é maior. 

02 – O que são os Planos de Aula para o Ensino Fundamental?

Outra dúvida comum é sobre o que são os planos de aula para o Ensino Fundamental. Em resumo, o plano de aula é uma ferramenta indispensável para o educar.

Isso porque é por meio dela que o professor consegue organizar e otimizar o conteúdo e as informações que serão transmitidas em sala de aula.

O plano de aula também tem como objetivo concretizar, no ambiente escolar, o que a escola busca atingir com a proposta pedagógica. Além disso, é no plano que também está o método de avaliação, usado para ao final de cada matéria. 

03 – O que são as diretrizes curriculares nacionais do Ensino Fundamental?

Além do plano de aula e da BNCC, outro termo que causa dúvida nos pais são as diretrizes curriculares nacionais do Ensino Fundamental. As diretrizes nada mais são do que os fundamentos indispensáveis a serem aplicados em sala de aula.

Para que o direito ao ensino seja exercido em toda Educação Básica, as diretrizes curriculares são estabelecidas para direcionar o que a escola deve aplicar aos alunos.

As diretrizes permitem que se estabeleça, em todas as instituições de ensino, um mesmo parâmetro.

Sempre com total respeito ao desenvolvimento de um aprendizado multicultural, respeitando as diversidades do país. As diretrizes ainda levam em consideração cada região e suas peculiaridades. 

04 – Como é o processo de aprendizagem no Fundamental?

Mais uma dúvida bastante frequente sobre os anos iniciais e finais do Ensino Fundamental é a respeito do processo de aprendizagem. Como ele se dá nessa fase? O que é aplicado em sala de aula para o desenvolvimento do aluno?

Em ambas as fases, a escola busca inserir o aluno na sociedade, desenvolvendo suas capacidades e habilidades intelectuais, culturais, sociais e cognitivas.

Além das disciplinas básicas, como Português, Matemática, História e Geografia, o aluno tem  contato com atividades complementares. Com isso, busca-se também a construção de um conhecimento mais amplo.

O processo de aprendizagem também desenvolve a criatividade, o raciocínio lógico, a interpretação de texto, além de estimular o hábito da leitura. 

05 – Como funciona a Escola Integral?

Por fim, a última dúvida é sobre como funciona a Escola Integral. Semelhante ao ensino convencional, na Escola Integral, o aluno tem contato com disciplinas e atividades tradicionais.

Nesse modelo de ensino, há um aprofundamento maior do aprendizado, fazendo com que esse processo seja estendido. Dessa maneira, o aluno tem a chance de aprender por diversas formas diferentes, o que auxilia em sua completa formação.

O período integral de ensino busca atender às demandas atuais das famílias e dos estudantes.

Quer saber mais sobre a Escola Integral e como ela colabora para o aprendizado do aluno? Então venha fazer um Tour Virtual e conheça mais de perto a ECSA, escola particular em Cuiabá!

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5 brincadeiras lúdicas essenciais no desenvolvimento da criança

Aluna da ECSA, realizando atividades inseridas na proposta pedagógica

As brincadeiras lúdicas são uma das principais ferramentas usadas pela escola para o desenvolvimento da criança. É por meio delas, por exemplo, que o aluno pode aprender  mais sobre raciocínio lógico e desenvolver habilidades cognitivas.

Sendo assim, o lúdico acaba sendo parte essencial do currículo do aluno em sala de aula no Ensino Infantil.

São essas atividades lúdicas que oferecem à criança a oportunidade de aprender por meio da experimentação. Para a construção de habilidades sociais, intelectuais, sensoriais e cognitivas, isso é fundamental.

Mas quais brincadeiras lúdicas podem ser usadas no desenvolvimento da criança? É exatamente isso que você vai ver neste post. Confira! 

Qual o papel da brincadeira no desenvolvimento infantil?

É necessário, primeiro, entender qual o papel da brincadeira no desenvolvimento infantil. Isto é, como o lúdico contribui para a formação do conhecimento do aluno na fase do Ensino Infantil.

Logo, é possível afirmar que a criança aprende brincando. Por meio desse tipo de atividade, é mais fácil para o aluno se inserir no ambiente escolar.

Através da atividade lúdica, há um estímulo muito maior ao desenvolvimento psicológico, social e cognitivo da criança. Desse modo, o aluno se desenvolve em várias áreas.

O que é ludicidade? 

Mas o que podemos entender por ludicidade na Educação Infantil? Como é possível classificar uma atividade como lúdica?

Embora o recurso seja exemplificado em forma de brincadeira, o lúdico vai muito além disso.

Essa forma de ensinar e promover o desenvolvimento da criança pode ser definida como uma atividade que estimula a expressão de liberdade e espontaneidade do aluno, a qual   se dá por meio meio de ferramentas que proporcionam o divertimento, tais como:

– Brinquedos;

– Atividades direcionadas;

– Músicas;

– Danças;

– Representações artísticas.

Além do divertimento, que faz parte do processo, a ludicidade ainda garante a construção do conhecimento.

Há o desenvolvimento do aprendizado com um maior protagonismo do aluno. Justamente por isso é que as escolas particulares de Cuiabá vêm adotando cada vez mais o lúdico como forma de ensinar, já presente na proposta pedagógica.

A importância do brincar no desenvolvimento infantil

A importância do brincar para o desenvolvimento cognitivo da criança se destaca ainda pelo que estabelece a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O documento traz em suas diretrizes os direitos de aprendizagem e desenvolvimento da criança, entre eles o brincar (conviver, participar, explorar, expressar-se e conhecer-se).

A BNCC Educação Infantil ainda estabelece os campos de experiência, fundamentais para que a criança possa aprender e se desenvolver:

– O eu, o outro e o nós;

– Corpo, gestos e movimentos;

– Traços, sons, cores e formas;

– Escuta, fala, pensamento e imaginação;

– Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações.

Para o desenvolvimento do aluno, e a partir da aplicação dos campos de experiência, as atividades lúdicas garantem benefícios como:

– Desenvolvimento de capacidades cognitivas e motoras;

– Estímulo à psicomotricidade da criança;

– Maior exploração de habilidades;

– Desenvolvimento da criatividade, fantasia e imaginação.

É possível afirmar que a importância do brincar no desenvolvimento infantil está justamente em seus benefícios, dentre os quais ainda podemos citar a autonomia.

A autonomia infantil

A autonomia infantil é a capacidade da criança de tomar decisões por conta própria, baseada em experiências.

Essa capacidade desempenha o papel de conscientizar o aluno a respeito da importância de cada uma de suas decisões. E com auxílio das brincadeiras lúdicas, a escola tem uma ferramenta a mais para auxiliar no desenvolvimento dessa autonomia.

A autonomia da criança serve para demonstrar como cada uma de suas ações podem trazer consequências, boas ou ruins.  

Brincadeiras lúdicas para Educação Infantil

Mas para que isso aconteça, é essencial que as brincadeiras lúdicas façam parte da Educação Infantil, dentro e fora da escola.

Por conta da importância desse tipo de atividade, é necessário encontrar formas de aplicar esse modelo de aprendizagem em sala de aula e no ambiente familiar.

Separamos aqui cinco exemplos de brincadeiras lúdicas essenciais para o desenvolvimento infantil. Confira! 

Pintura, desenho e colagem

Um dos principais tipos de brincadeiras lúdicas que podem ser aplicadas no contexto do Ensino Infantil. A pintura, o desenho e a colagem permitem que os pequenos, desde cedo, tenham a chance de se expressar de diferentes formas.

A arte, por sua vez, auxilia não apenas no desenvolvimento da criatividade, como também na autoestima. Justamente por isso é que esse tipo de atividade é tão empregada nessa fase do aprendizado.

Jogos de tabuleiro

Os jogos de tabuleiro são responsáveis por desenvolver o raciocínio lógico, parte essencial do aprendizado infantil.

Por meio deles, o aluno é desafiado a pensar de forma crítica e analítica, além de estimular a organização. Para as ciências exatas, essa é uma característica fundamental.

E quando desenvolvida mais cedo, maior é a construção dos múltiplos conhecimentos do aluno.

Oficinas

No ambiente escolar, as oficinas lúdicas podem conciliar a construção do conhecimento com brincadeiras, criatividade e exploração do ambiente.

É possível que a criança interaja com outros alunos e educadores, fortalecendo trocas afetivas e o desenvolvimento intelectual, especialmente no contexto da escola integral.

Por meio desse trabalho, é possível mobilizar, em pouco tempo, diversos assuntos. Para isso, as oficinas são desenvolvidas com base em situações presentes na rotina da criança, onde as produções artísticas ou atividades permitem a exploração e criatividade. 

Leituras

Essencial no desenvolvimento dos pequenos, a leitura é mais um tipo de atividade lúdica que deve ser praticada em casa e na escola. Por meio dela, o aluno tem a chance de estimular não apenas a linguagem, como também sua criatividade.

Há benefícios tanto para a formação da imaginação quanto de uma maior autonomia, construída por meio da leitura.

Jogos lúdicos em plataformas digitais

Outro tipo de atividade que pode ser aplicada tanto no contexto familiar quanto na escola são os jogos lúdicos em plataformas digitais.

Smartphones, tablets e computadores estão cada vez mais inseridos na rotina da criança, e podem ser usados como ferramentas para o desenvolvimento do raciocínio lógico dos pequenos.

Diversos jogos e aplicativos digitais são projetados justamente para abordar questões pedagógicas, ajudando pais e professores a estimular o aprendizado de diferentes formas.

Gostou das dicas? Então aproveite para conferir também “Como é a rotina da criança na Educação Infantil” e entenda melhor qual o papel das brincadeiras lúdicas no desenvolvimento da criança no Ensino Infantil!

Quero saber mais sobre rotina da criança!

Como é feito o domínio da leitura no Ensino fundamental I?

Alunos da ECSA em atividade de leitura

O domínio da leitura é um dos principais objetivos do Ensino Fundamental I. O aprimoramento dessa capacidade, além da interpretação de texto, é essencial para o desenvolvimento e aprendizado do aluno.

Por isso que o tema é tratado com atenção no plano de aula do Ensino Fundamental I. Isto é, para que o aluno possa construir o seu conhecimento, o estímulo ao aprendizado da leitura é algo que deve acontecer de forma amplamente organizada.

A ECSA segue as diretrizes estabelecidas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) Ensino Fundamental Anos Iniciais.

Saiba mais sobre como é feito o domínio da leitura no Ensino Fundamental 1! 

Ensino Fundamental I: importância da leitura e interpretação de texto

Antes de saber como é feito o domínio da leitura, é essencial entender qual a importância não só da leitura, como também da interpretação de texto no Ensino Fundamental I.

De um modo geral, ambas as capacidades fazem parte do desenvolvimento e da construção do conhecimento do aluno.

Ler e interpretar são habilidades fundamentais para a inserção do aluno no convívio social, bem como para sua interação com a sociedade.

Podemos dizer então que a relevância da leitura e da interpretação de texto é indiscutível dentro da Educação Básica no Brasil.

O objetivo do Ensino Fundamental I é justamente desenvolver o domínio da leitura do aluno e interpretação de texto, pois nesta etapa da educação é realizado um aprimoramento de ambas as capacidades.

O aprimoramento da leitura e interpretação de texto

Esse aprimoramento em sala de aula na fase do Ensino Fundamental I é algo que deve fazer parte da proposta pedagógica de toda instituição de ensino, em especial da escola integral.

É em sala de aula que o aluno tem não apenas a oportunidade de criar o hábito da leitura, como também dominar essa capacidade.

A construção desse domínio é feito em três fases:

– Pré-compreensão: fase onde há uma inserção do aluno no ambiente escola, com estímulo ao contato com a leitura;

– Compreensão: nesse momento, é desenvolvida a compressão do texto, entendendo a mensagem ali escrita;

– Interpretação: fase onde o aluno é capaz de apresentar suas próprias respostas sobre o que compreendeu do texto.

Objetivo do Ensino Fundamental I

As três fases são estabelecidas visando um desenvolvimento completo da capacidade de leitura do aluno. Este, aliás, é um dos principais objetivos do Ensino Fundamental I.

Como estabelece a BNCC do Ensino Fundamental (Anos Iniciais), período que compreende do 1º ao 5º ano, esse período tem como foco o desenvolvimento de habilidades e competências específicas.

São elas que possibilitam a articulação horizontal entre os anos do Ensino Fundamental, fazendo com que o estudante possa vivenciar o aprendizado de uma forma completa.

Trabalho pedagógico: como criar o hábito de leitura

O trabalho pedagógico, especialmente na busca pelo domínio da leitura no Ensino Fundamental I é essencial.

Esse trabalho dos educadores é feito com foco em auxiliar o aluno a compreender os principais aspectos da língua, além da sua capacidade em interpretar a mensagem transmitida por um texto. São estabelecidas algumas práticas no ambiente escolar, como:

– Estabelecer conexões e associações – estímulo à associação entre o texto e a vida real, com base nas experiências do aluno;

– Perguntas a respeito dos textos – questões cujas respostas ajudam a criança a assimilar a ideia central de um texto;

– Criação de imagens mentais que facilitem a compreensão – estímulo à criação de imagens mentais que facilitem a compreensão da leitura.

Plano de aula no Ensino Fundamental I

Todas essas práticas são parte do plano de aula desenvolvido para o auxílio na compreensão e domínio da leitura.

A organização do planejamento do conteúdo que será ministrado em sala de aula tem como foco garantir as ferramentas necessárias ao desenvolvimento da criança.

Dentro da proposta pedagógica, o aluno pode construir não apenas o hábito de leitura e interpretação de textos, como também estimular o seu pensamento crítico.

Dentro da rotina da criança em sala de aula, as atividades voltadas ao domínio da leitura são ministradas com um completo estímulo ao desenvolvimento intelectual, cultural e social do estudante.

Atividades com leitura e interpretação de texto

As atividades com leitura e interpretação de texto, tais como a leitura e escrita em grupo, são norteadores na busca pela criação desse hábito.

Em sala de aula, com orientação do educador, o aluno tem a oportunidade de aprender através da ludicidade e da interação com o ambiente e seus colegas.

Rodas de leitura entre os alunos, por exemplo, é uma oportunidade perfeita para que a criança seja estimulada no domínio da leitura. Com a participação de todos, o incentivo é muito maior. 

O estímulo à leitura em família

Assim como o trabalho desenvolvido na escola, o domínio da leitura do aluno na etapa do Ensino Fundamental deve acontecer também no ambiente familiar. É essencial para a construção desse hábito que a prática se estenda para fora da sala de aula.

O hábito da leitura desempenha um papel essencial na formação e desenvolvimento do estudante. Mas isso só acontece quando escola e família atuam em conjunto para isso.

É preciso que os pais também busquem formas e meios de incentivar e despertar o interesse pelos livros nas crianças. Quanto antes esse trabalho for feito, mais rápido é a construção do domínio da leitura.

Sabendo da importância desse hábito, a ECSA, escola em Cuiabá, busca desenvolver um plano de aula nos anos iniciais do Ensino Fundamental com foco também no domínio da leitura e interpretação de textos.

Educar é o nosso compromisso, e para isso, garantimos que as crianças possam vivenciar situações desafiadoras, acolhedoras, seguras, que lhes permitam desenvolver as suas potencialidades, expressando-se com liberdade e responsabilidade.

Quer saber mais como o hábito e o domínio da leitura são desenvolvidos na ECSA? Então agende uma visita e veja de perto como ajudamos na construção do conhecimento!

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ECSA 35 anos – Uma escola sempre à frente de seu tempo

A Escola Chave do Saber (ECSA) completa nesta terça-feira (18 de maio) 35 anos de fundação. Nesse período a instituição avançou estruturalmente, possibilitando a criação de turmas do Integral, com a garantia de maior acessibilidade e manutenção de sua essência e proposta pedagógica. Fruto de um bom trabalho e ensino, a ECSA é também a escola de filhos de ex-alunos, demonstrando que as sementes plantadas no passado já estão sendo colhidas. Á frente de seu tempo, a ECSA continua atual e em plena evolução, sendo determinante para o sucesso e a formação de pessoas capazes de transformar suas realidades e conscientes de seu papel na sociedade.

A escola surgiu a partir da inspiração de um casal apaixonado por educação. Glória Regina Gahyva de Aquino (60 anos) e Raimundo Erlano Pereira de Aquino (65 anos) – popularmente conhecidos por “Dona Glória” e “Seu Aquino” – queriam fundar uma escola voltada para uma formação arrojada, considerando as demandas do mundo moderno, mas levando em consideração a construção do conhecimento e a teoria construtivista.

“Desde sua criação, nossa ideia era uma instituição onde os valores morais, educacionais e os valores do ser humano fossem considerados, evidenciados e priorizados”, lembra Glória. “Quando nós nos afastamos oportunizamos forças novas para dar sequência à ECSA. Hoje eu estou com 65 anos, quando saí da ECSA estava com 60 anos, então o pique das pessoas novas, sangue novo, é outro para dar sequência a essa empresa”, acrescenta Aquino.

A ideia do casal, que se despediu há seis anos da escola, se concretizou com a união de diversas pessoas, sob o mesmo propósito. Uma delas é a atual diretora da ECSA, Márcia Bezerra, que está desde 2015 no cargo. “Eu vejo a trajetória da ECSA como acredito que uma jornada deva ser, começando com a certeza daquilo que fazíamos, do que fazemos e sempre buscando novas maneiras de melhorar”. Ela conta que ao assumir a direção da escola, não se ateve a modismos, porém manteve um olhar atento às movimentações e transformações. “A escola estuda muito sobre tudo o que faz, porque é preciso ter uma propriedade e embasamento nas ações, ter sentido e buscar resultados que farão diferença”, salienta.

Para a diretora, a aquisição por um grande grupo educacional é um marco precioso dentro dessa jornada, “onde a ECSA foi enxergada como uma escola com potencial, diferenciada, que entrega resultado e onde se vê crianças felizes”. Márcia destaca outro diferencial que considera determinante do sucesso: a confiança das famílias. “Família é parceira, família se ajuda, família cai e se levanta, família se sustenta. Fez muita diferença durante a pandemia como a gente se apoiou, escola e família se apoiaram”.

Formando gerações

Um dos principais termômetros em relação aos resultados de todo esse empenho é a quantidade de ex-alunos que hoje têm filhos estudando na ECSA. É o caso de Mickael Monteiro Correa da Costa e Silva (26 anos), pai do Davi Lotufo Monteiro Costa e Silva, do 4º Ano, que fez todo o Ensino Fundamental na instituição. “Tanto eu como minhas irmãs tivemos uma experiência educacional muito enriquecedora até a saída para o Ensino Médio. Passado algum tempo, tendo constituído família e já com meu primeiro filho, fui visitar a escola e fiquei surpreso porque ela tinha mantido todos os valores, a essência que a gente gostava, que a gente acreditava, como tinha melhorado muitos outros aspectos de aprendizado, de tecnologia. Conseguiram se adaptar para entregar uma educação agora mais dinâmica e inovadora para os nossos filhos”, elogia.

Outro ex-aluno que fez questão de ver os filhos na ECSA é o João Paulo Gomes, de 39 anos, pai do Luiz Filipe Dias Gomes, do 3º ano integral, e da Luiza Dias Gomes, do maternal. “Eu acho que a escolha de colocar meus filhos na escola está relacionada a como isso moldou a minha vida”, analisa o administrador. “Eu não vi ninguém ensinando com a mesma qualidade, com mesmo engajamento que tive na ECSA. Isso para todas as áreas. Além de ter uma metodologia de ensino, um cuidado e um respeito excelentes, tem essa questão também de eu poder dar para eles o mesmo tipo de amizades boas que eu tive lá desde o início. Isso não tem preço”, frisa.

Diante do aniversário de 35 anos na escola, os alunos preparam homenagens e expressam seu amor e gratidão pela escola. Quanto às novidades e implementações que o futuro reserva à ECSA, ainda não existem afirmações – apesar das ideias e vislumbres serem inúmeros – o que sabemos é que sem dúvida será construído por e para a nova geração de alunos que a escola ansiosamente aguarda.

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