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Quem tem crianças em idade escolar sabe bem: no ambiente familiar e no ambiente educacional estão as relações que mais se transformaram diante dos desafios de 2020. Envolvida e atuante nesse contexto, a Saber Educação – rede dedicada à educação básica do grupo Cogna Educação -, em parceria com o Colégio Maxi e Escola Chave do Saber (ECSA), de Cuiabá, convidou Marcos Piangers, escritor do best seller “O Papai é Pop”, e Viviane Mosé, doutora em filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, para dialogar sobre a necessidade de repensar as estratégias na educação em um 2021 que já se mostra tão complexo e incerto. O evento digital é gratuito e será transmitido hoje (15), às 19h.

Com mediação da diretora pedagógica da Saber, Juliana Diniz, as palestras de Piangers e Mosé serão seguidas por em bate-papo entre esses convidados especiais. Diretor geral do Colégio Maxi, o professor Carlos Leão, conta que em relação ao calendário escolar de 2021, a unidade já trabalha com as três possibilidades diante da pandemia do novo coronavírus: manutenção das aulas online, adoção do modelo híbrido ou retorno das atividades presenciais. A última, para ele, deve acontecer somente após a liberação de vacinas contra o vírus.

“A escola já está adaptada para receber os alunos, caso isto seja definido. A experiência do que passamos em 2020 nos ajudará a conduzir as mudanças ainda necessárias para o próximo ano. Contamos também com a consultoria de um infectologista para atendermos às medidas de higienização e segurança, além da disponibilização de questionários semanais aos alunos sobre as condições de saúde”, acrescenta Leão.

Segundo a diretora pedagógica da ECSA, Márcia Bezerra, refletir desde agora sobre a importância da parceria entre família e escola nesse novo cenário é mais que importante, é fundamental. “Educação é sempre planejamento, por isso, discutirmos estratégias para 2021 neste momento. Na ECSA, estamos desde setembro com alguns alunos do Infantil de volta à escola, o que tem nos ensinado a respeito do modelo híbrido. Sabemos que aumentando o número de estudantes, também deveremos aumentar os cuidados”, finaliza.

Para participar da live, basta se inscrever no site: www.sabertalks.com.br .

A Saber

A Saber é a rede dedicada à educação básica do grupo Cogna Educação, uma companhia brasileira. Assumimos o compromisso inegociável com a educação de excelência, para que nossos mais de 31 mil alunos sejam protagonistas de sua trajetória de aprendizagem e encontrem seu sucesso como cidadãos e como profissionais. Atualmente com 17 marcas e 52 unidades em 13 estados mais o DF, além da escola de idiomas Red Balloon, a Saber também atua no âmbito do PNLD com a oferta de livros didáticos para mais de 118 mil escolas em todo o país.

Live tecnológica e com uso do ensino maker é promovida pela ECSA

Levar um laboratório de ciências com a cultura maker para dentro de casa é a proposta do Show Tech promovido pela ECSA nesta segunda-feira (14). A live interativa contará com a apresentação de experimentos que poderão ser feitos pelos internautas, além da criação de plataformas de gamificação com códigos de programação no Laboratório Tecnológico Maker. O objetivo é proporcionar momentos de muita criatividade, investigação e estímulo ao uso de novas tecnologias.

O Show Tech é organizado pela equipe pedagógica da ECSA responsável pela Sala Tech, que utiliza a metodologia maker nas atividades escolares. Entre os atrativos da live estão produções dos próprios alunos ao longo do ano no laboratório. Os projetos usam conceitos do ensino maker, como o raciocínio lógico, programação digital e recursos tecnológico, conforme explica a coordenadora da Sala Tech da ECSA, Mara Tereza dos Santos.

“Criaremos alguns projetos simples onde a criança possa fazer em casa, e mostraremos também alguns trabalhos já realizados na Sala Tech. A live será realizada ao vivo direto da ECSA, com todos os professores respeitando o distanciamento social e uso de máscaras. O espaço online estará aberto para interação do público de casa ”, acrescenta.

Com a live, o que era realizado em sala de aula será expandido para dentro de casa, possibilitando que toda a família possa interagir e aprender brincando. Outro recurso usado durante a atividade será o da gamificação, método que utiliza dinâmicas e ferramentas de jogos de videogames em outros ambientes. A metodologia passou a fazer parte das aulas da Sala Tech da ECSA em 2020 com a readequação de conteúdos por conta da suspensão das atividades presenciais em virtude da pandemia do novo coronavírus.

O Show Tech ECSA será transmitido ao vivo pelo canal da escola no Youtube, a partir das 17h30. A live é aberto para alunos, mãe, pais e responsáveis e a comunidade em geral. Clique aqui para acessar.

Turmas do Integral e Fundamental disputam jogo de soletração em inglês

Inspirada em competições realizadas por escolas americanas para aprimorar o vocabulário em inglês, a ECSA promoveu a final do Spelling Bee Contest com as turmas do Integral e Ensino Fundamental. A disputa, organizada pela Red Ballon, além de contribuir com a assimilação de palavras no idioma por meio da soletração também possibilita a interação entre as crianças.

Criado por volta de 1925 nos Estados Unidos, o Spelling Bee é realizado até hoje na maioria das escolas americanas. A competição é tão tradicional e importante que algumas disputas são transmitidas por canais de televisão e patrocinadas por fundações educacionais e empresas. Vence o competidor que soletrar mais palavras de maneira correta e em menor tempo.

Ao longo do ano, a ECSA promoveu três etapas da competição com as turmas matriculadas no programa Red Ballon. A grande final, realizada em 27 de novembro, envolveu todos os alunos de forma híbrida, com algumas crianças do Integral que retornaram às atividades presenciais e outras do Fundamental ainda com aulas digitais. A coordenadora de idiomas da ECSA, Fernanda Sousa, explica que um dos objetivos do jogo é melhorar o aprendizado em inglês das crianças.

“A atividade estimula a perceptividade dos alunos em um viés cultural, inserindo as palavras em diversos conceitos diferentes. Algumas delas possuem a pronúncia diferente do nosso idioma, por isso, treinar a escrita e soletração ajudam na compreensão. Além disso, a disputa também trabalha o lado sócio emocional das crianças, com a interação entre as turmas e o espírito competitivo”, conta.

Confira os vencedores do Spelling Bee da ECSA:

MATUTINO

1º lugar: Mateus Gomes Capistrano e Guilherme Moutinho da Costa Ticianelli

2º lugar: Serena Domingues e Caroline Penko Maximiliano Almeida

3º lugar: Diego Dias da Cunha e Mateus de Almeida Pimenta

 

VESPERTINO

1º lugar: Miguel Von Atzingen da Rocha e Mateus Gomes Capistrano

2º lugar: João Paulo Nascimento e Serena Domingues

3º lugar: Pedro Marques de Almeida e Diego Dias

Alunos da ECSA são medalhistas em olímpiadas nacionais

Os certificados dos ganhadores podem ser retirados na escola a partir do dia 14/12

 

Testar conhecimentos e estimular o aprendizado estão entre os objetivos das competições promovidas pela ECSA. Em 2020, por conta das medidas de distanciamento social em virtude da pandemia do novo coronavírus, as tradicionais olimpíadas internas e nacionais foram realizadas virtualmente.

De acordo com a coordenadora do Ensino Fundamental I, Eliza Duemes, apesar da mudança das provas para o formato digital, o engajamento dos estudantes foi semelhante ao modelo tradicional. Ela destaca que a participação neste tipo de competição contribui para o desenvolvimento da capacidade de enfrentar desafios, além de expandir conhecimentos e melhorar o raciocínio lógico, crítico e criativo das crianças e adolescentes. O formato das provas também desperta nos alunos o interesse pelos conteúdos estudados de forma mais dinâmica.

“O formato virtual foi muito desafiador mas a participação dos alunos foi tão boa quanto se tivesse sido presencial. Eles não deixaram de estudar, participar e se engajaram muito para as provas. É gratificante vê-los assim, além de terem tido bons resultados”, conta Eliza.

Entre os destaques estão os 10 medalhistas da ECSA nas Olímpiadas Canguru de Matemática, disputada entre estudantes de todo o Brasil. Entre os alunos do Ensino Fundamental I, estão quatro medalhistas, incluindo o ouro para Vitor Seiji Nishitani Nakao, além de uma prata, um bronze e uma honra ao mérito pelo bom desempenho nas provas. As outras seis medalhas são de estudantes do Ensino Fundamental II, com uma prata, um bronze e quatro de honra ao mérito.

Os alunos medalhistas podem retirar os certificados de suas competições na secretaria da ECSA, a partir da próxima segunda-feira (14). A unidade solicita aos pais e responsáveis que utilizem máscaras de proteção e sigam aos protocolos de higienização e distanciamento social sinalizados.

O resultado das provas das Olímpiadas Brasileira de Astronomia (OBA) e de Física (OBF) será divulgado em 2021. Já as Olímpiadas Brasileiras de Matemática (OBM) não foram realizadas este ano, por decisão da organização nacional.

Confira o resultado dos alunos da ECSA:

SOLETRANDO

2º ano:
1º lugar: Fernanda Baviloni Rabello
2º lugar: Valentina Bregantini Ferrari Soares
3º lugar: Vinícius Neves Ludke
4º lugar: Lahur Andrade Lima Rodrigues

3º ano:
1º lugar: João Lucca de Souza Massoni
2º lugar: Olga Pereira Correa
3º lugar: Maytê Marins Machado

4º ano:
1º lugar: Milena Brisot Velasques
2º lugar: Maria Clara Cortegoso Kincheski
3º lugar: Miryan de Souza Ferreira
4º lugar: Elias Oliveira Duemes

5º ano:
1º lugar: Pedro Goulart Lemes de Moraes
2º lugar: Paulo Vitor Ferreira Rosa
3º lugar: Vitor Seiji Nishitani Nakao
4º lugar: Pedro Deon Peterlini

6º ano:
1º lugar: Bárbara Nóbrega Konzen
2º lugar: Bruna Silva de Figueiredo
3º lugar: Sofia Bischoff de Almeida

7º ano:
1º lugar: Otávio Silveira Ratto
2º lugar: Daniel Yuji Kaneko
3º lugar: Isadora Sousa Alves

8º ano:
1º lugar: Ana Clara Novais Prado
2º lugar: Isadora Branco da Cruz Silva
3º lugar: Manuela Batista de Moraes

9º ano:
1º lugar: Yasmin Laureen Antunes Farias
2º lugar: Luana Caldas Paredes
3º lugar: Emanuelly Pereira de Sousa Lima

TABUANDO

3º ano:
1º lugar: João Lucca de Souza Massoni
2º lugar: Miguel Von Atzinger da Rocha
3º lugar: Luis Fellipe Pereira Leite Silva Campos

4º ano:
1º lugar: Milena Brisot Velasques
2º lugar: Miguel Batista Straus
3º lugar: Davi Hernandes Handell
4º lugar: Otávio Alba Prestes

5º ano:
1º lugar: Paulo Vitor Ferreira Rosa
2º lugar: Pedro Goulart Lemes de Moraes
3º lugar: Gabriel Yamazato Oshiro
4º lugar: André Lauriano Garcia

 

CANGURU DE MATEMÁTICA

Ensino Fundamental I

Medalha de ouro: Vitor Seiji Nishitani Nakao
Medalha de prata: Amy Yumi Inada Komatsu
Medalha de bronze: Pedro Goulart Lemes de Moraes
Honra ao mérito: Yasmim Silveira Martins Paes da Cunha

Ensino Fundamental II

Medalha de prata: Gastão Okajima Conselvan
Medalha de bronze: Matheus Alfredo Garlet Tzi
Honra ao mérito: Otávio Silveira Ratto, Maria Eduarda Silva Romero, Luana Caldas Paredes, Bruna Silva de Figueiredo

OMECSA

3º ano
1º Lugar: Empate: Farid Mattos Arfux, Gabriel Nunes Lourenço, Gabriel Vinícius Vicente Cirineu, Manuelle Freitas Maciel
2º Lugar: João Lucca Massoni, Manuela Ferraz Nunes Pereira
3º lugar: Miguel Von Atzingen da Rocha

4º ano
1º Lugar: Maria Clara Cortegoso Kincheski, Miguel Batista Straus
2º Lugar: Guilherme Yoshio Lima Suzuki, Luiza Meria Victor Fleury.
3º lugar: Amy Yumi Inada Komatsu, Miguel Coelho Grawe, Otávio Alba Prestes, Tiago de Almeida Pimenta.

5º ano
1º lugar: Pedro Goulart Lemes de Moraes
2º Lugar: Vitor Seiji Nishitani Nakao
3º lugar: Maria Eduarda Alves Chilitti, Paulo Vitor Ferreira Rosa

6º ano:
1º lugar: Amanda Fogolin Gnoatto
1º lugar: André Leme de Souza Filho
2º lugar: Maria Eduarda Silva Romero
2º lugar: Bruna Silva de Figueiredo
3º lugar: Nicole Pinheiro Paier

7º ano:
1º lugar: João Vittor Gomes da Silva Prado de Moraes
1º lugar: Luís Henrique do Carmo Morais
2º lugar: Otávio Silveira Ratto
3º lugar: Arthur Redez Salles
4º lugar: Davi Marques Pando
4º lugar: Gabriel Santos Gomes Bezerra
4º lugar: Giovanna Silva Matos
5º lugar: Amanda Castilho Vivan
5º lugar: Ana Sophia Gusman Amaral Souto
5º lugar: Ítalo de Campos Pita Barros Rocha

8º ano:
1º lugar: Matheus Alfredo Garlet Tzi
2º lugar: Isadora Branco da Cruz Silva
2º lugar: Luís Henrique Batista Straus
3º lugar: Manuela Batista de Moraes
3º lugar: Luis Felipe Ferreira Rosa

9º ano:
1º lugar: Maria Eduarda Giacobbo Ticianel
2º lugar: Yasmin Laureen Antunes Farias

ECSA mantém tradição das formaturas, mas adequadas aos novos tempos

Mesmo em tempos de pandemia, mas seguindo todas as medidas de segurança, a Escola Chave do Saber (ECSA) manteve a tradição de realizar a formatura dos alunos nas principais mudanças de ciclos. Divididos em grupos pequenos, durante dois dias eles puderam rever colegas, professores e equipe e se emocionar ao lado dos pais fechando um ano difícil e que os obrigou a mudanças significativas na rotina e no aprendizado.

Na ECSA, as formaturas acontecem em dois momentos: a mudança do Infantil para o Fundamental e do Fundamental para o Médio. Ou seja, quando as crianças passam do Pré para o 1º Ano e os adolescentes encerram sua jornada na escola concluindo o 9º ano para prosseguirem os estudos em outra instituição, explica a diretora, Márcia Bezerra. Mas 2020 foi um ano atípico, em que os estudantes tiveram que assistir as aulas virtualmente por causa do novo coronavírus. Então, em princípio, a opção foi por não realizar a solenidade, acrescenta.

Pelo menos nos moldes antigos. Porque a ideia foi adaptada, explica Márcia, pensando principalmente no sentido de pertencimento. “Então, dentro dos protocolos, do aconselhamento de infectologistas, das diferentes orientações que recebemos durante o ano, fizemos possíveis desenhos, novas estruturas para o evento, adequando-os à segurança das pessoas”, salienta.

As turmas do Pré Matutino e Pré Vespertino, por exemplo, foram divididas em dois dias distintos (02/12 e 03/12). Em cada dia, elas foram separadas em grupos com no máximo 5 alunos. O “evento” teve início às 17h, com um intervalo de 30 minutos (em média) entre cada, para evitar aglomerações. Em 3 espaços diferentes da escola, eles se reuniram uma última vez para matar a saudade, rever a escola e os professores, receber o diploma e fazer uma apresentação muito especial para a família. “Encerramos assim com a alegria das crianças, com a satisfação das famílias e com a esperança de que 2021 será um ano melhor”.

 

Aula da Saudade

 

O mesmo modelo de segurança foi adotado para a tradicional Aula da Saudade do 9º Ano. Como eram menos alunos, foi possível criar “bolhas” ainda menores, dividindo os professores em cada grupo. “Como são alunos maiores, de 14 anos, idealizamos um momento divertido, com algumas práticas de jogos, diversões individuais, uma roda de conversa para que pudessem se abrir emocionalmente e a entrega do diploma no final, além de um kit higienizado para que levassem como lembrança”, conta a diretora.

No kit havia um lanche. “Fizemos com aquilo que eles gostam mais, que nós entendemos que são os hambúrgueres, preparados pelo nosso restaurante, com todas as medidas preventivas. Uma forma de matar a saudade também. Eles gostam bastante do hambúrguer da cantina, já era uma prática, por exemplo, no Dia do Estudante. E eles levaram para comer em casa, porque estamos evitando qualquer tipo de alimentação coletiva”, frisa a diretora.

Em ambos os casos foram cerimônias singelas, mas bastante emocionantes. “Foi simples, mas bonito, intenso. Acho que foi uma resposta da escola para não perdermos algo que é muito importante em tempos como estes. Não precisamos ter sentimentos e esquecer da responsabilidade. Podemos ter sentimentos com responsabilidade”, finaliza.

34ª Gincana ECSA é encerrada com entrega de doações a instituições carentes

 

Cinco instituições e projetos sociais foram beneficiados pelas doações da 34ª edição da Gincana ECSA. Tradicionalmente realizada no encerramento do torneio, a campanha de arrecadação de calçados, roupas e alimentos deste ano teve que ser online, em atendimento às medidas de isolamento social por conta da pandemia da Covid-19. A retirada dos donativos foi organizada nesta sexta-feira (27), na quadra da escola.

Com as aulas presenciais suspensas desde março, o acesso de mães, pais e responsáveis por alunos à ECSA foi restrito. Apesar disso, a direção da unidade optou por manter a campanha de arrecadação, principalmente, pela necessidade em ajudar comunidades carentes neste período de pandemia. Os donativos foram deixados na escola e entregues aos responsáveis pelas instituições em sacolas higienizadas.

Diretora geral da ECSA, Márcia Bezerra, ressalta que a Gincana é uma das atividades mais tradicionais e aguardadas pelos alunos ao longo do ano, incluindo a ação de arrecadação, que é também esperada pelas instituições beneficiadas. “O objetivo da campanha é despertar o espírito solidário entre as crianças, que levam isso aos adultos também. Sabemos que este tem sido um momento de muitas dificuldades a várias famílias carentes. Por isso, cada pessoa ajudada nos enche de alegria”, disse.

Um dos projetos beneficiados este ano foi o “Alimentando Almas” que oferece apoio, acolhimento e refeições a moradores de rua da região do Porto, em Cuiabá. A coordenadora da ação, Margareth Coutinho, conta que as doações chegaram na “hora certa”. Isto porque com a pandemia, a quantidade de donativos, assim como o número de voluntários vem diminuindo.

“Muitas pessoas ficam com medo de sair às ruas e levar doações ou entregar na sede do nosso projeto. Vir aqui hoje e sair com estes alimentos, roupas e produtos de limpeza é algo que nos ajudará bastante. Se todos fizessem o mínimo pelo próximo, teríamos um mundo bem melhor”, destaca Margareth.

Sustentabilidade – Além das ações sociais, a 34ª Gincana ECSA também contou com atividades voltadas para o meio ambiente e sustentabilidade. Para a ECO ECSA foram arrecadados resíduos recicláveis, lixo eletrônico, frascos de desodorante aerossol, garrafas pet, entre outros itens que podem ser reciclados. A iniciativa contou ainda com o plantio de uma horta na área externa da escola, realizada pelos alunos do Ensino Infantil que retornaram às atividades presenciais, em setembro. A ação foi coordenada pela equipe pedagógica da ECSA, respeitando as medidas de higienização e segurança.

Gamificação: ECSA aposta na tecnologia de videogames para aulas virtuais

A tecnologia vem ganhando cada vez mais espaço nas escolas. Com a pandemia, as aulas digitais além de terem se tornado o principal meio de ensino nas instituições, também potencializaram o uso de novos recursos tecnológicos, aplicativos e softwares para o desenvolvimento dos estudantes. Um dos exemplos é a gamificação, método que utiliza dinâmicas e ferramentas de jogos de videogames em outros ambientes, como a sala de aula. Na Escola Chave do Saber (ECSA), a metodologia foi incluída nos conteúdos de ensino maker, aliando conceitos de robótica, lógica e ciências ao dia a dia dos estudantes.

Antes das aulas digitais, as atividades tecnológicas da ECSA eram realizadas pelas turmas na Sala Tech, que conta com professores de eletrônica, iniciação científica e robótica. A unidade foi implantada na escola em 2017, para o uso do ensino maker, conhecido pelo estímulo ao “faça você mesmo” e a aplicação de recursos tecnológicos. Com a suspensão das atividades presenciais, a ECSA passou por uma reorganização do calendário escolar, inserindo a gamificação nas aulas de robótica.

Coordenadora da Sala Tech, a professora Mara Tereza dos Santos, conta que o desafio para a equipe de professores foi justamente transformar o ambiente virtual das aulas digitais em algo mais próximo à realidade das atividades práticas. “Na Sala Tech, os alunos usam ferramentas e objetos do Laboratório de Ciências, por exemplo, o que em aulas digitais não é possível. Daí a escolha por inserirmos aplicativos, jogos e simuladores, e apostarmos também na gamificação”, explica.

No último semestre, turmas do Ensino Fundamental, utilizaram aplicativos como o App Inventor, que permite a programação de outros aplicativos por meio da multidisciplinaridade e raciocínio lógico. A plataforma também possibilitou a criação de jogos como o “pedra, papel e tesoura”, tão tradicional nos corredores da escola e que foi levado para o ambiente virtual.  Algumas turmas trabalham ainda na criação de um GPS com o uso de simuladores.

Para o professor de robótica da ECSA, Josué Francisco do Nascimento Júnior, o desempenho dos estudantes com a inclusão da gamificação é surpreendente, tanto pela alta no rendimento durante as aulas como pelo interesse na metodologia. Isto porque o método possibilita entre outras atividades, a criação de jogos e aplicativos pelas próprias crianças. Na ECSA, as turmas já criaram jogos com o uso de GPS, inteligência artificial e simuladores.

“A robótica agrega várias disciplinas, o que auxilia no aprendizado dos alunos em outras matérias. Com as aulas virtuais, conseguimos avançar muito mais rápido com algumas atividades, aproveitando o interesse, criatividade e este espírito de desafio que as crianças gostam. O virtual fez com que eles rendessem muito mais no campo da robótica. Foi um aprendizado de quase dois anos em um período de meses”, acrescenta o professor.

Um dos diferenciais da ECSA, o programa Red Ballon, que oferece aulas lúdicas de inglês, também adotou a gamificação em suas atividades com a implantação do Digiworld. A plataforma exclusiva da MentalUp disponibiliza jogos educacionais de conteúdo lúdico para o desenvolvimento de habilidades como atenção, concentração, memória, inteligência verbal e visual, resolução de problemas, matemática, geometria, pensamento crítico, além de potencializar a aprendizagem. Ainda no aplicativo, as crianças têm acesso a exercícios, jogos, simulados, vídeos e áudios em inglês.

Aplicativos – A adoção de aulas digitais em todo o país fez com que o mercado de aplicativos e plataformas online de educação crescesse de maneira muito mais rápida. Na ECSA, apesar da tecnologia já fazer parte da rotina das turmas antes, a pandemia aumentou esta utilização. “Eu conheço o trabalho com ensino maker no Brasil e o que a ECSA vem desenvolvendo é um diferencial em comparação a outras escolas. Sempre incentivamos a tecnologia como ferramenta de educação e a gamificação é nosso mais recente exemplo disso”, frisa a coordenadora da Sala Tech, Mara Tereza dos Santos.

Aplicativos como o App Inventor, Scratch, Tinker Cad, entre outros, são alguns dos escolhidos pela equipe pedagógica da ECSA para uso nas aulas virtuais. Com a rápida assimilação dos alunos, a procura por novidades é uma das tarefas dos professores. “Eu já conhecia estes aplicativos, então pensei como um ‘plano B’ para as aulas digitais sem a possibilidade de usarmos a Sala Tech. Para o ano que vem, teremos que usar ferramentas mais avançadas para acompanhar o ritmo dos alunos. A tendência é adotarmos a gamificação mesmo com o retorno das aulas presenciais”, finaliza o professor Nascimento.

 

Provas de diversas olimpíadas marcam o mês de novembro na ECSA

O mês de novembro será marcado por uma série de competições na Escola Chave do Saber (ECSA) relativas às Olimpíadas de Matemática (OMECSA, esta interna), Brasileira de Física (OBF) e Brasileira de Astronomia (OBA). Além das alterações no calendário, as provas também passarão por mudanças, sendo adaptadas para o ambiente virtual, por conta das medidas de isolamento social causadas pela pandemia do novo coronavírus.

O professor de Matemática e coordenador das olimpíadas na ECSA, Marcos Ferreira, informa que havia uma previsão de realização da primeira fase da OMECSA no final de setembro, mas ela será realizada em apenas uma data, neste caso o dia 27 de novembro. O período foi definido com a preocupação de não sobrecarregar demais os alunos, salienta.

Marcos explica que a maior parte das turmas participa da OMECSA, desde o 3º até o 9º ano. Os alunos competem com os colegas de mesmo nível escolar, com premiações para os cinco primeiros colocados de cada. “Este ano inclusive estamos revendo a parte das premiações. Então vamos ter surpresas. Não vai ser troféu e medalha, como nos outros anos. Estamos pensando em algo mais próximo da atualidade, dos dias que os alunos estão vivendo”, destaca.

Segundo o coordenador, este ano vai ser tudo online. Dessa forma, eles terão a oportunidade de testar seus conhecimentos de várias formas. Raciocínio lógico, quebra-cabeças, desafios matemáticos envolvendo plataformas online, momentos de interatividade entre os grupos. “Estamos vendo outras possibilidades também de levar até o aluno uma determinada atividade para que ela aconteça junto com a família. A ideia não é que eles acertem tudo, é que a família vivencie o momento de atividade com o filho”, sugere.

Mas o que está certo mesmo é que os alunos serão instigados a se superar, como sempre, frisa Marcos. “O nível da OMECSA é o mesmo das Olimpíadas Brasileiras de Matemática e chega, às vezes, a ser mais forte. Nós não nivelamos por baixo. Alguns alunos já contaram que provas fora como o Concurso Canguru de Matemática estavam mais fáceis que as da OMECSA”, exemplifica.

A evolução é clara, garante o coordenador. “Como eles fazem isso todo ano, já se preparam e o nível vai aumentando a cada ano, eu vejo como os alunos do 4º e 5º anos evoluem sensivelmente. Já faço exercícios de 6º ano e eles não sentem dificuldade. Eles assimilam aquilo ali como uma atividade cotidiana. Eles não enxergam a série, mas o problema matemático e vão atrás de caminhos para tentar resolver”, comemora.

Outras Olimpíadas

A OBF terá prova especial teórica no dia 28 de novembro (sábado), das 14h às 18h (horário de Brasília). A divulgação da nota mínima para a admissão à 3ª fase será no dia 7 de janeiro de 2021, com a prova marcada para 6 de fevereiro. O resultado final será divulgado no dia 27 de março. “É tudo via plataforma, que se encarrega de divulgar os resultados”, acrescenta Marcos.

Já a OBA, que também será online, vai ocorrer nos dias 12 e 13 de novembro. Quem não conseguir fazer no primeiro terá a opção de tentar no segundo dia. “Eles terão um momento para construir um foguete virtual com acompanhamento. Os menores irão fazer um foguete em casa junto comigo e irão soltar junto com os pais. Filmarão e me mandarão depois. Como estes não alcançam distâncias muito longas, não precisam de grande espaço. Os alunos do 4º e 5º ano vão fazer, postar, me mandar na plataforma e eu vou avaliar se vão ou não ser contemplados. E também tem uma prova escrita que farão online”, informa.

As Olimpíadas de Matemática das Escolas Públicas e Privadas não acontecem este ano. “É a única em nível nacional que não colocou aplicação das provas online. Como a volta às aulas demorou, eles não conseguiram providenciar uma plataforma que atendesse o Brasil inteiro”, finaliza.

 

 

ECSA realiza tradicional gincana de forma remota, integrando outros projetos

A Escola Chave do Saber (ECSA) mantém a tradição e realiza a 34ª edição de sua Gincana, desta vez no contexto online, por conta da pandemia do novo coronavírus. O evento, que tem como tema central a Solidariedade, além da arrecadação de donativos, integrará mais dois projetos da instituição, o ECO ECSA e o Sacola Solidária. A programação começou nesta segunda-feira (26 de outubro) e prossegue até o dia 19 de novembro.

Como nos anos anteriores, todos os alunos participam, mas para efeito de pontuação as turmas serão divididas em seis equipes, três de cada período (matutino e vespertino). Elas terão como desafio arrecadar donativos como alimentos, itens de higiene pessoal e limpeza, brinquedos e vestuário, que serão destinados a creches, abrigos, igrejas e hospitais. Este ano outra novidade é o recebimento de ração, para ajudar entidades que cuidam de animais. O ponto de coleta é a ECSA.

As equipes também pontuarão com a arrecadação de resíduos recicláveis para a ECO ECSA. Vale material para a Sala Tech, lixo eletrônico (aparelhos que não funcionam mais), óleo de cozinha usado, frascos de desodorante aerossol, garrafas pet e embalagens de leite e suco, explica a coordenadora da atividade, a professora de Educação Física, Ana Paula Gusman Amaral Souto.

Ela destaca também que a Sacola Solidária, a exemplo dos outros anos, funcionará da mesma forma, só que inserida dentro da programação da 34ª Gincana. Voltado aos alunos da Educação Infantil, o projeto estimula-os a exercitarem a solidariedade levando sacolas com doações de roupas, calçados, brinquedos, livros e mochilas que serão destinadas às crianças carentes.

Uma das mais antigas e esperadas ações do calendário anual da ECSA, a Gincana é considerada uma atividade de alto valor sociopedagógico, em que os alunos colocam em prática várias de suas habilidades e o espírito de coletividade, ainda mais necessário no contexto atual. O objetivo com a proposta da gincana é despertar e reforçar gestos solidários mesmo em tempos de distanciamento social, onde a educação e a solidariedade serão trabalhadas de forma integral com o objetivo de impactar vidas.

Atividades remotas

Os professores de Educação Física organizarão atividades esportivas, dentro do contexto online, no contraturno. A coordenadora ressalta a importância do apoio e da participação das famílias para que a  Gincana ECSA tenha ainda mais sucesso, movimentando de forma positiva toda a nossa comunidade escolar e também as famílias.

De acordo com Ana Paula, eles participarão virtualmente de jogos e desafios. “Vai ser um momento mais interativo do que competitivo, mas vamos buscar também trabalhar a parte da competição. Uma das propostas é inserir as famílias, pais, mães, irmãos, no contexto da atividade, até para resgatar um pouco do espírito daquelas gincanas antigas”, adianta a professora.

A abertura será realiza também de maneira remota, no horário de aula mesmo, com o juramento dos participantes, hino nacional, como acontece normalmente na Gincana. A abertura será no dia 6 de novembro, frisa.

As entidades beneficiadas este ano:

Hospital Geral de Poconé;
Hospital do Câncer;
Casa de Acolhida Vó Mazinha;
Paróquia Mãe dos Homens;
APAE – Poconé;
Creche Falcãozinho;
Creche Espaço Livre;
Fazenda Esperança.
Projeto bairro Dr. Fábio – Jiu Jitsu;
Creche Vó Cristina;
Fé e alegria;
Bom Jesus de Varginha;
Igreja Batista Nova Esperança;
Projeto Alimentando Almas.
Projeto Siminina
Igreja Metodista WESLEYANA

 

 

 

Por: Pau e Prosa Comunicação

Jornada do Saber: evento reúne especialistas para discutir educação na infância

 

Tem início na próxima terça-feira (27) a Jornada do Saber, evento online que reunirá especialistas nacionais para debates sobre a importância da leitura, educação e construção de experiências na infância. Composto por quatro encontros, o evento é gratuito e promovido em Cuiabá pela Escola Chave do Saber (ECSA). Entre os convidados estão o filósofo Mario Sergio Cortella e a ativista e pesquisadora na área da infância e do brincar, Adriana Friedmann.

Os encontros serão realizados nos dias 27 e 29 de outubro, e 03 e 05 de novembro, das 18h às 19h, e têm como objetivo gerar valores relacionados à educação para o público de mães, pais e responsáveis. A ideia é criar percepções positivas sobre a importância da escola na educação infantil e experiências como o ler, brincar, escutar, imaginar e criar para o desenvolvimento e capacidade das crianças.

Diretora da ECSA, Márcia Bezerra, destaca que a Jornada do Saber é uma excelente oportunidade para discussão de temas importantes relacionados ao desenvolvimento de crianças dentro e fora da escola. Ela pontua ainda a participação de especialistas nacionais conduzindo as palestras.

“É um evento para celebrar esta importante parceria entre escola e família, principalmente, neste ano em que tivemos a maior parte do calendário escolar com aulas online. O objetivo é reconhecer que a educação das crianças acontece por esses dois agentes, tanto na casa quanto na escola. Teremos profissionais de renome nacional, o que deve contribuir muito para o aprendizado”, completa Márcia.

A abertura do evento será com a palestra “Literatura e infância: a importância da leitura no desenvolvimento cognitivo e na construção do imaginário das crianças”, ministrada por Ilan Brenman, considerado um dos principais escritores de literatura infantil do Brasil. Na quinta-feira (29), a contadora de histórias Edi Fonseca, falará sobre “A contação de histórias na ampliação do repertório e na construção da personalidade das crianças”.

A segunda semana da Jornada do Saber contará com a palestra “A construção de brinquedos feitos de sucata contribuindo na formação motora e na conscientização ambiental das crianças”, no dia 03 (terça-feira) ministrada pela designer, fotógrafa e especialista no Brincar, Estéfi Machado. O encerramento do evento, em 05 de novembro, ficará com a palestra “A importância de se construir experiências significativas na infância”, abordada pelo filósofo e professor Mario Sergio Cortella e a ativista e pesquisadora na área da infância e do brincar, Adriana Friedman.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site da Jornada do Saber, clicando AQUI. O ingresso é válido para os quatro encontros do evento.

 

 

Pau e Prosa Comunicação

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