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As sessões de leitura do ECSA ganharam um novo cenário com as aulas virtuais, em decorrência das medidas de isolamento social devido à pandemia do novo coronavírus (Covid-19). A atividade que já era uma prática da escola para as turmas do Ensino Fundamental I, agora acontece diretamente de casa, mantendo o objetivo de estímulo à criatividade e leitura dos alunos. A primeira sessão foi realizada em junho e a próxima está prevista para ainda neste bimestre.

Para a professora de ECSA, Vanessa Paula Caetano, a experiência de leitura online foi muito gratificante. Na primeira sessão, os alunos do 2º ano matutino ouviram e debateram a obra “A verdadeira história dos três porquinhos”, de Jon Scieszka. A versão, que levanta hipóteses sobre o clássico da literatura infantil possibilitou diálogos engraçados entre as crianças.

“A leitura aumenta a imaginação, desenvolve a criatividade e trabalha as emoções. O hábito de ler é sem dúvidas o maior presente dado a uma criança. Adequações foram necessárias, mas tudo correu bem e as crianças ficaram felizes com esse momento que eles tanto gostam”, conta Vanessa.

A sessão foi realizada por meio da plataforma Plurall.net, utilizada pela ECSA desde o início das aulas virtuais em março. Vanessa destaca que a participação dos alunos foi intensa e que todos ficaram felizes em manter a atividade, que já acontecia em sala de aula. Como resultado da primeira sessão, a turma deve iniciar na próxima semana um novo projeto, em que os alunos serão os protagonistas responsáveis pela leitura para toda a turma. Ela pontua ainda que os pais também tiveram a oportunidade de interação e que a iniciativa foi elogiada por algumas famílias.

Conforme o calendário de atividades da ECSA, a sessão de leitura simultânea acontece duas vezes por bimestre com as turmas do Ensino Fundamental I. O próximo livro será escolhido por votação e a nova sessão comunicada aos alunos em breve.

 

Kits educacionais da ECSA levam carinho e estimulam a criatividade dos alunos

O distanciamento imposto pela pandemia do novo coronavírus está fazendo com que professores e funcionários exercitem a criatividade para dar aquela dose de atenção e carinho aos alunos, mesmo que em suas casas. O toque, o abraço, o afago não são possíveis, mas na Escola Chave do Saber (ECSA) o sentimento e as boas vibrações chegam até as crianças mesmo assim, por meio de kits educacionais. Uma ação que enche de alegria também o coração das professoras, segundo Milena Dorneles.

Os alunos do Infantil receberam em casa materiais para um envolvimento mais prazeroso nas atividades e para mostrar o quanto as professoras estão com saudades de seus alunos. São sacolas contendo uma carta escrita por elas e diversos itens que ajudarão nas propostas intencionais ou livremente, estimulando a criatividade de cada um. São tintas, massa de modelar, papéis, folhas brancas e coloridas, fitas, barbantes e palitos, que oferecem inúmeras possibilidades de utilização.

A alegria, tanto dos alunos como dos pais, foi grande ao receberem os kits. Confira as imagens:

 

A construção do conhecimento é encantadora mesmo sem sair de casa, diz Nathália Borges

A pandemia causada pelo novo coronavírus, além do impacto na saúde pública e na economia, atingiu em cheio outros setores, como o da educação, por exemplo. Coordenadores, professores e demais atores dentro desse universo tiveram que se adaptar para dar continuidade ao trabalho, ao mesmo tempo em que lidam com novos desafios, medos e inseguranças de alunos e pais, além dos próprios.

“Estamos vivendo um tempo de imprevisibilidade absoluta, o coronavírus gerou angústia e uma mudança nas formas de viver no mundo. Escolas foram atingidas e estão fazendo muita falta para as crianças”, ressalta a professora do Jardim II, Nathália Borges Sant’Anna. Ela lembra que a escola é muito mais que um espaço físico para aprendizagem de conteúdos, é um lugar de afeto, relações, de encontro social e cultural.

Apesar de não estarem preparados para essa nova rotina, alunos e professores tiveram que continuar realizando suas tarefas em casa, em um reaprender constante de ambos. “Todos os dias nos vemos com o desafio de mostrar aos nossos alunos que, mesmo sem sair de casa, a construção do conhecimento é possível e encantadora. Aprender é uma coisa absolutamente fascinante”, frisa.

A distância é de certa forma compensada com o contato permanentemente, explica a professora. Seja nas aulas com os nossos alunos, ou dando todo o suporte necessário aos pais. “Eles têm sido grandes aliados e somos gratos por essa parceria com as famílias e apoio nas atividades que estão sendo propostas”, reconhece Nathália.

Segundo ela, neste tempo de imprevisibilidade, é preciso frear a ansiedade e ter resiliência, pois ninguém aprenderá dessa forma. No primeiro momento, conta a professora, a preocupação era com a possível dificuldade em utilizar novas ferramentas tecnológicas. “Mas, com o tempo, percebemos que não é simplesmente dominar aplicativos e plataformas. Mais do que aprender técnicas ou conteúdos, iremos aprender com a vida nesse momento”.

Este tempo de distanciamento e novos desafios, mesmo que relativamente curto, já deixou ensinamentos importantes. “Precisamos ser humildes e aproveitar o momento para ensinar, aprender, estudar e trocar experiências. Sou muito otimista e acredito que podemos ser criativos. O que estamos vivendo é uma grande oportunidade para fazer diferente”, enfatiza.

Dica

Nathália tem uma dica interessante para pais e crianças que podem ajudar a enfrentar melhor esse período. Como professora do Infantil, ela prefere não indicar filmes ou aplicativos, afinal quanto menos tempo as crianças ficarem expostas às telas, melhor.

Uma alternativa pode ser o site “Eu Leio Para Uma Criança”, que tem vários títulos digitais com ilustrações interativas. “É possível ler 13 títulos no site com ilustrações que movimentam-se e há sons. Sete deles estão disponíveis em PDF, podendo ser acessado mesmo quando não há conexão”, informa. O endereço é https://www.euleioparaumacrianca.com.br.

ECSA alia tecnologia com metodologias de ensino próprias em tempos de pandemia  

Para continuar desenvolvendo suas atividades em tempo de pandemia do novo coronavírus, as instituições educacionais têm se valido de diferentes ferramentas. Mas, para algumas em especial, essa transição imposta pela contingência do momento se tornou ainda mais desafiadora. É o caso da Escola Chave do Saber (ECSA), que precisou aliar tecnologia com metodologias próprias de ensino que buscam respeitar particularidades, acolher e formar cidadãos conscientes. Além, claro, de promover o envolvimento da família da maneira mais produtiva possível, especialmente no ensino infantil.

Na ECSA, antes de serem iniciadas as aulas virtuais propriamente ditas, ainda no período de recesso, antecipado por conta do distanciamento social, foram sugeridas atividades orientadoras para que as crianças desenvolvessem com as famílias, explica a diretora, Márcia Bezerra. Era uma forma de promover a manutenção de aprendizado, a continuidade de um trabalho que vinha sendo realizado, acrescenta. Mas então veio a determinação de extensão do isolamento e a instituição partiu para uma nova etapa.

Segundo a diretora, durante o recesso, foi feito um planejamento por segmento. Os maiores, de 6 aos 14 anos, com base em orientações da Organização Mundial da Saúde sobre o tempo ideal de exposição das crianças à tela do computador, foram aumentando gradativamente o período de aula. Nela o aluno tem contato com o professor, interage de acordo com a metodologias ativas desenvolvidas pela escola e também faz atividades programadas, acrescenta.

Em relação ao infantil, as estratégias mudam, salienta Márcia. “São segmentos diferentes, faixas etárias diferentes, momentos diferentes, processos de aprendizagem também diferentes. Não era cabível, diante dos estudos que realizamos, fazer as aulas online também para os pequenos”, frisa. Basta lembrar que o tempo de concentração deles, dependendo da idade, vai de 10 a 15 minutos. Não teria como o professor dar atenção individual para os alunos e mantê-los focados e produtivos o tempo todo.

 

Plataforma interativa

Depois de trocar informação com as escolas parceiras da rede, a ECSA optou por utilizar uma plataforma interativa de trabalho chamada Padlet, que alia aspectos funcionais e possibilidades visuais interessantes para os pequenos. “Nós optamos por uma programação semanal de atividades direcionadas, que sejam de simples execução, mas que principalmente propiciem o que consideramos fatores importantes de aprendizagem nessa idade: que são a interação, a experiência, a observação, a análise”, explica a educadora.

Com o Padlet, a ECSA consegue manter rotinas como a hora do conto, como acontecia diariamente na sala de aula, além de videoaulas curtas, com atividades bem interativas que vão desde o ensino de idiomas até educação física e aulas de música. “Fora isso, ele propõe atividades que podem ser feitas em folhas em branco, com lápis de cor, giz de cera, aquilo que família tiver em casa, para promover um desenvolvimento produtivo nessa semana da criança”.

Na semana de 27 a 30 de abril, por exemplo, algumas salas abordaram o tema “alimentação saudável”. “As pessoas estão meio perdidas. Estão em casa com as crianças, mas trabalhando, não de férias e, as vezes, a parte da alimentação traz o conforto. Aí vem o exagero em doces e gordura. É preciso lembrar que a rotina tem que ser mantida de forma equilibrada”, alerta.

 

Feedback

A ECSA tem procurado saber dos pais como tem sido a utilização do Padlet. Então solicitou a eles que enviassem comentários e imagens das crianças interagindo com a plataforma. Foi feita inclusive uma espécie de chamada, a fim de saber quem estava realmente utilizando a ferramenta e buscar formas de popularizar e torná-la ainda mais útil. “Basicamente, a escola montou uma equipe home office de apoio para que essas famílias pudessem aproveitar ao máximo tudo aquilo que estávamos fazendo para ajudá-los”.

Nesta terceira semana está sendo aplicada uma pesquisa de satisfação, em que os pais estão analisando todas as ferramentas, o que serve e o que não serve para a demanda deles, o que pode ser feito para melhorar a execução e a produtividade da ferramenta. “O tempo todo temos que estar em contato com essas famílias, porque o trabalho que desenvolvemos é para ajudá-las a obterem efeitos positivos. Se não procuramos isso, ficamos sem subsídios”.

A escolha pelo Padlet também levou em conta a aplicação do jeito ECSA de trabalhar. “Em meio à pandemia, seria muito incoerente escolher vertentes que não faziam parte das nossas aulas presenciais. Talvez não houvesse uma identificação da escola nem por parte da criança e muito menos da família”, reconhece. E a tendência é só melhorar, diz ela. “A cada semana ele fica melhor, porque vamos descobrindo outros recursos e também vamos nos desenvolvendo com mais segurança. Afinal, é muito diferente do que fazíamos”, ressalta.

Experiência de sala de aula auxilia no home schooling

Ensinar é enfrentar desafios diariamente. Em tempos de pandemia do novo coronavírus essa tarefa se torna ainda mais desafiadora. Os estabelecimentos de ensino estão tendo que repensar a forma como trabalham ou adaptá-la às novas necessidades. E tudo isso sem que tenha havido um tempo necessário de preparação ou planejamento. Em momentos como este, mesmo sem ter vivido algo do gênero anteriormente, a experiência tem se mostrado uma grande aliada.

A diretora da Escola Chave do Saber (ECSA), Márcia Bezerra, que tem mais de 30 anos de dedicação ao ensino privado em Mato Grosso, mostra que algumas ferramentas não mudam apesar do distanciamento social e do uso de novas tecnologias para o chamado home schooling (estudo em casa). É importante, segundo ela, que os pais sintam tranquilidade em relação às escolhas da instituição, estejam conscientes de que foram as melhores possíveis dentro do cenário que o país e o mundo estão vivendo.

É preciso lembrar, salienta a educadora, que ninguém desejava que fosse assim, mas as mudanças foram necessárias, mesmo com pouco tempo para as adaptações, tanto da escola como das famílias. Com calma e perseverança, as coisas vão se acertando, garante. “Hoje eu posso dizer certamente que dessas três semanas para cá a maioria das pessoas estão sendo contempladas por essa iniciativa de aulas à distância para o fundamental e, com os menores, o uso de uma plataforma interativa”. A busca, frisa, é que todos alcancem o mesmo nível e nesse ponto entram tanto o apoio da equipe como a busca por melhorias no sistema eletrônico.

Márcia faz questão de ressaltar que as aulas eletrônicas não substituem as presenciais, mas elas deixam os alunos afinados e conectados com o conteúdo. “Não dá mais para ficar parado, já tivemos três semanas de recesso. Quando voltarmos, alinharemos tudo isso. Se avaliarmos que o aproveitamento foi menor do que o esperado, optaremos pela reposição”, sugere. Para a diretora, ainda há incerteza porque não se sabe quanto tempo a quarentena vai durar. “Eu gosto de ser, e quero continuar sendo, uma pessoa otimista. Mas eu também gosto de ser realista. O término depende da gente, da nossa reclusão social, e tudo indica que não será breve”, opina.

A diretora considera muito importante também o vínculo com as famílias, que não deve ser perdido com o distanciamento. “Não paramos de nos comunicar usando as redes sociais, nosso aplicativo interno, em nenhum momento. Temos feito isso de diversas maneiras. A última postagem que fizemos foi um grande agradecimento às famílias, aos alunos e aos professores e demais colaboradores da escola, com relação a confiança, credibilidade que estão nos dando nesse momento de crise”, exemplifica.

Além disso, continua Márcia, a ECSA tem valorizado tudo o que é enviado, como fotos dos alunos estudando e interações entre familiares fora dos canais diretos de comunicação da escola. “Os pais têm hoje o celular pessoal de toda a equipe de liderança. Forneço meu celular pessoal para os pais, porque não tem problema. Eu acho que isso inclusive evita uma certa ansiedade. Eu respondo imediatamente, exatamente para controlar a ansiedade das famílias”, conta.

Psicoemocional

Na ECSA, lembra Márcia, alguns diferenciais definem a essência da escola, como o acolhimento, o cuidado, o acompanhamento individualizado e a busca por entender as necessidades de cada aluno. Neste período de distanciamento social, isso acaba se estendendo às famílias. Além de orientar as pessoas a se cuidarem e ficarem em casa, os coordenadores têm trabalhado em orientações para os pais lidarem melhor com as crianças. “Nós temos um trabalho que está sendo desenvolvido com relação a cuidar das emoções, tanto das crianças como das pessoas da casa. A nossa intenção realmente é dar um apoio porque entendemos o quanto isso é importante”, diz a diretora.

Para ela, neste momento é preciso controlar muito questões como a tolerância e a frustração. Não entrar em discussão por coisas que, na verdade, são menos importantes na atual conjuntura. “No momento, temos que escolher o drama a ser vivido e que ele seja cabível de atitude de pacificação, de entendimento, de compreensão. Temos que ter mais empatia com relação a tudo”, sugere.

Márcia ressalta a importância de pensar no amanhã, que tudo isso é passageiro e a vida vai continuar. “Tem gente aí fora trabalhando para podermos ficar em casa e estamos trabalhando em casa para poder fazer com que as famílias fiquem melhor em suas casas, tendo como acompanhar a rotina de seus filhos. Porque ninguém está de férias e voltaremos à escola um dia”.

Precisamos aprender a tirar lições, alerta. “Eu me considero uma pessoa de fé e fico pensando o tempo todo: tudo isso pode ser resolvido a qualquer minuto. Penso que, para ser resolvido, vamos ter que aprender alguma coisa que essa pandemia está querendo nos ensinar. Isso não é para um ou dois, é para toda a humanidade”, finaliza.

ECSA oferece aulas, atividades escolares e dicas do que fazer em casa durante o recesso

A educação não pode parar! É com este pensamento que a Escola Chave do Saber (ECSA) disponibiliza, por meio de digital, uma série de atividades aos alunos do Infantil e Fundamental durante o recesso. A partir desta segunda-feira (23), a unidade estará fechada, atendendo às recomendações em virtude da pandemia do novo coronavírus. O retorno às aulas está previsto para 13 de abril.

A Direção da escola reforça que, por enquanto, não há necessidade da retirada do material didático das turmas do 1º ao 5º ano (Fundamental I e II) na sede da ECSA, cujo prazo seria até a última sexta-feira (20). Para esse período de recesso escolar, a escola disponibilizou uma série de atividades para os alunos, encaminhadas via aplicativo.

Além disso, os estudantes do Fundamental II tem acesso à plataforma Plurall, que possibilita darem continuidade nas atividades propostas em sala de aula, através de listas de exercícios da apostila e exercícios extras, vídeo aulas preparadas pelos professores.

O site conta também com a apostila digital e as TCs Online (tarefas complementares), bem como tutores online 24 horas, visando o suporte necessário aos estudantes durante o tempo de reclusão. Além do material na plataforma, o Plurall realizará diariamente lives pelo Instagram para tirar dúvidas de estudantes. Para conferir, acesse @plurallnetoficial.

A equipe pedagógica da ECSA está neste momento em formação via vídeo, para breve realização de aulas online, no caso de prorrogação da quarentena, seguindo sempre as orientações da (OMS) Organização Mundial da Saúde.

Com o objetivo de manter um ritmo de estudos e atividades escolares, a ECSA também preparou orientações aos pais e responsáveis durante o recesso. A ideia é fazer a revisão dos conteúdos já trabalhados este ano, além de dicas de vídeos para estimular o diálogo com as crianças em casa.

ECSA: Adiantamento de recesso

A Escola Chave do Saber (ECSA), em vista da pandemia causada pelo coronavírus e seguindo as orientações divulgadas por meio de decreto pelo Governo do Estado, adiantará o recesso escolar de seus alunos por 3 (três) semanas, contadas a partir da próxima segunda-feira (23 de março).

As aulas retornarão no dia 13 de abril e a ECSA trabalhará para que o novo calendário escolar tenha a dimensão pedagógica como centro, não só cumprindo todos os aspectos legais, como também garantindo o processo ensino e aprendizagem.

Nos próximos dias 18, 19 e 20 de março, a escola funcionará normalmente, possibilitando a organização das famílias. Além disso, todo o material didático será disponibilizado, dando oportunidade para que os conteúdos trabalhados de fevereiro até 17 de março sejam revisados pelos alunos. As avaliações estão canceladas e serão reagendadas após o retorno às aulas.

Alunos da ECSA já se preparam para competições de Matemática

Está marcada para 19 de março (quinta-feira) a realização das provas do Canguru de Matemática Brasil, olimpíada de âmbito internacional para alunos do Ensino Fundamental I, II e Ensino Médio. A Escola Chave do Saber (ECSA) já iniciou sua preparação, com aulas específicas para aprofundamento teórico e prático. Além da olimpíada de matemática, estudantes da instituição também participarão este ano de competições de Astronomia e Física.

O responsável pela preparação dos alunos da ECSA é o professor de matemática Marcos Ferreira. Ele conta que as expectativas são muito boas e lembra que desde a primeira participação na prova, em 2010, o desempenho das turmas vem melhorando. No ano passado, a escola garantiu medalhas de prata, bronze e honra ao mérito pelo resultado dos alunos.

“Temos muito orgulho de sempre conseguirmos uma medalha em todos os anos que participamos. Para este, temos um ótimo grupo que já está se preparando para a prova”, disse Marcos.

O Concurso Canguru de Matemática é uma competição anual internacional criada na França e que chegou ao Brasil em 2009. Entre os objetivos está o incentivo ao desenvolvimento de conhecimentos matemáticos e a melhoria do ensino na educação básica. A prova é composta por uma fase única realizada nas escolas. O resultado será divulgado em 20 de maio, com a emissão de medalhas e certificados digitais.

Para garantir um bom desempenho na prova, a ECSA deu início às aulas preparatórias para as turmas do 4º ano do Fundamental I ao 9º ano do Fundamental II. O conteúdo programático é específico para as olimpíadas, com um material elaborado pelo professor Mário Ferreira. A escola aposta também em atividades lúdicas como xadrez e raciocínio lógico.

Outra competição de matemática com participação da ECSA neste ano é a 16ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas + Escolas Privadas (OMBEP). A primeira fase acontece em 26 de maio, com a divulgação do resultado final em 8 de dezembro. A ECSA participa ainda das Olimpíadas de Astronáutica (MOBFOG), Astronomia (OBA) e Física (OBF).

Escola de Esportes da ECSA passa a oferecer aulas de capoeira

A capoeira é a novidade da Escola de Esportes da ECSA para 2020. A luta de origem africana mistura elementos de dança, esporte e música. As aulas serão ministradas pelo mestre Visk, do grupo cuiabano Capoeira VIP, e poderão ser frequentadas também por mães e pais interessados na modalidade. As inscrições já estão abertas na secretaria da ECSA.

A coordenadora da Escola de Esportes, Ana Paula Gusman, conta que a ideia de abrir as vagas para os adultos é uma forma de aproximar ainda mais filhos e pais. As aulas serão realizadas duas vezes por semana, às segundas e quartas-feiras, das 18h às 19h. Além da capoeira, outro esporte aberto aos adultos é o vôlei, às terças-feiras, das 18h às 20h.

A orientação do mestre Visk é para que a modalidade seja praticada por crianças a partir dos 4 anos. Para mais informações, o telefone para contato é (65) 3642 4215.

Confira o calendário da Escola de Esportes da ECSA:

Esporte Data e horário
Capoeira (aberto para adultos) Segunda e quarta-feira, das 18h às 19h
Futsal (1º ao 3º ano) Segunda-feira, das 18h às 20h
Basquete Terça-feira, das 18h às 20h
Vôlei (aberto para adultos) Terça-feira, das 18h às 20h
Karatê Terça e quinta-feira, das 18h às 19h
Street dance Terça e quinta-feira, das 18h30 às 19h30
Futsal (4º ao 9º ano) Quinta-feira, das 18h às 20h

Tradição e sustentabilidade dão o tom do Carnaval da ECSA

O Carnaval dos pequenos na Escola Chave do Saber (ECSA) uniu tradição e consciência ambiental na sexta-feira (21 de fevereiro). Todos fantasiados, os alunos da Educação Infantil e Fundamental I e II se reuniram na quadra para dançar e brincar ao som de marchinhas e canções tradicionais da folia de Momo, utilizando material ecologicamente correto, ou seja, que causasse o menor impacto possível no meio ambiente.

Na ECSA, a proposta é promover um Carnaval que una tradição, cultura e preocupação com questões que impactam toda a sociedade, sem com isso podá-las em sua criatividade e espontaneidade. Os bailinhos dos alunos dos primeiros anos trazem sempre muitas marchinhas e músicas típicas do período, tanto nacionais como regionais, e muita ludicidade, expressa nas fantasias e em brincadeiras como as de roda e de corda, além evidentemente da dança.

A coordenadora da Educação Infantil Milene Dorneles explica que o Carnaval da ECSA procura trabalhar bastante a questão cultural com as crianças, de maneira interdisciplinar. Ou seja, envolvendo diferentes áreas. “Estimulamos as brincadeiras sadias, nos preocupamos também com a questão dos estereótipos. Mas a criação é deles, a vontade é deles. Damos toda a liberdade para a criança escolher a sua fantasia, criar sua fantasia”, exemplifica.

Segundo Milene, há também uma atenção especial em aliar as atividades com o projeto ECOECSA e a questão da sustentabilidade. A professora Vanessa Paula Caetano, do 2º Ano Matutino, tratou por exemplo do problema do lixo com os alunos. Mostrou para eles que o período de Carnaval é responsável por um aumento substancial de descarte dos mais variados materiais. “Até trouxe um dado para eles, de que no Rio de Janeiro mais de seis toneladas de lixo são geradas em dois dias de carnaval. É uma quantidade gigantesca”, alertou.

A proposta trabalhada com os alunos, então, foi estimulá-los a produzir o próprio confete ao invés de comprar, deixando de gerar esse lixo extra. “Utilizamos revistas e jornais antigos, que já iriam para o lixo de qualquer forma e folhas de árvores caídas. Eles trouxeram de casa e recolheram essas folhas durante o lanche no Parque dos Morros e nós produzimos confete em sala. Fizemos isso com o intuito de que eles entendessem que tudo o que está aqui pode ser aproveitado. Eu não preciso consumir para brincar o carnaval”, finalizou Vanessa.

 

 

Por: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Helder Faria

 

 

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