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O futuro depende das atitudes que temos hoje. Com o intuito de formar cidadãos mais conscientes e comprometidos com o meio ambiente e a sociedade, a Escola Chave do Saber (ECSA) apresenta, para o segundo semestre, o projeto ECO ECSA. A ideia é que desde cedo as crianças aprendam a valorizar os recursos naturais e entendam os impactos ambientais que o lixo causa na natureza e, consequentemente, nas nossas vidas.

Esses resultados negativos são ocasionados, em grande parte, pelas formas de uso, costumes e hábitos culturais perceptíveis nas cidades. A educação ambiental é o objetivo do projeto, que nasceu do desejo de sensibilizar as pessoas acerca do descarte correto de lixo – que beneficia não somente o meio ambiente, mas também toda a sociedade.

A iniciativa foi encabeçada por Betânia Zambiazzi, coordenadora administrativo financeiro da ECSA. Ela ressalta que alunos da Educação Infantil ao Ensino Fundamental participarão de todo o processo, desde a construção e customização de lixeiras à separação dos materiais.

“O projeto torna-se ainda mais interessante à medida que mesclamos a percepção do lixo e seu descarte à música, cinema, teatro, robótica, física. De modo geral, quando transformamos esse lixo em arte. Queremos tirar as pessoas do automático e trazer para o cotidiano o pensamento de reutilização, reciclagem e descarte correto”, enfatizou Betânia.

As ações do ECO ECSA incluem palestras, oficinas e construção de coletores, que neste primeiro momento serão específicos para lixo seco (materiais recicláveis) e posteriormente para orgânicos (restos de alimentos). Além disso, o projeto contempla ainda a criação de uma horta na praça e compostagem.

Para essa iniciativa, a escola firmou parceria com a Cooperativa de Trabalho e Produção de Material Reciclável (Coopermar) e com a Ecodescarte – empresa de reciclagem especializada na gestão de resíduos eletrônicos, lâmpadas e fios.

 

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

 

Festa Junina da ECSA conta com a presença de 1600 pessoas

O tradicional arraiá da escola contou ainda com homenagens e comidas típicas

Junho é marcado pelas festas juninas, as tradicionais são as mais esperadas – com direito a roupas caipiras, botina e há quem use até um dentinho preto e sardas. O clima é de descontração e a diversão é o que importa. Por isso, no último final de semana, no dia 28 (sexta-feira), a Escola Chave do Saber (ECSA) realizou mais uma edição da Festa Junina ECSA, no Buffet Leila Malouf.

A ECSA preza pelas tradições juninas, por isso, no estilo “arraiá” e ao som de ritmos típicos, todas as turmas realizaram apresentações artísticas dentro do tema. Além disso, houve até homenagem dos jovens do 9º ano do Ensino Fundamental para a professora de Ed. Física, Ana Paula, numa apresentação que misturou várias músicas que marcaram seu último ano na Escola.

Prestigiaram o Festa Junina ECSA cerca de 1600 pessoas, entre alunos, familiares, amigos e professores. Entre puladas de fogueira e pescaria, foi servido o trio cuiabano gastronômico regional: Maria Isabel com feijão empamonado e farofa de banana, além de um cardápio típico com milho cozido, cural, canjica e outras delícias.

O festa foi encerrada com uma grande quadrilha composta pelos alunos da Escola.

 

Fotos: Júnior Silgueiro

 

Feiciarte 2019 da Escola Chave do Saber apresenta 94 projetos

A Escola Chave do Saber realizou na quarta-feira (26 de junho) mais uma edição da tradicional Feira de Ciências e Arte (FeiciArte), a maior de todas, com praticamente todo o prédio tomado por exposições e amostras de trabalhos. Foram nada menos que 94 projetos, que envolveram alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental e mostraram por meio do movimento Maker e da tecnologia as aplicações práticas do que foi visto durante o semestre em sala de aula.

O professor Leandro Predebon, que coordenou a “Clínica do 8º Ano”, dedicada a mostrar projetos sobre Sistemas Digestivo, Respiratório e Circulatório, lembrou que a feira é a culminância de um trabalho que vem sendo realizado há meses. “São cinco grupos e cada um recebeu um tema. Eles construíram sozinhos, dentro do modelo Maker, e cada um desenvolveu seu próprio projeto. Criaram sistemas com o uso de leds para a iluminação dos trabalhos”, exemplificou.

Maria Clara de Magalhães Buzelle, do 8º A, cujo grupo trabalhou o Sistema Pulmonar, elogiou a liberdade para realizar o projeto. ”Nós decidimos a forma como mostrar. A escola dá muita autonomia para os alunos. A gente tem oportunidade de fazer as coisas como acha melhor e não ficar só seguindo o padrão. É muito importante, porque com isso você aprende coisas novas”, disse.

Para Maria Augusta Cabral Pires, do 5º B, além de absorver mais facilmente os conteúdos, a FeiciArte é uma oportunidade de passar esse conhecimento para outras pessoas. “Acho legal porque a gente desenvolve a matéria que está vendo, mas também está apresentando e está falando sobre ela. Estou mostrando uma coisa que vai me ajudar e ajudar os outros. Eu acabei de explicar para alunos do 4º ano. Depois, quando forem ver a matéria, vão lembrar da FeiciArte”, enalteceu.

Tecnologia como aliada

A professora Mara Tereza, coordenadora da Sala Tech da ECSA, é certamente a mais requisitada durante a Feira. O entra e sai é grande dos alunos, em busca de soluções e ajustes para dar efetividade a seus projetos. “É o segundo ano que entramos em parceria com a Feiciarte implementando a questão da robótica e do Movimento Maker”, destacou. Segundo ela, a novidade, desta vez, foi auxiliar os alunos do Fundamental I nessas duas áreas, a exemplo do que foi feito em 2018 com o Fundamental II.

É a maior FeiciArte de todas, avalia Mara. “Nós hoje estamos apresentando na ECSA 94 projetos, todos interligados com os conteúdos trabalhados em sala no primeiro e segundo bimestres. Então a escola toda, desde o 1º ano ao 9º ano, está aqui com essa movimentação. A verdadeira cultura Maker está aqui”, comemorou.

Orgulho para os pais

Outro aspecto bastante importante da FeiciArte é a visita dos pais dos alunos, que assim podem ver o resultado de todo o esforço e dedicação no primeiro semestre. E eles não escondem a satisfação. “Acho bem interessante porque o dia da Feira em si é só final de um trabalho que foi desenvolvido. Você vê o empenho deles, a preocupação e também a questão do trabalhar em grupo, porque cada um é responsável por uma parte do projeto. Fico orgulhosa e acho que a escola sempre valoriza bastante essa questão da apresentação, de proporcionar isso para eles”, elogiou Nil Bragaglia, mãe da Larissa, do 4º ano, e da Gabriele, do 9º ano.

“Vejo que o resultado é muito positivo, tanto para o aluno e para a escola como também para os pais, que têm um momento de vivência com os alunos, preocupados com problemas do cotidiano da vida. Essa integração é uma riqueza muito grande”, salientou Aldo Nakao, pai do Victor Nakao, do 4º B. “Essa atividade também favorece muito o trabalho em equipe, o que hoje é fundamental na educação dessas crianças. Eles ficam mais desinibidos, treinam a oratória. Acho fundamental”, ressaltou a mãe de Victor, Ângela Nakao. “Essa feira é um trabalho diferenciado que a escola faz, que requer muito empenho de todos e fortalece a qualidade do ensino”, acrescentou ela.

 

Junho Vermelho: Doação voluntária de sangue é tema de palestra na ECSA

A doação de sangue é um ato de solidariedade que pode salvar até quatro vidas. Pensando em sensibilizar os alunos, fomentar a empatia e disseminar a importância de ser um doador, a Escola Chave do Saber (ECSA) convidou o MT- Hemocentro para uma palestra a respeito do assunto nesta segunda-feira (24).

A iniciativa, direcionada aos alunos do Ens. Fundamental II, faz parte das ações da campanha Junho Vermelho, que visa a conscientização das pessoas sobre a doação de sangue.

A abertura da discussão foi feita pela diretora geral da ECSA, Márcia Bezerra. “A escola participa de campanhas que não são apenas internas, mas também daquelas que fazem a diferença para a sociedade. Queremos envolver nossos alunos em uma consciência social”, disse.

A captadora de doadores de sangue do MT-Hemocentro, Magda Matos, explica que é necessário plantar a semente da solidariedade desde a infância. “O objetivo desse projeto é sensibilizar os jovens e prepara-los para quando tiverem idade, trabalhar os mitos e fatos sobre a doação”.

A iniciativa estimula ainda a disseminação da informação sobre o assunto, levados pelos alunos aos seus familiares e amigos. “Precisamos fomentar dentro da sociedade a importância da doação voluntária, que é aquela pessoa que doa sem que um parente precise. É preciso que as pessoas entendam que sangue não nasce em árvore e que não existe substituto para ele”, enfatizou Magda.

A captadora reforçou ainda que é na temporada das férias escolares que acidentes domésticos envolvendo crianças acontecem, havendo um aumento na demanda. Inclusive, é neste mesmo período que é registrado baixa nas doações, pois os pais que são doadores viajam com filhos.

“Temos uma preocupação muito grande em manter o estoque seguro. O MT-Hemocentro tem uma demanda muito grande e o banco de sangue público atende os cinco maiores hospitais do Estado, que são Júlio Muller, São Benedito, Metropolitano e os Prontos Socorros de Cuiabá e Várzea Grande”, disse.

Os alunos do Fundamental II, presentes durante a palestra, se mostraram motivados em praticar a solidariedade e propagar as informações recebidas aos seus amigos e familiares, com o intuito de incentiva-los a doarem sangue.

A idade mínima para ser um doador é de 16 anos e somente com a autorização formal do responsável legal. A aluna da 7ª série da ECSA, Carolina Beltrami de Campos afirma que “é importante sempre ajudar o próximo, mesmo não sendo alguém que você conheça. Assim como nós podemos precisar um dia”.

O estudante Renan Koike S. da Silva, da 6ª série, tem uma figura exemplar a seguir, seu pai. “Ele é doador de sangue e eu sempre o acompanho. Meu pai diz que a gente tem que ajudar as pessoas em qualquer circunstância, não pensando em ganhar algo em troca”, comentou.

Projeto Doadores do Futuro

O Projeto Doador do Futuro é um trabalho educativo, contínuo e sistemático sobre a doação de sangue, junto às entidades de Ensino Fundamental e Médio das redes pública e privada da região de abrangência do Centro Regional de Hemoterapia. A iniciativa promove a informação, orientação e conscientização sobre as questões relacionadas ao sangue, a doação voluntária, as doenças hematológicas e principalmente sobre a importância do ato de doar sangue.

 

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Foto: Junior Silgueiro

 

 

Alunos do 5º Ano participam de dinâmica sobre sistema cardiovascular

O sistema cardiovascular é formado por um conjunto de órgãos e tecidos responsáveis pela circulação do sangue e apresenta três componentes principais: o sangue, coração e vasos sanguíneos. Para entender melhor o complexo corpo humano, os alunos do 5º ano do Fundamental I da Escola Chave do Saber (ECSA) tiveram uma aula de Ciências diferente, com a Drª Antônia Novais, médica intensivista – especialidade médica que presta suporte avançado de vida a pacientes das Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

Segundo a professora de Ciências Deise Oliveira Ribeiro, os alunos foram estimulados a realizar alguns exercícios físicos durante a aula para que pudessem compreender o que, de fato, acontece com o nosso corpo quando praticamos um esporte, por exemplo.

“Com isso, os alunos tiveram a oportunidade de medir seus batimentos cardíacos, antes e depois de algumas atividades físicas, e entender o significado dessas pulsações. Na prática, foi possível aprender todo o conteúdo desenvolvido na palestra”, contou.

A proposta da visita da médica especialista foi proporcionar aos alunos uma palestra dinâmica e mais aprofundada no assunto, com o intuito de instigar o conhecimento sobre um dos órgãos mais essenciais à vida humana, o coração. Além de discutir sua localização, funcionamento e sua função no sistema circulatório.

 

Foto: Pau e Prosa Comunicação

Maio Amarelo: ECSA promove atividades sobre trânsito para crianças da Educação Infantil

As crianças, sem dúvidas, são multiplicadoras e cobram uma postura correta dos pais, que respeitam e atendem o apelo deles, especialmente se estiver relacionado ao comportamento no trânsito. Por isso, no último mês, os alunos da Educação Infantil da Escola Chave do Saber (ESCA) participaram de uma ação educativa em alusão à campanha Maio Amarelo – que simboliza a atenção pela vida no trânsito.

Durante as atividades, as crianças se transformaram em motoristas e pedestres e precisaram identificar o significado da sinalização, em um cenário preparado especialmente dentro da escola, com placas, ruas e faixas de pedestre. Além disso, trabalharam a importância do uso do cinto de segurança e da cadeirinha infantil.

“No mês de maio, nossa atenção foi voltada para a educação no trânsito, levando para as famílias uma mensagem de reflexão e comportamento seguro. Nosso principal objetivo é formar cidadãos conscientes, enfatizando a vida humana que é o bem mais importante”, comentou a professora do pré, Milene Dorneles.

São inúmeras as razões para se ensinar educação para o trânsito nas escolas. Dentre elas o estimular no aluno hábitos e comportamentos seguros, transformando o conhecimento em ação, por meio de vivências, situações e interpretações. Com isso, as crianças poderão transmitir aos seus responsáveis a conscientização necessária para o tráfego seguro, bem como se tornar adultos mais conscientes.

Estatísticas

 O índice de acidentes envolvendo crianças é elevado no Brasil. Com base em números recentes informados pelo Ministério da Saúde, o trânsito é a principal causa de morte acidental entre crianças de 0 a 14 anos no país – cerca de 6 mil mortes e outros 140 mil acidentes no trânsito anualmente. Destes, 90% poderiam ser evitados se os adultos responsáveis pela condução estivessem atentos.

 

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

 

 

ECSA realiza mais uma edição do Farmer’s Market do Red Balloon in School

 A Escola Chave do Saber (ECSA) se transformou mais uma vez, nesta sexta-feira (31 de maio), em um empório de compra e venda de frutas e legumes com uma nova edição do Farmer’s Market. A atividade, uma das mais amadas do curso de inglês Red Balloon in School, coloca os alunos para fazerem, literalmente, a feira comprando os produtos e negociando tudo em outra língua.

“É um evento em que eles podem colocar em prática tudo o que aprenderam e trabalharam em sala de aula e de uma maneira divertida e que faz sentido para eles”, explica Daniele Hounsell Breier, coordenadora do Red Balloon in School da ECSA. Ela acrescenta que o Farmer’s Market está alinhado com a proposta pedagógica da escola tornando os alunos protagonistas na aprendizagem.

Os mais velhos atuam voluntariamente como os “fazendeiros” que vendem os produtos. Já os menores são os consumidores, que decidirão o que fazer com os 40 Reds que recebem. O dinheiro é retirado num caixa eletrônico e eles ganham uma sacola e instruções de como realizar a atividade, todo esse processo com a comunicação feita em inglês, inclusive no nome dos produtos e preços.

“Os professores se envolvem desde a sala de aula para passar o vocabulário. Além do inglês, estamos trabalhando aqui a colaboração, porque aquele que sabe mais vai ajudar o que sabe menos, e a matemática financeira, que é o lidar com o dinheiro. Este ano temos até o nosso terminal ATM, onde eles colocam o cartão de débito do Farmer’s Market e recebem os 40 Reds, a moeda corrente na Red Balloon”, destaca Daniele.

É uma forma de aprender com ludicidade e todos os envolvidos dizem gostar muito. Gastão Okajima Conselvan, que atuou como fazendeiro junto com Maria Letícia Seror, ambos do 6º ano, disse que é uma profissão interessante. “Acho ser fazendeiro legal, viver perto da mata, ter paz, comer frutas e poder vender o que produz”, opinou o comerciante que fazia sua estreia no ramo. “Acho que estou indo bem. Às vezes esqueço o que tenho que falar e olho no papel, mas está indo tudo bem. É tudo em inglês”, reconheceu.

Os fregueses não economizaram. “Fazer a feira é muito bom porque a gente pode comprar coisas para levar para nossa casa e em outra língua. Já participei outras vezes e gosto muito”, elogiou Maria Clara Uemura, do 3º ano. “A feira é legal porque dá para comprar muitas coisas que eu gosto de comer. Eu não gosto de mamão, mas eu vou comprar para o meu pai. E uma banana, que eu amo. É fácil comprar em inglês, está tudo escrito ali”, garantiu Sarah Rial Machado, do 2º Ano.

Outros destacaram a oportunidade de exercitar uma segunda língua, como Vitor Von Atzingen da Rocha, do 4º Ano. “É interessante porque você ganha aprendizado, consegue aprender o nome das frutas em inglês”, exemplificou. “Por causa das aulas de inglês eu sei o nome de muitas coisas que tem aqui. E eu aprendo novos nomes de frutas. Não sabia o que era passion fruit e agora eu sei que é maracujá. E também aprendo a comprar”, acrescentou João Lucca de Souza Massoni, do 2º Ano.

Alunos da ECSA participam da 22ª Olimpíada de Astronomia e Astronáutica

Os alunos da Escola Chave do Saber (ECSA) participaram da 22ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e da Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG) com a realização de uma série de lançamentos de foguetes nesta sexta-feira (17 de maio), no campo de futebol do Ginásio Dom Aquino. A atividade faz parte das comemorações pelos 33 anos da instituição, completados no sábado (18).

Ao todo foram 18 projetos de foguetes concretizados e lançados no período da manhã com sucesso na grande maioria das tentativas. A atividade é a culminância do trabalho feito em sala de aula e nos laboratórios de ciências e tecnologia da ECSA, explica o professor Marcos Wimbeg. “Foram aplicadas as leis da Física e eles viram os efeitos da pressão e da aerodinâmica. Estudaram isso nas aulas do contraturno e fizeram o foguete para sentir como é a construção. São alunos dedicados”, elogiou.

Marcos lembrou que a realização da Olimpíada faz parte das comemorações aos 33 anos da ECSA: “estão acontecendo várias atividades e demos o pontapé inicial com essa ação pedagógica e divertida também para as crianças, que é o lançamento de foguetes”.

A diretora Márcia Bezerra, que acompanhou tudo de perto, viu o momento como um marco dentro da história da escola. “Há mais de 15 anos valorizamos a participação dos alunos em diferentes olimpíadas. Trazemos o que de mais moderno está acontecendo no Brasil para que eles possam experimentar, participar de competições, ter oportunidades diversas. Todo um contexto voltado para a motivação do aluno”, ressaltou.

Márcia enalteceu a dedicação do professor, que não se limitou a apresentar conteúdos, trabalhou o sentido da atividade e a motivação dos alunos. “Aqui estão alunos do 6º ao 9º ano, portanto de diferentes idades e com igual oportunidade de aprender e de fazer parte de algo diferente. Então eu acho que a escola tem esse objetivo. Valorizamos professores que trazem uma metodologia ativa e aprendizagens que servem para a vida do aluno, para além da sala de aula”, frisou.

Os projetistas, claro, adoraram a atividade. “Achamos muito legal porque é uma forma de descontrair. Participamos de grupos de estudos de Física, Astronomia, Matemática e fazemos as experiências. Não adianta só ter ideia e ficar no papel, você tem que colocar em prática e ver o resultado. Porque entre planejar algo e tentar fazer funcionar há uma grande diferença”, opinou João Pinheiro Garcia, do 9º A.

Para o colega Miguel Wimbeg de Souza Ferreira, foi muito interessante ver o conteúdo das aulas e dos cursos para as olimpíadas de ciências, como as Leis de Newton (Inércia, Princípio Fundamental da Dinâmica e Ação e Reação), se tornando realidade por suas mãos. “Também é um momento recreativo que faz todo mundo se divertir muito. Incentiva a criatividade e também a pensar meio fora da caixa”, acrescentou.

 

Alunos participam de Sessão Simultânea de Leitura

Não somente formar leitores capazes de compreender e interpretar o que leem, mas também aquilo que não está escrito em palavras. Essa é a ideia da Sessão Simultânea de Leitura da Escola Chave do Saber (ECSA), realizada no dia 26 de abril.

A atividade pedagógica envolve alunos da Educação Infantil e Fundamental I e acontece ao mesmo tempo por toda a instituição de ensino – do hall de entrada ao último andar, por meio de rodas de leitura e apreciação literária.

Os títulos escolhidos para a contação foram selecionados pelos professores, como forma de instigar a imaginação e estimular o debate e a interação entre os alunos. O local e o contador da história foram os elementos surpresa, sendo revelados momentos antes da atividade.

Dias antes das sessões de leitura, os professores apresentaram uma sinopse dos títulos escolhidos. Em seguida, os alunos se inscreveram naquela que mais lhe interessou. Dentre os contos selecionados estava “Uma Onda Pequenina”, onde o personagem, um garotinho, precisava muito da ajuda do leitor para superar um grande medo. Geralmente, são os personagens que nos encorajam, mas não desta vez. As crianças tiveram que participar ativamente da história, por meio de desafios e questionamento propostos pelo livro.

Além deste, outra história desafiou as crianças a usarem seu senso de criatividade e resolução de problemas, uma releitura de um conto clássico – “Os Três Lobinhos e o Porco Mau”, que apresenta uma inversão de papéis. Quem era o caçador, vira a caça.

A ECSA entende que a escola é parte fundamental no desenvolvimento de leitores e que este hábito precisa ser estimulado, portanto, a Sessão Simultânea de Leitura é uma atividade que ocorre regularmente e está inserida em sua proposta de trabalho junto aos alunos.

 

 

ECSA leva Escola de Esportes para competições

A Escola de Esporte traz diversas modalidades para a escolha dos alunos e agora avança com foco nas competições. A ECSA está em processo de filiação à Federação Mato-grossense de Desporto Escolar para garantir a participação em torneios e campeonatos escolares.

Além disso, para os alunos que tiverem o interesse nestas competições poderão fazer parte da Escola de Treinamento, que inicia este ano com foco no futsal, com possibilidade de ser ampliada para outras modalidades.

Além da participação dos alunos em diferentes atividades, a coordenadora da Escola de Esportes, Ana Paula Gusman Amaral Souto, explica que a ideia é desenvolver o aluno de forma integral e que o hábito de praticar esportes, especialmente na escola, fortalece diversos valores. “A prática esportiva visa o desenvolvimento do aluno como um todo, desde as habilidades sócio emocionais, a cultura corporal e o desenvolvimento motor”, disse.

A escola possui professores habilitados, especialistas para atuarem nas suas respectivas modalidades. A Escola de Esportes é aberta para alunos do Jardim ao 9º ano do Fundamental II.

 

Fonte Pau e Prosa Comunicação

Foto: Helder Faria

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