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Quanto mais cedo a criança tem contato com uma segunda língua, mais fácil será a absorção desse conhecimento.  Mais do que livros e professores preparados, a Escola Chave do Saber inovou e implementou em 2019 o English Stars, programa pertencente à Red Balloon, que trabalha o Inglês de forma lúdica e gradual, de acordo com a idade e desenvolvimento individual do aluno. O método English Stars é voltado para o futuro, trabalhando as necessidades atuais dos alunos, sem perder de vista suas habilidades intelectuais e vocações pessoais.

Inicialmente, o programa é oferecido para os alunos da Educação Infantil e faz parte da grade regular da escola. Agora, as aulas de inglês da ECSA contam com uma carga horária de três horas semanais e são desenvolvidas 100% na língua inglesa – sempre respeitando a evolução individual da criança e sua idade, trabalhando ainda o pensamento crítico, criatividade, comunicação, liderança, resiliência, coragem, entre outros.

A professora do English Stars, Eleonora Sitta, conta que dentro da sala de aula também são trabalhadas outras matérias e a aprendizagem funciona como na língua portuguesa. “A assimilação do conhecimento acontece por meio de deduções e associações. Como eles são pequenos, usamos atividades que evolvem o olfato, visão e a audição – utilizamos muito a música como ferramenta de ensino. Os alunos se tornam os agentes do próprio aprendizado e eu estou ali para organizar as ideias”, contou.

A ideia é que o programa se estenda para o Ensino Fundamental I e II. Além disso, não há acréscimo no valor da mensalidade.

Acompanhamento constante 

O English Stars segue padrões operacionais e treinamentos administrativos e pedagógicos que auxiliam toda a equipe da escola, com reflexos bastante positivos para os alunos. Os professores passam por treinamentos constantes na plataforma English Stars. Além disso, há uma avaliação semestral para os alunos, focada no aprendizado da língua e padronizada pelo programa, em que a escola recebe seus resultados em ranking nacional. Há ainda uma visita anual para controle de qualidade pedagógica e orientações gerais à escola.

O conteúdo traz a abordagem bilíngue para o aprendizado do inglês de uma forma simples de ser utilizada pelos professores nas escolas brasileiras. O material se encaixa perfeitamente nos planejamentos desenvolvidos pela área acadêmica, dando suporte aos professores como verdadeiros guias para uma melhor utilização do conteúdo programático.

 

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Foto: Helder Faria

Dia das Mães na ECSA é marcado por emoção e momentos de interação

A emoção tomou conta do ginásio da Escola Chave do Saber (ECSA) nesta sexta-feira (10 de maio), com uma série de homenagens feitas pelos alunos às mães. Além de apresentações que realçaram os dotes artísticos das crianças, a programação incluiu momentos de interação entre pais e estudantes. Tudo discutido e realizado de forma conjunta entre coordenadores, professores e alunos, simultaneamente às aulas.

A diretora da ECSA, Márcia Bezerra, explicou que a preparação é feita junto com o funcionamento normal da escola e é incentivado o protagonismo dos alunos. “As professoras trazem as ideias e recebem também sugestões dos alunos. A cada ano temos escutado mais deles se estão realmente se vendo representados naquilo que colocamos como opções para homenagem”, descreveu.

Para a educadora, o belo resultado mostra que os objetivos têm sido contemplados. “Há uma escuta, um acordo coletivo e um momento único que é esse, onde até no comportamento eu vejo que eles colaboram”, comemorou.

As mães também gostaram muito do que viram. “É muito gratificante ver seus filhos crescerem, serem do bem, terem boas atitudes e, mais uma vez, a ECSA mostra isso. Ela nos proporciona esses pequenos momentos, rápidos, mas com bastante intensidade. Só tenho a agradecer aos professores, à escola pela iniciativa”, disse Glaucia Falquembach Faccio, mãe da Ana Carolina Faccio Martins e Mateus Faccio Martins.

“Todos os anos a ECSA nos prepara essas homenagens com muito amor e dedicação. E o que mais me chama atenção é o que eles expandem a criatividade das crianças que aqui estão. Eles aguçam a criatividade dos adolescentes. Isso é uma marca grande da ECSA, além de respeitar as individualidades”, opinou Flávia Edith Borges Ferraz, mãe do Pedro Afonso Ferraz Rosa.

Para uma aluna, em especial, o momento foi ainda mais emocionante. Para Maria Antonia Gomes das Graças Matos, do 9º A, que participou da leitura do texto “Colcha e Retalhos”, de Conceil Corrêa da Silva e Nye Ribeiro Silva, foi o fechamento de um ciclo de vida. “É meu último ano. Estou desde pequenina na ECSA. É um momento importante de poder terminar com chave de ouro. Estava com medo, mas falei: ‘vou fazer bonito por causa das outras mães que estão aqui e para representar todo mundo, porque estávamos carregando o peso de mais três anos, do 6º ao 9º”, salientou.

Campos de experimentação

No outro ginásio da ECSA, mães se juntaram aos filhos para momentos de interação com atividades de experimentação, também bastante elogiadas. “Esta outra atividade me surpreendeu também. Porque é um momento artístico, às vezes a arte é deixada muito à parte, ou então as crianças só levam os trabalhos prontos. Quando eles possibilitaram essa interação mãe/filho aqui, eu acho que, muito além de fazer um trabalho físico, existe todo um trabalho afetivo e isso é muito importante. É o que está faltando hoje”, enalteceu Sonia Melo, mãe do Gustavo Melo (4º C).

O aluno, que está em seu primeiro ano na ECSA, também aprovou. “Gostei muito, foi legal. Quando estava fazendo algumas danças lá ficava olhando para minha mãe e pensando: será que ela está chorando? Gostei muito de fazer a homenagem, foi uma coisa que eu quis fazer desde sempre”, confessou Gustavo.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Foto: Helder Faria

 

Atividade com argila estimula criatividade e amplia repertório cultural das crianças

Dar forma à argila proporciona às crianças a exploração tátil, estimula a criatividade e desenvolve a coordenação motora fina. Os alunos de 3 a 6 anos puderam participar de uma atividade com este material, que foi além e permitiu a eles ampliar o repertório cultural ao lhes apresentar obras da artista regional Rosilene Pinto.

 A professora Natália dos Santos Borges conta que a atividade foi pensada antes mesmo do início das aulas. O projeto foi amadurecido e a oportunidade veio junto com as comemorações referentes aos 300 anos de Cuiabá. Desde o ano passado as artes da cuiabana Rosilene Pinto já vinham sendo apresentadas, então para o aniversário da capital, a ideia não só permitiu que as crianças soubessem mais sobre a vida da artista, mas também colocassem a mão na massa e criassem suas próprias artes.

 A modelagem da argila chama a atenção dos pequenos devido às formas e texturas. Por isso, conta Natália, o trabalho foi realizado não apenas uma vez, mas em vários dias para que pudessem sentir a matéria-prima em várias etapas, como mais mole ou mais endurecida. O resultado foi exposto durante às comemorações de aniversário de Cuiabá.

“Em março nós iniciamos a sequência didática, apresentamos as obras para as crianças, falamos sobre quem eram as artistas. Eles tiveram o momento de manipulação e também de produção”, explicou.

Natália explica também que o objetivo da atividade foi ir além da questão do estímulo à coordenação motora fina, mas ampliar o repertório cultural e mostrar as crianças que são capazes. “Eles puderam saber mais sobre uma artista cuiabana e pudemos mostrar que elas são capazes, produtores de cultura”, finalizou.

 

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Foto: Helder Faria

 

ECSA comemora 300 anos de Cuiabá resgatando cultura e valores regionais

Muita música, dança, artesanato e comida. Um resumo do que os alunos da Escola Chave do Saber (ECSA) prepararam para comemorar o aniversário de Cuiabá e celebrar ainda os 33 anos da instituição, que ao longo dessas três décadas contribui com a educação das crianças e contribuiu em melhorias no entorno da instituição, como a construção e revitalização da Praça do Saber.

Na sexta-feira (5), a ECSA preparou um evento pensado desde o início do ano, desenvolvido durante as aulas com os alunos de todas as idades de maneira integrada com o conteúdo pedagógico.

A ECSA nasceu cuiabana e nada melhor do que comemorar seus 33 anos junto com os 300 anos de Cuiabá, tendo a oportunidade de resgatar a identidade por meio da cultura e costumes, que permitiu também a troca de conhecimento e o desenvolvimento de trabalhos em grupos.

Os familiares foram convidados a participar do evento que contou com apresentação da orquestra criada pela academia Shotokan, parceira de longa data da escola, e formada por jovens de comunidades carentes. O grupo de siriri da Associação São Domingos Sávio também fez parte da festa e as meninas do Integral puderem mostrar um pouco mais dessa dança típica da cultura cuiabana.

A diretora da ECSA, Marcia Bezerra, comentou sobre as comemorações conjuntas e a importância deste momento para alunos, pais e professores. “Este evento é uma representação de valorização e reconhecimento de uma escola que foi criada para a sociedade de Cuiabá e que se manteve nesses 33 anos representando e respeitando a cultura cuiabana. Este momento representa toda nossa história. Sentimos gratidão por conseguir desenvolver educação com cultura dentro da cidade e ver o quanto as famílias agradecem”, afirmou.

A Praça do Saber, que faz parte da história da escola, é cuidada e administrada pela própria instituição. Para o aniversário de Cuiabá, os alunos passaram pela revitalização do espaço que ganhou símbolos da cultura regional. “A escola não pode ficar com ações apenas internas então, cada vez mais, a gente se abre para a comunidade escolar, afinal é com ela que compartilhamos os problemas e as felicidades. A praça veio somar e o exemplo que queremos passar é de que o jeito que cuidamos da praça é como queremos que a comunidade cuide da cidade”, afirmou.

Liliane Coelho, mãe do Miguel do 3º ano, conta que as atividades da escola contribuíram para que o filho pudesse conhecer mais sobre a cidade em que mora. “A turma dele fez um City Tour por Cuiabá e permitiu que ele pudesse aprender na prática aquilo que ele vê em sala de aula. Isto faz toda a diferença”, enfatiza.

Maria Luiza Muzzi e Alana Povolon, ambas do 4º ano, foram além, resolveram aprender na prática a dançar. A apresentação não era obrigatória, mas assim que a professora sugeriu, elas adoraram a ideia e iniciaram os ensaios.

“Foi importante para gente poder representar os 300 anos”, comentou Alana. Já Maria Luiza destacou o fato de terem aprendido mais sobre as comidas típicas e admite que a favorita é o peixe. Sobre o evento criado pela escola, ela comenta: “o mais legal é que todo mundo pôde aproveitar e comemorar”.

Simulação ONU: Alunos discutem a crise dos refugiados na Europa durante a 1ª ONUECSA

Visando a discussão de temáticas relacionadas ao desenvolvimento e adversidades enfrentadas pela humanidade, com objetivo de obter resoluções para problemas globais, a Escola Chave do Saber (ECSA) deu início ao projeto piloto ONUECSA – ACNUR, que consiste na simulação da Assembleia Geral da ONU. O primeiro simulado aconteceu na última sexta-feira (12), na instituição de ensino, cujo o foco foram os refugiados na Europa.

Os problemas enfrentados pelos refugiados são tratados pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), criado pela Resolução n.º 428 da Assembleia das Nações Unidas, que tem como missão dar apoio e proteção a essas pessoas em todo o mundo.

Segundo a consultora e conselheira pedagógica do Grupo Saber, responsável pela aplicação e direcionamentos do projeto na ECSA, Magna Celene Parreira de Assis, “a crise dos refugiados na Europa chama a atenção devido ao fato de envolver vários países e maior parte deles não quererem se comprometer em receber e investir nessas pessoas”.

Ao todo, a delegação mirim foi composta por treze alunos do 8º e 9º ano do Fundamental II, que representaram países distintos, escolhidos por eles. A princípio, a missão foi estudar sobre a história do país em questão, além dos aspectos político-econômico, social e territorial.

De acordo com Magna, cada delegado – denominação para os representantes de cada país, formulou e apresentou um documento formalizando seu posicionamento e comprometimento com a causa.

“Esse registro se chama DPO – Documento de Posição Oficial. A partir dele os delegados puderam ter uma visão mais ampla de quais seriam os países que poderiam firmar uma aliança e quais teriam mais dificuldades para negociações”, explicou.

Magna enfatizou ainda que a participação na atividade é algo totalmente voluntário, que não vale pontos. “Foram aproximadamente um mês e meio de estudos. No início muitos alunos se interessaram em participar da simulação, mas somente aqueles que estavam dispostos, de fato, a dedicar seu tempo para estudar ficaram no projeto”, comentou.

A simulação da ONU propicia aos alunos o desenvolvimento da capacidade de argumentação, oratória e retórica, entendimento sobre documentos e convenções internacionais, poder de liderança e tomada de decisões, técnicas de negociação, entre outros.

“Já estamos treinando o professor de geografia para darmos continuidade ao projeto e abordar temas diferentes. A ideia é preparar esses jovens para o futuro, inclusive na hora da escolha de um curso superior. Hoje é muito comum colocar no currículo as atividades extraclasse na educação básica. Isso faz toda a diferença”, ressaltou.

Desafio Surpresa

Durante a Simulação ONU, quando os delegados debatiam resoluções para o problema dos refugiados na Europa uma grande “notícia”, dada por um integrante da imprensa, mudou o rumo das discussões. Um barco com cerca de 350 pessoas, metade delas crianças, estava em alto mar, rumo a Itália, e em menos de uma hora afundaria. Porém, o país havia anunciado que não poderia recebê-los. Os veículos de comunicação aguardavam um respaldo da delegação. O que fazer?

A resolução: Preocupados com destino daquelas pessoas, os delegados tinham apenas três minutos para chegarem a uma solução. Após calorosa discussão, três países se uniram, Portugal, Espanha e Turquia, e entraram em ação com o envio de helicópteros para o resgate. Estados Unidos e Líbano se comprometeram em ajudar financeiramente.

Pedro Afonso, do 9º ano, é um dos alunos participantes da simulação e delegado do Líbano. Mesmo o seu país não estando envolvido diretamente com a questão dos refugiados na Europa, foi um dos que mais participaram e interagiram, abraçando a causa como se estivesse na vida real.

“Essa simulação foi algo muito importante, até mesmo pelo desenvolvimento psicológico que proporciona para a gente. É fantástico, espero que continuem. Temos a expectativa de que aconteça uma vez ao mês, abordando temas diferentes. Pretendo continuar sempre, até o final do ano se possível”, comemorou.

ACNUR

A maioria das pessoas pode contar com seus países para garantir e proteger seus direitos humanos e a sua integridade física e mental. Entretanto, no caso dos refugiados, o país de origem mostra-se incapaz de dar essa garantia.

A proteção de refugiados e das populações deslocadas por guerras, conflitos e perseguições é a principal missão do ACNUR, a Agência da ONU para Refugiados, que busca soluções adequadas e duradouras para estas pessoas. Trabalha para assegurar que qualquer indivíduo, em caso de necessidade, possa exercer o direito de buscar e receber refúgio em outro país e, caso deseje, regressar ao seu país de origem.

 

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Foto: Junior Silgueiro

 

SCRATCH: Plataforma interativa trabalha a programação de forma simples e criativa

 

Há algumas semanas os alunos 1º ao 5º ano do Fundamental I, da ECSA, passaram a aprofundar seus conhecimentos obtidos em sala de aula utilizando a plataforma Scratch – uma nova linguagem de programação que permite criar histórias, animações, jogos, entre outros, a partir de uma interface gráfica possibilitando que programas sejam construídos com blocos encaixados, lembrando o brinquedo Lego.

O Scratch é voltado para crianças e jovens e tem como objetivo trabalhar a linguagem computacional de forma mais simples, visando o desenvolvimento da criatividade, sequência de pensamentos lógicos, matemáticos e sistêmicos. Ele é um software educativo, criado pelo Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MIT).

“O aluno participa de um ambiente interativo com atividades relacionadas aos conteúdos estudados em sala de aula. Por meio do Scratch, é possível aplicar a programação maker, o conhecimento de sala de aula e ainda uma plataforma de programação. Além disso, ele não se prende à língua portuguesa, podemos mudar para inglês e trabalhar o idioma com os alunos, ”, explicou o professor de robótica, Mario Paulo dos Santos Filho.

Segundo o professor, os alunos se tornam pequenos cientistas e inventores em um ambiente de pura imaginação. “ É isso que torna o programa especial e querido por eles, onde podem trabalhar livremente a sua criatividade”, comentou.

 

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

 

ARDUINO DAY BRASIL: Alunos trabalham a inclusão e são bicampeões em competição de tecnologia

Foram apenas 15 dias para o desenvolvimento de um protótipo que fosse capaz de auxiliar atletas com deficiência visual durante a prática de atividades físicas, neste caso a corrida e caminhada. A grande missão foi cumprida, e com louvor, pelo grupo de cinco alunos do 8º e 9º ano da Escola Chave do Saber (ECSA), que criaram o Blind Cooper – um aparelho com sensor de cores que vibra na pele quando o atleta sai da pista. O projeto foi apresentado durante a 4ª edição do Arduino Day Brasil 2019, realizado no dia 19, no Univag, e garantiu à equipe o título de bicampeão.

João Pedro Garcia, Luiza C. Sperandio, Yasmin Laureen Antunes, Maria Antônia Gomes e Danilo Alves são os cinco adolescentes, de 13 e 14 anos, que desenvolveram o equipamento. Tudo começou dentro da Sala Tech – espaço voltado para a aprendizagem criativa que mescla a robótica com o movimento maker, enquanto estudavam uma forma de trabalhar a inclusão e de que maneira isso seria viável e acessível.

Luiza conta que a equipe chegava no colégio às 7h e saia às 18h. “A trajetória até o produto final foi bem complicada. Passávamos o dia todo na escola, muitas vezes levávamos o trabalho para casa e outras tínhamos que refazer tudo porque algo não estava funcionando. Esse ano não tivemos ajuda dos professores, tivemos que fazer tudo sozinhos. Porém, com certeza, faria tudo novamente”, disse.

A vitória foi ainda mais emocionante pois, além de competirem com estudantes da pública e privada de ensino, os jovens disputaram com projetos desenvolvidos por universitários. A coordenadora da Sala Tech, Mara Tereza dos Santos, conta que foram dias intensos e que os alunos mereceram a primeira colocação.

“Os alunos tiveram pouco tempo até a competição. Foram 15 dias de muito trabalho, dedicação e principalmente compromisso por parte desses alunos. Eles realmente mereceram essa vitória. Eu e toda a escola estamos muito felizes e orgulhosos dos nossos alunos”, comemorou

Todo o tempo gasto com pesquisa rendeu retorno positivo à equipe de adolescentes. O aluno João Pedro conta que para entender melhor a vida de um deficiente visual e desenvolver o aparelho eles precisaram visitar o Instituto dos Cegos do Estado de Mato Grosso (Icemat).

“Estávamos conversando sobre como poderíamos ajudar alguém e chegamos na dúvida de como o deficiente visual pratica um esporte. Daí surgiu a ideia do atletismo e fomos visitar o Instituto. Precisamos ter uma base sobre esse assunto e essa visita nos ajudou a ter um pensamento lógico. Conversamos também com um atleta cego que estava lá e isso nos ajudou muito também”, contou.

O mote principal do Blind Cooper é dar mais independência ao deficiente visual de forma que supra a necessidade do auxílio de um profissional guia durante a execução do esporte. Para a aluna Yasmin Laureen, a vivência que tiveram no Instituto e as muitas pesquisas que fizeram foram essenciais para a vitória no torneio. “Identificamos que não há muitos projetos relacionado a este tema. É incrível, mas é algo que não é muito discutido hoje”, enfatizou.

De acordo com Danilo, a equipe recebeu muitas críticas construtivas e apontamentos que poderão garantir uma futura parceria com uma grande empresa de componentes eletrônicos.

“Um dos sócios dessa empresa estava presente no evento e gostou muito da nossa proposta. Com isso, nos pediram que algumas coisas simples fossem ajustadas, como o tamanho, peso, economia do consumo de energia e segurança na fiação. Com essas correções se mostraram interessados em patentear a ideia”, vibrou.

Em levantamento feito pelos próprios alunos apontam que, se comercializado, Blinder Cooper custaria em torno de R$ 300.

 

Blind Cooper

O Blind Cooper é composto por sensores de vibração, sensores de corpo, protoboard, Arduino Nano, vários jumpers e bateria. Ele funciona a partir de uma programação que detecta a cor da pista de corrida. Quando atleta sai da zona de cor, o aparelho vibra para o lado que ele deve retornar.

Todo material para a criação do protótipo foi ofertado pela escola.

 

 

Arduino Day 2018

Este é o segundo ano consecutivo que a ECSA ocupa a primeira colocação na competição. Em 2018, a equipe de alunos desenvolveu um rastreador solar que garante um melhor aproveitamento da luz do sol em até 40%, favorecendo a produção de energia de forma sustentável.

O equipamento segue o movimento do sol e a localização do país na linha equatorial é uma vantagem e, por isso, usar essa fonte de energia se torna viável e essencial.

O Arduino Day é um evento de tecnologia que ocorre simultaneamente em diversas cidades do mundo em celebração ao aniversário da plataforma Arduino – programa de prototipagem eletrônica que permite o desenvolvimento e controle de sistemas interativos e reúne pessoas interessadas em apresentar ideias, projetos desenvolvidos na plataforma, compartilhando informações e experiências.

 

Fonte: Pau e Prosa

Foto: Helder Faria

 

 

Crianças da Educação Infantil utilizam técnica de artista norte-americano

Toda criança gosta de pintar, ainda mais usando tinta colorida. Sem dúvidas a bagunça é diversão certa, mas a Escola Chave do Saber – ECSA transformou tudo isso em arte ao adotar a sequência didática de Pollock como método de aprendizagem e desenvolvimento dos alunos da Educação Infantil. Desde 2018, a ECSA trabalha com os alunos a técnica de jogar tinta no papel, como forma de se expressarem, desenvolverem seu estilo artístico, habilidades, força e individualidade.

De acordo com a professora da Educação Infantil da ESCA, Aimara Pereyra Roballo, a técnica de gotejamento de tinta foi escolhida justamente por ser algo familiar para as crianças e, com isso, mais propício ao interesse dos alunos. “A arte está presente na nossa vida desde o início. Por meio dela a criança se comunica, explora, faz descobertas, inventa, reinventa e passa a compreender o mundo que está a sua volta”, disse.

Aimara explica ainda que as atividades foram feitas em conjunto com todos os professores e todas as turmas. “Tivemos momentos de apreciação das obras do artista, explorar diferentes materiais e tintas, assistir a vídeos do Pollock fazendo a sua arte e de crianças que foram inspiradas por essa técnica”, comentou.

Os alunos, do maternal ao pré, utilizaram vários suportes diferentes como papel craft, papel sulfite, na parede e em tecidos. O trabalho desenvolvido com as crianças ficou tão legal, que a ECSA incorporou as pinturas na estrutura da escola.

Quem foi Pollock?

Jackson Pollock (1912-1956) foi um dos mais influentes representantes da arte expressionista norte-americana. O artista ficou conhecido pela forma de produzir seus trabalhos usando a técnicas de jogar tinta sobre telas largadas ao chão. Essa técnica, o Action Painting, baseia-se na experimentação, na intuição e na liberdade de expressão.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

ECSA apresenta novidades para ano letivo durante reunião de pais

Há 32 anos a proposta pedagógica da Escola Chave do Saber (ECSA) se baseia na linha construtivista e sociointeracionista, atuando nos segmentos Infantil e Fundamental I e II. Para melhorar a percepção dos pais com relação à escola e apresentar as novidades para o período letivo de 2019, a instituição realiza um ciclo de reuniões, divididas por segmentos direcionados de acordo com a faixa etária. Na última quarta-feira (28) ocorreu o terceiro encontro.

A diretora geral da ECSA, Marcia Bezerra, iniciou a reunião apresentando a essência da escola aos novos pais e resgatou informações importantes como forma de relembrar aos pais antigos. Dentre os assuntos abordados, está a proposta metodológica da escola e salientou que este ano a instituição traz um novo formato na liderança pedagógica com coordenadores de áreas – Linguagens, Matemática, Esportes e Sala Tech.

“O objetivo é fortalecer as disciplinas que possuem maior carga horária, trazendo mais qualidade para as aulas ofertadas, para as atividades, aumentando a fixação do conteúdo e desenvolvimento do aluno, além da melhoria das avaliações. Esses coordenadores são responsáveis pelo desenvolvimento dos componentes curriculares, com mais clareza e eficiência”, explicou.

Outro ponto importante destacado pela diretora é a implantação do “ensalamento”, que consiste em mesclar alunos do 7º ao 9º ano em salas de aplicação de provas. “Quando esses alunos estão com a turma deles, com quem eles já tem afinidade, as risadas acontecem e a atenção diminui. Fizemos testes e tiraram de letra, houve um silêncio absoluto e todos puderam desenvolver seus potenciais na prova. Conversei com alguns a respeito e gostaram muito”, comentou.

A partir de março, a ECSA traz de volta as listas de exercícios com o objetivo de aprofundar a retomada dos conteúdos. “O aluno sempre terá conteúdo para estudar. Além disso, todos já receberam o conteúdo para as provas do bimestre e os horários já no primeiro dia de aula”, ressaltou a diretora.

Atualmente a escola não oferece turmas no período integral para alunos do Fundamental II, porém investe fortemente nas atividades complementares no contraturno. Em 2019, muitas novidades serão desenvolvidas.

Isabella Silveira, mãe do Carlos Eduardo do 7º ano, diz estar supersatisfeita como novo formato adotado pela ECSA. “Meu filho estuda na escola desde o 1º ano. E essa reunião achei extremamente produtiva. Foram retomadas algumas coisas que ficaram em aberto no ano passado. A princípio, a forma como foi apresentada foi satisfatória e muito mais organizada que nos anos anteriores”, comentou.

Linguagens

A coordenadora da área de Linguagens, Ivone Franco, explicou que, diferente do ano passado, o ECSA adotou um novo formato de trabalho – intensificando a utilização de livros literários. “Ao todo serão quatro livros no bimestre. Dois destes livros serão trabalhados com leitura compartilhada, onde cada aluno lerá um trecho e debaterão sobre o assunto. Os demais, serão a base de troca entre eles e a professora fará o controle do material”, explicou.

Aulas não expositivas também estão programadas para este ano letivo. “Entendemos que os alunos precisam de mais autonomia. Eles realizarão atividades em duplas ou em grupo sob a supervisão do professor”.

A escola também tem como projeto para 2019 a construção de um livro pelos alunos.

Matemática

De acordo com o coordenador da área de Matemática, Marcos Wimbeg, o Canguru de Matemática Brasil é uma das novidades deste ano, que consiste em uma competição anual internacional com mais de 6 milhões de participantes por ano em 75 países.

“Com esta competição os alunos vão desenvolver questões voltadas para a parte lógica”, comentou. Assim como em outros anos, a escola também incentivará os estudantes a participarem das olimpíadas Brasileira de Matemática (OBMEP/OMB); Física, Astronomia e Astronáutica, além das competições internas de Matemática, Tabuando e Soletrando.

 

 

Escola de Esportes

A carga horária das atividades esportivas mudou. Diferente do ano passado, quando eram realizadas 2h/aula, as atividades passam para 1h/aula ao dia no contraturno, a partir das 18h.

 

Além disso, este ano, a escola está com a proposta de abrir espaço para que os pais façam parte da rotina de atividades físicas dos filhos. “A princípio disponibilizamos o vôlei e a capoeira para a participação dos pais. São esportes que não tem muito contato físico, mas pretendemos ampliar para as demais modalidades, assim, eles poderão fazer parte do contexto escolar dos alunos”, comentou a coordenadora da Escola de Esportes, Ana Paula Gusman Amaral Souto.

Vale ressaltar que os pais poderão participar de atividades esportivas diferentes dos filhos. Atualmente, a ECSA oferece aos seus alunos esportes como futsal, basquete, vôlei, capoeira, balé e street dance.

Sala Tech

Em 2018, a ECSA realizou quatro feiras tecnológicas e neste ano serão realizadas apenas duas. “Percebemos que os alunos queriam aprender mais, então faremos uma reeducação tecnológica nesse primeiro bimestre e não faremos a feira. Além disso, fizemos uma reformulação na sala e os professores maker começarão do zero com os alunos, ensinando de acordo com cada faixa etária”, explicou Mara Tereza, coordenadora da área.

É importante ressaltar que todas as atividades desenvolvidas na Sala Tech estão alinhadas com os conteúdos desenvolvidos em sala de aula.

 

 

 

 

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Helder Faria

 

Carnaval da ECSA remonta aos antigos bailes de salão

Os alunos caíram na folia nesta sexta-feira (1º de março) com o Carnaval da Escola Chave do Saber (ECSA). A instituição ofereceu aos estudantes, do Infantil ao 9º Ano, um baile no estilo tradicional, com todos fantasiados, confete, serpentina e muitas marchinhas e músicas típicas de carnavais mais antigos. Eles, claro, aproveitaram bastante e elogiaram a iniciativa.

Quem comandou a folia foi a bailarina Mariana Prates, que é professora de balé clássico há 20 anos. Mãe de aluna, ela foi convidada pela direção da ECSA para trabalhar com os estudantes o que seria um típico baile de carnaval, com vários tipos de dança, desfile de fantasias, cordões e brincadeiras.

“É muito importante para as crianças fazerem uma atividade física, mas principalmente ter um momento lúdico. Vir para a escola só para estudar, às vezes deixa eles um pouco entediados. Esses momentos para extravasar, brincar, se divertir são muito bons”, enalteceu Mariana.

As crianças aproveitaram ao máximo e declararam seu amor pelo Carnaval. “Acho muito bom porque a gente se diverte. Para mim tem que comemorar, não pode faltar, é muito importante para o Brasil”, opinou Luiza Magalhães Novaes, do 5º ano. “Acho o carnaval maravilhoso, todo mundo de fantasia, com confete e serpentina, jogando pra cima e brincando”, disse Yasmin Cibulskis, do 4º Ano, que revelou ter como tradição na família “pularem” na maior parte das vezes em Saquarema, no Rio de Janeiro.

Houve também quem ressaltasse a união promovida pelo Carnaval. “Acho legal porque todo mundo fica junto. Tenho amigas que uma vez briguei com elas e no carnaval a gente parou de brigar, porque queria ficar juntas”, lembrou Maria Augusta Cabral Pires, do 5º Ano. “A gente fica unido com os amigos, familiares, a mãe, o pai e todos se divertem juntos na folia”, emendou Heloisa Macedo Dal Cero, também do 5º ano.

“O Carnaval é uma cultura brasileira, é um momento em que as pessoas compartilham diversão e é isso que nós estamos fazendo com os alunos. Vamos compartilhar diversão, vamos brincar, vamos dançar, vamos pular, vamos nos fantasiar. O momento da fantasia é o da criatividade e nós deixamos aberto”, explica a diretora Márcia Bezerra. Segundo ela, a ECSA tem procurado promover um carnaval que agregue coisas boas, que seja saudável, cultural e lúdico. Daí a escolha, este ano, por trazer uma coreógrafa e utilizar uma seleção especial de músicas que são clássicos da folia de Momo.

 

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Helder Faria

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