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Conhecer a cultura de outros lugares e povos é uma parte fundamental para o processo de formação e crescimento das crianças. A educação compreende o conhecimento de cultura, valores de determinadas comunidades transferidas de geração para geração. Diante desta proposta, a Escola Chave do Saber (ECSA) promoveu nesta quarta-feira (31), a festa norte americana do dia das bruxas, o Halloween.

A ECSA possui uma instituição de ensino em Língua Inglesa integrada à escola: o Red Balloon. A professora Daniele Hounsell é a coordenadora da escola e afirma que o objetivo da festa é trazer uma das principais datas do calendário Norte-americano para a realidade das crianças, e promover uma interação dos alunos com essa cultura.

“Desde a entrada da Red Baloon na ECSA nós estamos proporcionando momentos que insiram nossos alunos nessa cultura diferente, que os façam aprender palavras em inglês de uma forma descontraída e nada melhor que uma festa, música e brincadeiras para aproximá-los do Inglês”, comenta.

O Halloween é festejado sempre no dia 31 de outubro e tem como tradição as crianças se fantasiarem e saírem nas casas dos bairros pedindo “doces ou travessuras”. Para a aluna Clara Cristina, de 10 anos, do 5º ano A, o halloween é um dia muito legal para comer doces, dançar e brincar. “Eu adoro essa festa, a gente dança, brinca, aprende e come os doces”, comenta.

A aluna Agata Tirloni, 9 anos, do 4º ano, diz que o mais divertido da festa são as brincadeiras. “Já é o segundo ano que acontece essa festa, é muito legal. Eles montam uma mesa cheia de doces e aprendemos palavras em inglês. Eu adoro!”, finaliza.

Sala Tech usa tecnologia e inovação como instrumento pedagógico e gera prêmio e bons resultados

Ciências, tecnologia, matemática e lógica aplicados conjuntamente proporcionam aos alunos pensar alternativas para situações de vida prática. Essa é a proposta da Sala Tech, um projeto desenvolvido pela Escola Chave do Saber (ECSA) que em pouco tempo já mostrou resultado.

Um dos projetos criados pelos alunos na Sala Tech foi premiado em 2018 num dos maiores eventos de tecnologia mundial, o Arduino Day, realizado no Univag. O projeto foi vencedor em duas categorias: votação popular e pelo júri técnico.

Os alunos criaram um rastreador solar que pode garantir um melhor aproveitamento da luz do sol em até 40%, favorecendo assim a produção de energia de forma sustentável. A experiência é de autoria de alunos do 7º e 8º ano do Ensino Fundamental II da Escola Chave do Saber (ECSA).

João Pedro Garcia, Luiza C. Sperandio, Yasmin Laureen Antunes e Luana Caldas Paredes, adolescentes de 12 e 13 anos, iniciaram os trabalhos na Sala Tech da ECSA enquanto estudavam sobre forma sustentável de geração de energia. O assunto despertou o interesse e logo partiram para a prática sob o auxílio dos professores Mara Tereza, Andréa Cristiane e Helton Sodré.

As aulas na Sala Tech fazem parte da grade curricular regular da escola do 2º ao 9º ano. Márcia Bezerra, diretora pedagógica da escola, explica que a proposta de ensino é ressignificar o uso da tecnologia, de conceitos das ciências exatas e humanas de forma a aproximá-los dos alunos e possibilitar pontos de partida para reflexões sobre questões atuais, sobre problemas e desafios a serem superados.

A Sala Tech é estruturada para receber os participantes no início do ano letivo e a cada bimestre, os projetos desenvolvidos pelos alunos serão apresentados na Reunião dos Pais.

“Para desenvolver o plano de ensino da Sala Tech fomos em busca de novas ações curriculares para a informática educativa, o uso da lógica através do xadrez e que os projetos fossem atrativos para o processo pedagógico”, explica a diretora.

A importância do ensino de inglês na educação infantil

É cada vez maior o número de especialistas em educação que apontam os benefícios do ensino da Língua Inglesa já nos primeiros anos de aprendizagem dos alunos. Quanto mais cedo esse contato com uma segunda língua ocorrer, mais fácil será a absorção desse conhecimento, pois se sabe que com o passar dos anos há um declínio nesse sentido. A criança vai perdendo essa habilidade.

Se o aprendizado ocorre de forma natural, como acontece com a língua-mãe, se terá um jovem e um adulto muito mais preparados não só para entender o que está sendo transmitido, mas raciocinar em outro idioma. E se for o Inglês, o mais utilizado em todo o mundo, melhor ainda, explica a professora Daniele Hounsell Breier, coordenadora da Red Balloon, franquia integrada à Escola Chave do Saber (ECSA), e do programa de ensino English Stars, também oferecido pela instituição.

Segundo ela, isso acontece porque “as conexões que o cérebro faz quando somos mais novos são mais fáceis e naturais. Depois de um certo tempo o nosso cérebro tem dificuldade de fazer essas ligações”. As crianças crescem tendo muito claro que as coisas podem ter mais de um nome. “Aprendem o inglês da mesma maneira que estão aprendendo português, sem que isso atrapalhe a alfabetização”, salienta.

Daniele ressalta, no entanto, que é preciso ter método. “Quando a criança aprende a língua da forma adequada, sua relação com o idioma será sempre positiva, fazendo com que se torne algo fácil e divertido”, diz. “Para evitar que se confunda entre o novo idioma e a língua materna, principalmente quando está na fase chamada pré-silábica, entre os 3 e 6 anos de idade, a recomendação é que a exposição seja feita de uma maneira lúdica, pela oralidade, de forma saudável”, exemplifica.

Outro ponto destacado pela professora é a importância de os alunos aprenderem de uma maneira que tenha sentido para eles, para que possam realmente usar o que estão aprendendo. “O interessante dos dias atuais é que as demandas por uma outra língua vêm das próprias crianças. Elas querem entender o idioma para poder jogar on-line, interagir com jogadores de outros países, entender as músicas que mais gostam, os diálogos nos filmes e séries com áudio em inglês, até mesmo ler obras literárias em sua língua original”, conta Daniele.

É importante também levar em conta o que se pretende com esse ensino de uma segunda língua. Existem diferentes perfis de cursos e programas onde a proposta é continuidade, como acontece na ECSA, exemplifica. Na Red Baloon, explica Daniele, as turmas são de, no máximo, 13 alunos e as aulas são no contraturno. “Então, é opcional. E com a mesma metodologia das franquias de rua, só que dentro da escola, alinhada com o perfil da instituição”, frisa. Além da imersão, com 4 horas semanais, seu foco é  preparar os alunos para exames internacionais mais complexos, com sólidos conhecimentos em gramática e habilidade de leitura.

 Já a proposta do programa English Stars, oferecido no regular, tanto no Ensino Infantil como Fundamentais I e II, é interessante por trabalhar o inglês de forma gradual, respeitando o desenvolvimento individual dos estudantes e sua idade, conta. “Esse tipo de curso é focado na habilidade e no domínio do inglês para vivenciar viagens, por exemplo. Aulas e materiais didáticos procuram promover o uso do inglês como meio de comunicação e não somente como objeto de estudo”, acrescenta Daniele. A ênfase é nas competências do século 21, como criatividade, comunicação, coragem, ética, pensamento crítico, colaboração, curiosidade, resiliência, liderança e crescimento, enumera.

“Colocando as crianças para estudar um segundo idioma nós estamos facilitando a vida desses futuros adultos. Colocando para eles essa nova língua como algo natural. Assim você abre uma janela, amplia o mundo para eles”, finaliza a professora.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

 

ECSA promove confraternização para parabenizar professor pelo seu dia

Trabalhar a formação de um indivíduo é trabalhar a educação como cerne dessa construção, uma ferramenta importante e eficiente, que promove a reflexão de assuntos, transmissão de valores, hábitos e costumes. E mesmo diante dos desafios, o agente principal desta mudança é o professor que comemora o seu dia todo 15 de outubro.

Pensando no reconhecimento desses profissionais em vista da contribuição na formação de pessoas melhores, a Escola Chave do Saber (ECSA) promoveu, nessa segunda-feira (22), um momento de envolvimento, confraternização e troca de experiências. A diretora da ECSA, Marcia Bezerra, explica que esse é mais um momento de dizer que a escola não funciona sem eles.

“Preparamos este encontro pensando na valorização dos profissionais e para estimular o crescimento deles dentro da profissão. Acredito que a troca de experiências faz com que eles percebam que todos vivemos dramas em nossas profissões e que podemos fazer escolhas diárias, mesmo com desafios, continuar sendo bons professores”, relata.

A professora Aimara Pereira é uruguaia e foi contratada para dar aulas de espanhol, hoje em dia ela cuida do maternal e Jardim I, que são alunos de 2 a 4 anos. Aimara identifica a ECSA como um ambiente que proporciona o crescimento dos profissionais.

“A equipe da ECSA tem essa inciativa o tempo todo de motivar todo mundo e preza muito pela equipe, pelo trabalho que é realizado aqui. Assim, nós nos sentimos valorizados e engajados na profissão, acreditamos naquilo que fazemos, temos orgulho de fazer parte de uma equipe e aprender todos os dias. Estes momentos de confraternização e descontração são muito importantes”, comenta Aimara.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Pedro Ivo

Secretaria de Mobilidade promove ação em prol de trânsito humanizado na ECSA

Com a finalidade de promover um trânsito humanizado, a Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá (SEMOB), em parceria com a Escola Chave do Saber (ECSA) promoveu durante dois dias aulas com os estudantes de 2 º ano aulas de boas práticas no transito.

A proposta surgiu a partir de uma reflexão da equipe pedagógica acerca das infrações cometidas no entorno da Escola. A proposta foi ensinar as crianças por meio de jogos e dinâmicas para aprenderem a agir de forma ética no trânsito, seja como pedestre ou condutor.

A ação vai de encontro com a visão da ECSA de que nossas crianças e jovens são agentes transformadores de seu meio social, capazes de transmitir à comunidade os valores que absorvem através de suas experiências. A ação aconteceu nos dias 22 e 23 de outubro.

Alunos se mobilizam para arrecadar donativos durante Gincana ECSA

Com estratégia de arrecadação organizada, os alunos do time azul do período matutino mobilizaram os pais e professores para arrecadar mais donativos para a XXXII Gincana da Escola Chave do Saber (ECSA). De acordo com a aluna Maria Antônia de 13 anos, os alunos montaram listas dos itens que precisavam e foram pedindo a contribuição.

“Nós montamos uma estratégia para sempre arrecadar mais, fizemos listas e saímos pedindo para todos os pais, os professores nos ajudaram também. Nós estávamos até bem nos jogos, mas como a arrecadação tem mais pontos, nós ganhamos”, comenta.

A coordenadora pedagógica do 5º ao 9º ano, Ana Carla Guimarães afirma que a reviravolta da vitória foi justamente os donativos, porque o valor dos donativos tem mais valor na contagem final.

“A equipe chamou os professores para ligarem para os pais e pedirem donativos, daí iam no atacadão comprar para entregar, então foi uma mobilização geral. Esse é o espírito da gincana da ECSA, promover uma interação e competição com objetivo final de ajudar os outros”, afirma.

Claudio Alves é inspetor chefe da ECSA e responsável por fazer a contagem dos itens doados pelos alunos.  Ele conta que foram muitos itens doados pelos alunos, os quais ele e a equipe foram responsáveis por contar e separar para cada um dos times.

“Nós arrecadamos 266 fardos de arroz de 30kg, 25 caixas de leite com doze unidades cada caixa, 20 fardos de brinquedo, 26 fardos de roupas, fizemos mais de 200 kits de materiais de limpeza, dois colchões, três bicicletas, com tudo isso foram 26 sacolões, mais de 24 toneladas de alimentos distribuídos em instituições como Hospital de Câncer, APAE de Poconé, Creche Falcãozinho, entre outras”, finalizou.

A equipe Laranja foi a vencedora do período vespertino. A XXXII Gincana da ECSA encerrou no dia 11 com premiação das equipes e distribuição de medalhas.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Helder Faria

XXXII Gincana ECSA tem início e fortalece lado social

Com direito a tocha olímpica, apresentações artísticas e muita alegria, a abertura da XXXII Gincana da Escola Chave do Saber (ECSA) aconteceu no período da manhã e da tarde na segunda-feira (8), no ginásio da ECSA. O evento carrega o slogan de outros anos “Orgulho de ser Solidário” porque traz consigo um lado social, que é arrecadar donativos e ajudar instituições com doações.

A diretora da ECSA, Márcia Bezerra, conta que ações como esta reforçam o legado que a escola deseja transmitir aos alunos. “Aqui na ECSA nada acontece por acaso, todas as nossas ações são para reforçar uma razão de existir. Essa gincana é realizada em prol dos outros. Este ano, incluímos na lista de doações uma ONG de gatos. A vida dos animais é muito importante e deve ser cuidada”, declara.

A professora Ana Paula Gusman é coordenadora da gincana e conta que as equipes são separadas e balanceadas por idades, séries e categorias feminino e masculino, e a proposta da escola é promover a integração social entre os alunos, de modo que os mais velhos interajam com os mais novos e vice-versa.

“Temos o objetivo principal que é a solidariedade, mas queremos proporcionar aos alunos a integração entre eles, trazendo brincadeiras lúdicas como rouba bandeira, queimada, além das atividades esportivas convencionais. As equipes são divididas de uma forma que promovam integração social, respeito a diversidade, os maiores cuidando dos menores”, relata.

Gabriel Castilho Amorim tem 10 anos e é do 4º ano A. Ele conta o que acha da gincana. “A gincana para mim é muito boa, porque não é só competição, para mim é arrecadar os alimentos e ajudar as pessoas que precisam ter uma condição de vida melhor. E eu estou muito ansioso para jogar futsal”, comenta.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Pedro Ivo

Alunos da ECSA escolhem governador e presidente em eleição simulada

A eleição para governador do Estado e presidente da República ocorreu mais cedo na Escola Chave do Saber (ECSA). A instituição se transformou, nesta sexta-feira (5), numa sessão de votação com mesário, cabine e urna para que os alunos pudessem participar de um pleito simulado. A atividade faz parte de um trabalho que começou em sala de aula, onde os estudantes viram temas como democracia, política e processo eleitoral.

A diretora da ECSA, Márcia Bezerra, explica que o objetivo é promover um exercício de cidadania e de conscientização dos futuros eleitores. Independentemente da idade, todos são cidadãos e precisam entender que possuem um papel na sociedade em que estão inseridos. “Elas sabem muito bem que isso não é oficial, porque elas ainda não têm idade para isso, mas nada impede que se faça uma simulação próxima do real para que se sintam também introduzidos nesse mundo, deem sua opinião através das urnas”, diz a educadora.

Os alunos gostaram bastante da eleição simulada e da oportunidade de exercer a democracia. “Quando formos maiores vai ser bem mais fácil porque a gente vai saber como votar e a importância disso. Não é só um voto, pode decidir quem vai governar o nosso país”, opinou Lavínia de Carvalho Barros, do 4º Ano B. “Gostei dessa oportunidade para ver como é votar para um candidato. E é bem emocionante. É importante participar”, emendou Samuel Moro, da mesma classe.

“Para mim, o que a escola está proporcionando hoje é uma forma de, no futuro, a gente votar com consciência. Voto não é brincadeira. É para você escolher quem vai te representar no Senado, na Presidência. Mesmo sendo um voto que não vai contar para o candidato, querendo ou não vai criar pessoas mais conscientes do que estão fazendo”, enalteceu Pedro Afonso Ferraz Rosa, do 8º Ano B.

A aluna Maria Letícia Galesso, do 5º Ano A, reforçou a importância da atividade como formadora de futuros eleitores. “Achei muito legal porque nós conseguimos desenvolver maturidade para votar num candidato com discernimento e pensando no nossos país como um todo. Na minha opinião, nós não temos que votar pensando só na gente, mas nem todos, porque é o nosso país, não é só meu”, alertou a estudante.

O resultado da eleição simulada será divulgado na próxima segunda-feira (8), quando também já se saberá quais são os governantes dos próximos quatro anos no país, caso não tenha segundo turno.

 

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Pedro Ivo

 

Inglês protagonista!

Mais do que saber traduzir outras línguas para o Português, o mundo atual pede pessoas que tenham a habilidade não só de falar e entender, mas raciocinar em outro idioma. Se for o inglês, ainda melhor, pois se trata do mais falado em todo o mundo. Conhecê-lo bem e saber usá-lo de forma eficiente deixou de ser um diferencial para se tornar algo essencial. Uma forma de conquistar a almejada fluência é começar a utilizá-lo já nos primeiros anos de vida, como preconiza a Red Baloon, franquia de ensino em Língua Inglesa integrada à Escola Chave do Saber (ECSA).

De acordo com a professora Daniele Hounsell Breier, coordenadora da Red Balloon in School ECSA, quanto mais cedo for o ensino de uma outra língua, melhor. “Porque as conexões que o cérebro faz quando somos mais novos são mais fáceis e naturais. Depois de um certo tempo o nosso cérebro tem dificuldade de fazer essas ligações”, explica. “As crianças crescem tendo muito claro que as coisas podem ter mais de um nome. Aprendem o inglês da mesma maneira que estão aprendendo português, sem que isso atrapalhe a alfabetização”, frisa.

“Quando a criança aprende a língua da forma adequada, sua relação com o idioma será sempre positiva, fazendo com que se torne algo fácil e divertido”, diz a professora. “Para evitar que se confunda entre o novo idioma e a língua materna, principalmente quando está na fase chamada pré-silábica, entre os três e sete anos de idade, a recomendação é que a exposição seja feita de uma maneira lúdica, pela oralidade, de forma saudável”, exemplifica.

Segundo Daniele, a Red Baloon já nasceu com o objetivo de ensinar inglês para crianças e em seus 40 anos de trajetória adquiriu know how para entender qual é a melhor forma de tornar o ensino mais eficiente. “Então elas aprendem a partir dos três anos de idade ouvindo histórias, cantando, fazendo perguntas em inglês. O professor fala o tempo todo nessa outra língua, principalmente com os pequenininhos. E não traduz”, conta a coordenadora. “A hora da brincadeira, é verdade a aula prática. Ali o professor pode observa-los, perceber se estão participando ativamente do processo de aprendizagem”, acrescenta.

A ideia é proporcionar aos alunos aprenderem de uma maneira que tenha sentido para eles, para que possam usar o que estão aprendendo. E o interessante dos dias atuais é que as demandas por uma outra língua vêm das próprias crianças. Elas querem entender o idioma para poder jogar on-line, interagir com jogadores de outros países, entender as músicas que mais gostam, os diálogos nos filmes e séries com áudio em inglês, até mesmo ler obras literárias em sua linguagem original. “Nós estamos facilitando a vida desses futuros adultos. Colocando para eles um segundo idioma como algo natural. Você abre uma janela, amplia o mundo para esses alunos”, salienta Daniele.

“Na Red Baloon”, explica Daniele, “a ideia é conhecer e respeitar o universo da criança, ter um olhar individualizado sobre elas. As turmas são de, no máximo, 13 alunos, porque cada um aprende no seu tempo”, frisa. As aulas na ECSA são no contraturno. Então, é opcional. E com a mesma metodologia das franquias de rua, só que dentro da escola, encaixando no perfil da instituição. “Então, os eventos são trabalhados com todas as crianças da escola. Nós incluímos também aqueles que não frequentam, assim têm a oportunidade de vivenciar o que é ensinado na Red Baloon”, finaliza.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Lucas Ninno

 

Proporcionar ensino integral não é sobrecarregar a criança, avisa educadora

As escolas não são apenas transmissoras de conhecimento. “É preciso ter claro que não podemos ficar concentrados em um único objetivo, fazemos parte de algo maior, nosso foco é a formação integral das crianças. O mundo atual necessita muito mais de conexão, parceria entre a escola e a família, a fim de que se tornem partícipes na formação dos futuros cidadãos. Assim, teremos no futuro pessoas mais conscientes de seu papel no mundo, pessoas com posicionamento, que sabem o que querem para suas vidas e o que desejam fazer”, explica a psicopedagoga Márcia Bezerra, que tem mais de 30 anos de experiência na área da Educação em Cuiabá (MT).

O ensino integral é uma oportunidade de oferecer atividades que complementem a rotina das crianças, salienta Márcia. Mas isso não pode ser feito de qualquer maneira, avisa. “É preciso proporcionar bem-estar a elas e colocar-lhes à disposição opções diferenciadas que ampliem o que é visto no ensino regular. Afinal, o que determina sua evolução é a curiosidade e a riqueza de ideias que nascem da interação entre elas”, diz.

Segundo a psicopedagoga, não se pode sobrecarregar os alunos com tarefas e lições, sufocando-os com uma rotina típica dos adultos. “As obrigações, deveres e o estudo acadêmico devem estar presentes, assim como outras atividades que contemplem o desenvolvimento integral dos alunos. Precisamos criar oportunidades para os alunos ampliarem habilidades e estarem sempre motivados e confiantes em seu processo”, orienta.

Para Márcia, uma proposta de atividade para o turno integral precisa trazer opções variadas, como: acompanhamento das lições de casa, estudos dirigidos para provas semanais, oportunidade de ir além na exploração dos conteúdos de cada ano. Oficinas que utilizam diferentes linguagens expressivas, trabalhos manuais, musicalização e artes também são importantes. Além de experiências que auxiliam no estudo de outra língua, como inglês, atividades físicas e o incentivo à boa alimentação, exemplifica.

O prazer de estudar precisa e deve estar presente, frisa. “O ideal é que as crianças saiam da escola, no fim do dia, repletas do desejo de voltar e dar continuidade ao que estavam fazendo. Se consegue isso colocando muita qualidade nessa entrega e dando um sentido para as atividades”, salienta. “Acredito que assim a educação integral, que se espelha no desenvolvimento integral do aluno, contribui para uma formação completa e que atenda às demandas de um novo contexto, de uma nova realidade social e de mundo”, finaliza a educadora.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Pedro Ivo / Lucas Ninno

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