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Durante dois dias de treinamento, 16 funcionários da Escola Chave do Saber (ECSA), ligados a inspeção/zeladoria, professores da educação infantil, da recepção, responsável pelo ambulatório e orientação pedagógica, participaram do curso de brigadistas, que tem como objetivo prevenir incêndios e prestar socorro em situações de emergência.

A orientadora educacional, Giseli Barros, comenta a importância do curso para que toda a equipe da escola possa estar preparada para auxiliar em situações de crises. “Nós trabalhamos com aglomeração de pessoas, são quase 600 alunos, então temos que estar preparados para qualquer emergência. Aprendemos técnicas específicas para prevenir focos de incêndio e lidar com eventualidades no dia a dia da escola”, afirma.

A realização do curso de brigadistas é para atender exigências da lei nº. 6.514, que visa proteger a vida dos ocupantes das edificações, instalações e locais de risco, em caso de incêndio e pânico, minimizar a probabilidade de propagação do incêndio, proporcionar meios de controle e extinção de incêndio, dar condições de acesso para as operações do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso – CBM/MT.

“O objetivo foi tornar nossa escola um lugar mais seguro, aprender técnicas de primeiro socorros, evacuação e procedimentos em caso de situações de risco em ambiente escolar, principalmente envolvendo fogo”, finaliza Giseli.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fuzuê Caipira da ECSA reúne alunos e familiares para danças típicas

Com um público de mais de 1400 pessoas, o Fuzuê Caipira da Escola Chave do Saber (ECSA) reuniu alunos, familiares e professores e o que não faltou na festa foi animação. O evento ocorreu no dia 22 no Buffet Leila Maluf.

As danças foram embaladas por músicas tradicionais como Asa Branca de Luiz Gonzaga dançada pelas crianças da Educação Infantil e outras como Trem do Forró, os sucessos de Falamansa, e não foram apenas os alunos que entraram na dança, a quadrilha do 3º ano convidou alguém da família para fazer par durante a apresentação. Ao final, ainda teve a tradicional quadrilha dos pais.

Para fazer bonito na festa, os alunos ensaiaram em todos os momentos disponíveis no mês de junho, sob a coordenação das professoras Ana Paula, Julian, Loredana e Rose.

O cardápio misturou comidas típicas da região com as famosas guloseimas das festas juninas, como a Maria Isabel, Espetinho, Canjica e Curau, entre outros. Não faltaram nem mesmo as barracas de brincadeiras como a pescaria.

“O espírito da festa é o de ser um típico “arraiá” para toda a família ECSA e também apresentar o desenvolvimento artístico, desenvolvido   previamente pelas turmas, do maternal ao 9º ano”, avalia a diretora Marcia Bezerra.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Informações: (65) 98411-2104 / (65) 3664-3300

 

Alunos vivenciam histórias durante Sessão Simultânea de Leitura

Alunos do 1º ao 5º ano da ECSA, aproximadamente 180 crianças passaram uma parte da tarde em lugares no mínimo inusitados: uns foram passear pela floresta ao lado de cobras e leões, outros mergulharam pelo mar poluído, outros bateram papo com o Saci Pererê e teve até quem foi parar dentro de um aquário e no fundo de uma gaveta. Antes que os pais fiquem preocupados, vamos explicar que a viagem até esses lugares foi por meio da imaginação.

Nossos alunos participaram da Sessão Simultânea de Leitura. Nove títulos de livros infantis foram cuidadosamente escolhidos para levar os estudantes por passeios imaginários e falar de temas como a solidariedade, a imaginação, o preconceito racial, a memória afetiva, o folclore brasileiro e o problema do lixo.

“Proporcionar a experiência da leitura em um ambiente diferente, com pessoas diferentes reforça na criança que a leitura pode acontecer em qualquer lugar”, explica a psicopedagoga e diretora pedagógica da ECSA, Marcia Bezerra.

Para tornar possível essa experiência aos alunos, há 15 dias foram apresentados os livros e a sinopse de cada um deles. Os alunos, então, se inscreverem em uma das rodas de leitura. Ao fazer sua escolha, os estudantes não sabiam que colegas teriam de companhia e qual professor iria orientar a atividade de leitura. Assim, se formaram nove grupos de cinco turmas diferentes.

“O sabido distraído” foi um dos livros escolhidos. Ele conta a história de Pedrinho, um garoto que, para um olhar menos atento, poderia parecer distraído, mas que, na verdade, se atinha aos detalhes das coisas e dos lugares, às sutilezas e detalhes. E foi assim que, na história, ajudou a turma do colégio a encontrar a saída do parque onde tinha ido passear e acabou se perdendo. “Minha irmã se parece com o Pedrinho”, contou Mateus Amorim Ribeiro, de 7 anos, aluno do 2° ano.

Humildade e solidariedade foram as temáticas do livro “Bojabi, a árvore mágica”. “Eu entendi da história que a gente não deve ficar se exibindo e pensar só na gente mesmo”, refletiu Thirza Veiga de Arruda, de 8 anos, aluna do 3° ano. “É legal pensar em ajudar outras pessoas”, ponderou ela.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Tchélo Figueiredo

Jogos Somos Educação promove interação e socialização de alunos

As equipes mistas formadas por alunos da Escola Chave do Saber (ECSA) e Colégio Maxi/ECSA voltaram com muitas medalhas dos IV Jogos Somos Educação, realizados entre os dias 30 de maio e 2 de junho, em Goiânia (Goiás). Mas o maior prêmio não coube na bagagem: a oportunidade de conhecer diferentes culturas, a integração e os vínculos estabelecidos com colegas de outros estados.

Os IV Jogos Somos Educação reuniram atletas/estudantes oriundos de escolas do grupo de quatro estados brasileiros: Colégio Integrado, de Goiânia (GO); Colégio pH, do Rio de Janeiro (RJ); Colégio Motivo, de Recife (PE); Centro Educacional Sigma, de Brasília (DF); além da ECSA e do Colégio Maxi. As equipes das escolas cuiabanas se destacaram conquistando medalhas em sete das nove modalidades em disputa.

Foi uma participação excelente diante do alto nível das equipes, avaliou a professora de Educação Física e técnica Ana Paula Gusman Amaral Souto. “Foi o ano que mais nos destacamos. Foi bem disputado mesmo”, festejou. Os alunos voltaram com dois primeiros lugares, seis segundos lugares e sete medalhas na Natação, uma de ouro e seis de prata (confira abaixo os resultados). Ela também elogiou a organização, a recepção às equipes e a atuação do Comitê de Ética Esportiva no incentivo à adoção do “Fair Play” (jogo limpo).

O clima entre os desportistas certamente contou bastante para o resultado. Para o aluno João Henrique de Carli Pereira, do 9º B da ECSA, a sensação este ano foi de um grupo mais unido do que em 2017, no Recife. Além disso, lembrou ele, a receptividade em Goiânia foi tão grande que todos se sentiram acolhidos, bem à vontade. Integrante das equipes de Basquete, Futsal Sub 15 e de Xadrez, João disse sentir-se muito mais vitorioso em 2018 do que no ano passado, quando ficou com o primeiro lugar no Futsal. “A amizade acima de tudo, mais do que o resultado”, frisou.

Principal ganho é pessoal

A orientadora educacional da ECSA, Giseli Barros, que também acompanhou os atletas e fez parte do Comitê de Convivência Ética, ressalta a importância da participação dos alunos pelo ganho pessoal. “Vivemos em uma sociedade competitiva e individualista, desta forma as escolas precisam proporcionar momentos de interação e socialização entre seus alunos. Os Jogos Somos têm esse propósito. Reúne alunos de escolas, cidades e contextos diferentes para que possam participar de várias modalidades esportivas, sem focar tanto na competitividade”, explica.

A competição, salienta ela, foi uma competição saudável, onde quem perdeu foi aplaudido por quem venceu, o espírito de cooperação e colaboração foi marcante durante as partidas, no final, os atletas perceberam que todos ganharam. “A edição deste ano me surpreendeu, o Colégio Integrado simplesmente arrasou na recepção e acolhimento dos alunos, foi bem emocionante, inclusive na despedida, os alunos do Integrado aplaudiram e cantaram para a nossa delegação, o que nos emocionou muito. Já estamos esperando a edição de 2019”, comemorou Giseli.

Resultados:

Handebol Feminino sub 18 – 2° lugar

Handebol Masculino e Feminino sub 15 – 2° lugar

Basquete Feminino sub 15 – 1° lugar

Basquete Masculino sub 15 –  2° lugar

Tênis de Quadra Feminino sub 15 – 1° lugar

Tênis de Mesa sub 15 – 2° lugar

Xadrez sub 15 – 2° lugar

Futebol Digital – 2° lugar

Natação (4 estilos) – 7 medalhas (1 de ouro e 6 de prata)

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

 

Alunos produzem foguetes e podem representar o Brasil em olimpíada internacional

Alunos do Colégio Maxi e a da Escola Chave do Saber (ECSA) podem ser premiados na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) de 2018. Cerca de 60 estudantes atuaram como responsáveis pela projeção, construção e lançamento de foguetes durante os meses de abril e maio.

A OBA selecionará os representantes do Brasil para participar das Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA) e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA).

O projeto foi responsabilidade do professor de Matemática, Marcos Ferreira, que explicou todos os passos. “A participação é totalmente opcional e funciona como uma atividade complementar. Os alunos se comprometem. Qualquer pessoa pode participar. Neste ano tivemos cerca de 60 alunos. Desde o mês de abril começa o planejamento e os estudo teórico para a criação dos foguetes”.

A OBA é um evento realizado em parceria entre o Governo Federal, diversas Universidades Federais, Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e Agência Espacial Brasileira. A competição é aplicada em 13 mil escolas para alunos dos ensinos fundamental e médio. Os participantes da olimpíada recebem certificado e concorrem a 40 mil medalhas.

Os participantes do Maxi e da ECSA passaram por prova teórica no dia 18 de maio para demostrar conhecimentos básicos em Astronomia e Astronáutica. As provas estão divididas em quatro níveis: três para os alunos do ensino fundamental e um para os do ensino médio.

A avaliação tem dez perguntas em cada etapa – três de astronáutica e sete de astronomia. A maioria delas, porém, exige apenas raciocínio lógico. Também em maio ocorreu a mostra de foguetes, momento que todo o planejamento foi posto em prática.

Os estudantes da Escola Chave do Saber realizaram os disparos dos foguetes em atividade lúdica desempenhada no Parque das Águas. Por questão de segurança, os materiais utilizados foram basicamente garrafas PET, ar comprimido e água. O professor Marcos, junto de uma equipe de colaboradores, supervisionou os exercícios.

Já os alunos do Colégio Maxi realizaram os lançamentos dos foguetes no Complexo Dom Aquino, ao lado do Shopping Popular. O local foi escolhido levando em conta que o projeto desenvolvido por estudantes do ensino médio utilizou na propulsão pequenas quantidades de compostos químicos. Todo o trabalho foi realizado no Laboratório FabLab, que contou com o apoio do coordenador do FabLab, Ricardo Martins, e do professor de Física, Juliano Garbelini da Silva, de Física.

Segundo o professor, o objetivo principal é instigar o pensamento nos alunos por meio de conceitos científicos. “Isso é sair da rotina. Sair da sala de aula e provocar a vivência dos alunos. Na construção do foguete eles estudam de maneira mais extrovertida, claro, sem perder a seriedade. Eles trabalham realizando cálculos, planejando cada ponto dos foguetes. Todos precisam resolver os próprios erros”, explicou Marcos Ferreira.

Conforme os realizadores da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica, os vencedores serão conhecidos no dia 18 de setembro.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Professores participam de formação de artes no Parque dos Morros

A Escola Chave do Saber (ECSA) busca estimular o desenvolvimento dos alunos a partir da criatividade e para isso a ideia é fugir do convencional. O uso de materiais como botões, linhas, cordões, e os espaços do prédio, tudo é pensado com o objetivo de garantir que as crianças explorem a escola de maneira diferente e de formação espontânea, natural.

E para garantir o aperfeiçoamento, os professores do maternal ao 5º ano da ECSA passaram por mais um curso de qualificação referente à formação de artes no espaço do Parque dos Morros.

A diretora da escola, Marcia Bezerra, destaca que há dois anos a ECSA promove momentos contínuos de formação. Este ano já foram realizados vários encontros para garantir o aperfeiçoamento e qualificação dos professores, além de manter a equipe de docentes atualizada e com foco no processo ensino aprendizagem das crianças.

“Fechando o mês de maio, professores do maternal ao 5º ano tiveram a oportunidade de refletir sobre a diversidade de materiais oferecidos aos alunos e também o olhar apreciativo direcionado às produções dos nossos pequenos. Por meio das formações, os professores vivenciam experiências e levam qualidade para sala de aula”, afirmou.

Escola Chave do Saber comemora 32 anos de história

A Escola Chave do Saber (ECSA) lembrou seus 32 anos de história no dia 18 de maio e a comemoração foi com os grandes protagonistas: os alunos. Em 1986, 30 crianças deram início a essa trajetória de sucesso numa pequena casa de três quartos. Hoje são centenas de estudantes em uma grande estrutura, com mais de 5 mil metros quadrados. O que não mudou foi a preocupação em formar futuros adultos conscientes e transformadores das próprias vidas e da sociedade em que vivem.

A comemoração se espalhou por diversos locais da escola, como corredores, pátio e salão, onde foram posicionados carrinhos de pipoca e picolé, tudo embalado com muita música. Os próprios alunos produziram os trabalhos em homenagem à ECSA que decoraram as paredes. Já os pequeninos do maternal e jardim comemoraram com um piquenique na Praça do Saber.

São ações em sintonia com a proposta da ECSA de proporcionar aos alunos situações de acolhimento, em que possam desenvolver suas potencialidades e expressarem-se com liberdade e responsabilidade.

“Neste último dia 18 de maio a ECSA completou 32 anos. Tempo representado por alunos, pais e colaboradores, um verdadeiro organismo vivo alimentado pelas relações. A escola acolhe, dialoga e proporciona espaço para aprendizagem baseada nas experiências. Ela transforma! Nosso trabalho no decorrer destes anos aprofundou-se principalmente no olhar destinado às pessoas, na transparência do que fazemos e na certeza da busca no que acreditamos: aprendizagem com qualidade”, definiu a diretora, Márcia Bezerra.

Segundo ela, o sentimento que resume a data é o de gratidão a todos, alunos, pais, professores, funcionários e colaboradores, que contribuíram e continuam a contribuir para a construção desses 32 anos de história.

Alunos aprendem inglês brincando em feira da ECSA

Além de ser prazeroso, aprender brincando na maioria das vezes dá ao aluno a chance de externar a sua própria expressão. É como se a brincadeira provocasse um processo natural de interação e criação de conhecimento. Ciente dos benefícios, a ECSA realizou na sexta-feira (25) mais uma edição do Farmer’s Market, atividade organizada pelo Red Balloon In School, instituição para ensino de inglês vinculada à Escola Chave do Saber.

O Farmer’s Market simula uma feira em que a negociação dos produtos e a interação com os participantes ocorrem em inglês. Na atividade pedagógica são empregadas algumas dinâmicas. Por exemplo, questionamentos envolvendo os nomes de frutas são realizados e as participações são valorizadas com pequenos prêmios. Não só alunos do programa Red Balloon In School participam. Todas as crianças da ECSA são previamente convidadas. Na edição mais recente foram 80 meninas e meninos inscritos.

No momento da feira, as crianças participantes recebem dinheiro fictício e uma sacola ecológica personalizada, podendo levar frutas, legumes e verduras para casa. Tudo é tratado com muita diversão, estimulando diálogos em língua inglesa. “É extremamente importante para eles esse tipo de atividade”, comentou a professora e coordenadora do Red Balloon, Daniele Hounsell Breier.

“É o momento que os alunos colocam em prática aquilo que estão aprendendo. Aí faz sentido e responde algumas perguntas. Por que estou aprendendo inglês? É para fazer prova? Claro que não. É para aprender o que diz no jogo de vídeo game. Para entender o que as pessoas falam numa viajem para fora do Brasil”, complementou Daniele.

Os alunos inscritos são de salas do 1º ao 6º ano. As atividades contaram com a ajuda de quatro professores. Maria Clara, 7 anos, aluna do 2º ano A, comentou sobre a importância de estudar o idioma. “Eu ainda estou estudando inglês para saber tudo, mas já aprendi algumas coisas e quero aprender mais para conseguir ler e conversar em inglês”, disse.

A ideia do “comércio” é pensada. A sacola ecológica e as frutas e verduras comercializadas vão para a casa dos alunos, gerando interação também fora da escola. Pedro Peterline, 8 anos, do 3º ano A, se mostrou animado com a Farmer’s Market.

“Eu gosto da brincadeira de comprar. Ano passado teve, e também deu para comprar bastante. Eu prefiro as aulas assim, que a gente pode brincar”, comentou.

Comemoração do Dia das Mães com muita música, emoção e lágrimas na ECSA

Talento, dedicação e muitas lágrimas na comemoração ao “Dia das Mães” da Escola Chave do Saber (ECSA) realizada nesta sexta- feira (11). Alunos do Jardim ao 9º ano fizeram apresentações de música dedicadas às mamães, que lotaram as arquibancadas do ginásio de esportes e não se contiveram de emoção.

As crianças, com o auxílio dos professores, se esmeraram para interpretar as mais diferentes canções, todas marcadas por belas palavras e declarações de amor. Alunos do Jardim I e Jardim II, fantasiados, cantaram “Mamãe Maravilha” (de Flávia Grégio), enquanto Pré, 1º e 2º anos encantaram com “Tum Tum Tum” (de Mônica e Márcia Kettle), e 3º e 4º anos com “Oração” (de Leonardo Fressato).

Os alunos do 4º ano também mostraram que são aplicados nos instrumentos e fizeram uma apresentação de “Hallelujah”, de Leonard Cohen, tocando flautas doces. E um grande grupo, com representantes do 5º ao 9º ano, fez as mamães cantarem junto a canção “Coisa Linda” (de Tiago Iorc e Leonardo Fressato). O número de encerramento ficou a cargo das crianças do Red Baloon, que cantaram a clássica “Isn’t She Lovely”, de Stevie Wonder.

As mães aprovaram a ideia e se emocionaram bastante. “As apresentações foram maravilhosas, adorei. Principalmente a da minha filha, mas no geral me emocionaram as músicas. Gostei do horário também, bem prático”, disse Juliana de Oliveira Pereira, mãe da Clara Cristina, que contou ter ensaiado bastante para cantar “Coisa Linda”. “Valeu a pena!”, comemorou a aluna.

“Ser mãe é uma dádiva e todas as vezes que a gente participa de uma comemoração assim a gente sente a importância de estar presente, estar junto com eles”, opinou Cristiane Aparecida Volpini. Para ela, a ECSA fez as mães sentirem orgulho e gratidão por ter aceitado a missão de ser mãe. “E também de ter confiado à escola a educação dos nossos tesouros”, complementou. Os filhos, João Vitor e Mateus, inclusive cantaram juntos a música “Coisa Linda”. “Foi muito bom, porque ela merece”, salientou Mateus.

Segundo a orientadora educacional da ECSA, Gisele Barros, a proposta da homenagem foi justamente proporcionar momentos inesquecíveis para as mães e os alunos. “Foram momentos únicos onde os alunos, através da música, de instrumentos como a flauta, fizeram apresentações lindíssimas. Eles tiveram que se organizar, ensaiar, todo um trabalho justamente para a gente poder passar uma pouco dessa emoção e carinho nesse dia tão especial”, finalizou.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

ECSA realiza reunião de pais e mostra de trabalhos da nova Sala Tech

Além de conferir as notas e conversar com os professores sobre seus filhos, os pais puderam ver de perto o que os alunos fizeram no primeiro bimestre do ano neste sábado (5 de maio). Durante quatro horas, no período da manhã, salas, corredores e laboratórios da Escola Chave do Saber (ECSA) receberam um grande volume de pessoas para uma mistura de reunião e mostra de trabalhos num formato que deverá se repetir até o final do ano.

A diretora Márcia Bezerra lembrou que a escola tem como prática, já há muitos anos, oferecer um momento para que os familiares possam se encontrar com professores, coordenadores e direção. E é interessante que seja de uma maneira mais flexível, ressaltou. Além de entregar os boletins com as notas, os professores falam sobre o envolvimento dos alunos com base em um acompanhamento psicopedagógico.

“É necessário. Está dentro do escopo da escola. E não pode ser um momento de aula, não pode demorar muito. A cada dois a três meses é preciso parar, rever o que foi trabalhado com o aluno e dividir isso com as famílias”, resumiu a diretora.

Para os pais, o formato facilita o acompanhamento. “A escola coloca antecipadamente na agenda para nós nos organizarmos e escolhem um dia da semana mais tranquilo. Nos ajuda bastante. É um tempo que a gente tem para ficar à vontade com o professor, sem atrapalhar as aulas”, elogiou Érica Monique, mãe da Maria Sofia. “Quando tem um dia assim, você vem, vê como está o desempenho de seu filho. É bem interessante. Bem legal mesmo. Sempre que dá a gente vem junto, é importante”, acrescentou o marido, Kleber Freire.

“Acho que é uma oportunidade única para nós, como pais, de acompanhar e também tentar ajudar, dar apoio à escola, porque muitos pais acham que terceirizando a educação para a escola não têm que fazer seus papéis”, opinou Érica Chaves Ribeiro, mãe do Eduardo Chaves Maia, do 3º B. “A ECSA é muito importante para o Eduardo não só na parte acadêmica, mas também na socialização com outras crianças, na consciência ambiental e na parte da tecnologia, com a sala nova [Sala Tech] que tem o laboratório. Então você tem não só a vivência do estudo, mas a vivência prática”, continuou.

Mostras de trabalhos

A ECSA expõe sempre em seus corredores atividades e temas abordados pelos alunos, mas a partir desta primeira reunião os pais terão a oportunidade de conferir os trabalhos realizados, por exemplo, pela Sala Tech, com a participação dos autores. “Toda reunião bimestral do ano terá exposição. Nós pensamos em como poderia ser feito isso e não ter nossas crianças para mostrar seus trabalhos, não teria sentido”, salientou Márcia Bezerra.

Os visitantes puderam conhecer os primeiros resultados da Sala Tech. Os alunos mostraram projetos baseados nas mais diferentes temáticas, realizados com o auxílio da tecnologia Arduino e com base no Movimento Maker (“faça você mesmo”), explicou a professora Mara Tereza, de Robótica. Era possível ver maquetes e insetos com movimento, reprodução do movimento de translação e rotação dos astros, mãos mecânicas, todos criados e construídos pelos alunos.

“Foi um trabalho envolvendo o conteúdo aplicado em sala de aula e que ganhou vida na Sala Tech. Eles mostraram que são bem aplicados e a criatividade foi até além do esperado. Resolveram problemas, encontraram soluções, sendo totalmente protagonistas, com os professores como mediadores”, enalteceu Mara.

Os alunos, claro, se mostraram entusiasmados ao mostrar seus projetos. Como Luiza Carrijo Sperandio e Natália Macedo Nogueira (8º A), que criaram um dinossauro com movimento na mandíbula para falar de mastigação. “A gente demorou um pouquinho, mas conseguiu fazer. Programou no computador e deu tudo certo. É muito legal trabalhar com programação”, comemorou Natália.

Já Iuri Bezerra Bertier (8º B) e seu grupo criaram um outro tipo de jogo, ainda mais tecnológico. “Consiste numa catapulta que joga bolinhas em três sensores de toque. Quando eles são tocados enviam mensagens para o Arduino, que acende Leds”, descreveu. Enquanto Joao Vitor Volpini Brizola (8º B) desafiou as pessoas com um jogo que premia aqueles que colocam os órgãos do sistema digestório na posição certa. “Os nomes dos órgãos vêm com imãs, você tem que colocar no devido lugar, se acertar acende a luz verde, senão a vermelha. Tem até umas pegadinhas”, revelou o aluno.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Tchélo Figueiredo

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