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Neste mês de agosto, iniciativas de gestão e projetos pedagógicos foram apresentados pelas escolas Chave do Saber e Maxi no evento nacional “Apaixonados por Educação”, organizado pelo Grupo Somos, o maior no segmento de educação básica no Brasil e que está entre os maiores do mundo.

Realizado em São Paulo no início do mês, o evento reuniu representantes de todas as escolas ligadas ao grupo para o compartilhamento de experiências. Uma das iniciativas do Colégio Maxi foi apresentada na Oficina Operações Escolares. Segundo o diretor administrativo e financeiro do colégio, Lucas Oliveira Faleiros, o Maxi tem investido no aprimoramento da gestão administrativa para que a escola dedique ainda mais esforços e foco na gestão pedagógica.

“Estamos em fase de implantação de um sistema informatizado que vai padronizar operações administrativas para que a direção tenha condições de dedicar mais tempo e energia na gestão pedagógica”, explicou o diretor administrativo e financeiro.

Outra iniciativa desenvolvida pelo Colégio Maxi que ganhou destaque durante o evento foi o programa de desenvolvimento humano chamado Rumo Certo. O objetivo do programa é formar cidadãos conscientes de suas escolhas relacionados à saúde, sexualidade, além do uso de álcool e drogas.

Em sua exposição, o coordenador do Saúde para Vida da unidade, Luiz Eduardo Saragiotto, falou sobre mitos e verdades sobre os benefícios e os prejuízos de alimentos presentes no cotidiano dos jovens, o mesmo em relação aos exercícios físicos, ressaltando, por exemplo, que são importantes, mas que o excesso também é prejudicial.

Saragiotto também revelou como são tratados assuntos como a sexualidade, a importância de conhecer o corpo e o sistema reprodutor e os cuidados ao se expor a uma situação de relação sexual. “Falamos sobre como fazer da forma mais protegida possível, de forma consciente e prudente. Abordamos muito a Aids, que está voltando a crescer no país na faixa etária deles, de 14 a 25 anos”, frisou.

O coordenador finalizou com o tema bebidas alcoólicas. “Hoje é praticamente impossível dizer que o adolescente não vai ingerir bebida alcoólica, mas mostrar para eles uma forma de beber que não ofereça risco”, explica. O coordenador inclusive tratou da associação entre o consumo excessivo de álcool e o sexo desprotegido. “Uma vez bêbados, aumenta bastante a chance de terem uma relação sem camisinha”, alertou.

O terceiro projeto desenvolvido pelas escolas em Mato Grosso e apresentado pela diretora da Escola Chave do Saber, Márcia Bezerra, foi sobre “Espaços Educadores”. A escola desenvolve a concepção que trata o espaço físico como elemento que integra as condições oferecidas ao aluno para o processo de aprendizado. “É ter o espaço como aliado no processo do aprendizado, é ter o espaço como terceiro educador, somado ao professor e ao próprio aluno, que são integrantes ativos nesse processo de construção do conhecimento”, explicou a diretora.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Sala Experimental propõe desafios aos alunos da educação infantil

Existem várias maneiras de adquirir conhecimento que vão além da atividade expositiva e dos exercícios aplicados pelos professores em sala de aula. Na Escola Chave do Saber (ECSA), um espaço foi criado especialmente para se somar às aulas tradicionais: a Sala Experimental. Trata-se de um espaço climatizado onde os alunos têm liberdade de escolher o que querem fazer, sempre sob a observação atenta do professor.

É um local onde os estudantes podem experienciar, perceber e praticar vivências que serão importantes para o seu desenvolvimento. Segundo a diretora da ECSA, Márcia Bezerra, a Sala Experimental está baseada em três pilares, que são “desafio”, “investigação” e “liberdade de escolha”. Nessa extensão da sala de aula ele encontra novos cantos desafiadores. Vai realizar atividades, não necessariamente ao mesmo tempo que os colegas, mas que são diferentes das habituais, feitas por toda a turma, explica.

A diretora cita exemplos como o do ateliê, onde o aluno vai aprender a expor sua criatividade através do desenho ou pintura. A Sala Experimental conta também com ambientes como uma cozinha em miniatura, proporcionando vivências sociais conectadas com a realidade das crianças; uma mesa de luz onde os alunos experimentam a descoberta de objetos por ângulos diferentes; um espaço de criação com papelão e cartolinas, para que elas explorem muito a criatividade e inovação, dentre outros “cantos”.

“As atividades feitas na sala sempre estão inseridas num conceito de construção e liberdade, proporcionando ao aluno o protagonismo na prática”, frisa. E o importante, acrescenta, é que eles a utilizem todos os dias. “Todas as turmas, neste caso, inicialmente da educação infantil, passam por essa sala. Tem que ser um hábito adquirido”.

Há inclusive uma preocupação com o oferecimento de novos desafios. “Ela é reformulada periodicamente com um novo ponto de investigação. Então, não é sempre a mesma. Os cantos vão mudando, novos aparecem, anteriores voltam e aí nós vamos descobrindo o que chama a atenção dessa criança, o que ela quer aprender, como ela quer aprender e o que ela quer descobrir”, informa Márcia.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Espontaneidade e interação marcam Dia dos Pais da ECSA

Jaime dividiu o tempo para brincar com os dois filhos no Dia dos Pais

Priorizar a relação interpessoal e a criatividade das crianças foram os propósitos da Escola Chave do Saber na programação criada para homenagear os pais neste sábado (12 de agosto). Nada de apresentações ensaiadas. Músicas e poemas compostos pelas próprias crianças, além de danças e ritmos bem conhecidos, foram apresentados pelos alunos de maneira espontânea.

Logo após as apresentações, pais e alunos passaram pelo aquecimento liderado pelos professores de Educação Física e foram para a dinâmica montada na Praça do Saber, em que eles puderam realizar atividades em conjunto.

Desde colocar a “mão na massa”, literalmente, com a mistura de farinha, água e corante, até pintar junto e sair em busca de seus presentes. Atividades de movimento com o jogo do twister e para estimular o inglês também foram montadas para promover a interação entre pais e filhos.

A diretora da ECSA, Marcia Bezerra, conta que a programação para o Dia dos Pais começou a ser pensada em julho com os professores. A apresentação, por exemplo, retornou a pedido dos pais, mas num formato diferente.

O pai Rafael colocou a mão na massa para acompanhar João Pedro na brincadeira

“Deixamos as crianças livres para escolher se queriam ou não participar. Elas não foram ensaiadas, as apresentações foram espontâneas”, comentou. Além disso, as atividades na praça foram criadas pensando justamente em promover a relação interpessoal.

Jaime Ulisses Peterlini tem dois filhos na ECSA e teve de dividir o tempo com ambos durante as dinâmicas. Ele ressaltou o fato de a escola ter se preocupado com a questão climática e realizado as atividades num horário adequado e ficou feliz, principalmente porque os filhos puderam se divertir.

Rafael Zornitta acompanhou o filho João Pedro, do 2º ano, nas atividades e foi um dos pais que colocou a mão na massa. “É muito divertido e saiu da formatação tradicional. Dá oportunidade para eles se divertirem”, comentou. Ele contou ainda que em casa também busca interagir bastante com o filho. “Ele é uma criança de rua, que brinca na rua”, ressaltou.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Alunas do Colégio Maxi e Escola Chave do Saber ganham medalhas na OBF

As estudantes Luisa Kuymjian Belentani (Colégio Maxi) e Júlia Helena Konisi Carneiro (ex-aluna da Escola Chave do Saber) foram destaque na Olimpíada Brasileira de Física (OBF) 2016, cuja entrega das medalhas ocorreu nesta quinta-feira (10), no auditório do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT), campus Cuiabá.

Aluna do 9º ano do Colégio Maxi, Luisa Kuymjian Belentani, de 13 anos, além de ganhar a Medalha de Ouro no estadual, ainda recebeu a Menção Honrosa na competição nacional, sendo a única mato-grossense na seleta lista. Já Júlia Helena Konisi Carneiro, de 16 anos, recebeu a Medalha de Bronze no estadual pela participação na competição. Na época das provas ela ainda estudava na Escola Chave do Saber.

As duas fizeram questão de destacar que o sucesso na OBF deveu-se, em grande parte, ao apoio e incentivo do professor Marcos Ferreira, que compareceu para prestigiar o sucesso das alunas. “Ele ajudou bastante. Eu ia participar da olimpíada de Matemática, aí o professor avisou que ia ter a de Física e incentivou a gente a estudar”, lembra Luisa. “Eu sempre fui ligada em Matemática e Física por causa do meu professor. Ele mostrava as olimpíadas para a gente, os exercícios, me interessei por isso e resolvi fazer”, conta Júlia.

 

Marcos Ferreira também não escondia a satisfação de ver as alunas obtendo bons resultados tanto em nível estadual como nacional. Segundo ele, as escolas sempre incentivam os alunos a participar da OBF por entender que os benefícios são grandes para os estudantes. “A importância está no o incentivo à ciência. Buscamos não só a medalha, mas o incentivo ao estudo, à perfeição e à excelência acadêmica desses alunos”, frisa o professor.

Isabela Belentani, mãe da Luisa, ficou orgulhosa pelo empenho e esforço da filha em buscar ainda mais conhecimento e aproveitou para agradecer o trabalho do professor Marcos, por oferecer aos alunos uma maneira diferente de enxergarem a Física e a Matemática. “Ele conseguiu passar essa matéria de uma forma atrativa, usou

 

exercícios que trazem essa vontade de conhecer, essa forma diferente de motivar os alunos. Então, foi muito importante e a gente tem que reconhecer o trabalho dele também”, salienta.

A Karine, mãe da Júlia Helena, também demonstrou grande orgulho da filha pelo resultado, principalmente porque alimenta o desejo de vê-la seguindo seus passos. “Como profissional das exatas, sou engenheira civil, acho muito importante o incentivo às exatas, porque abre um leque grande de possibilidades. Ela não quer seguir minha profissão, mas ia ser muito bom se tivesse mais engenheiros na família”, diz.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

 

Professores fazem recepção especial para alunos na volta às aulas

Os alunos da Escola Chave do Saber (ECSA) foram recebidos de um jeito inédito nesta segunda-feira (17), na volta às aulas para o segundo semestre de 2017. Sempre inovando e saindo do tradicional, onde só os alunos realizavam atividades, desta vez foram os professores que fizeram uma apresentação especial.

A diretora Márcia Bezerra fez a abertura lembrando aos alunos que a escola esteve em funcionamento durante as férias deles para preparar mais esta etapa que se inicia. Em seguida, um coro formado pelos professores Marcelo, Helton, Andreia, Ana Paula, Deise, Loredana, Marcos e Ana Carla se postou à frente do público, formado por estudantes de diversas séries, e fez uma animada acolhida musical.

Depois de cantar várias letras, os professores convidaram os alunos a abraçarem seus colegas, para que começassem o ano confraternizando-se, num clima de amizade e de companheirismo. Logo após, eles assistiram a uma apresentação de slides com alguns dos melhores momentos do semestre que passou, repleto de imagens de atividades extraclasse.

“Todo início de semestre nós fazemos essa acolhida. Desta vez resolvemos inovar. Ao invés de só o aluno participar, todo o grupo de professores participou. Juntamos uma equipe e ensaiamos para receber bem os alunos”, explicou a Coordenadora Ana Carla Fanini, ressaltando que os alunos convidados são do 5º ao 9º Ano.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Pedro Ivo

Professores promovem 1ª Sessão de Leitura Simultânea no encerramento do semestre

Ser um cientista para criar coisas novas e poder ajudar as pessoas é o sonho do Pedro Henrique Cegatti, aluno do 2º Ano do Ensino Fundamental da Escola Chave do Saber (ECSA). Um dos degraus para alcançar esse objetivo é dedicar-se constantemente à leitura. Na tarde de sexta-feira (30), ele participou da primeira Sessão Simultânea de Leitura organizada pela escola para o encerramento do semestre. “Quando você lê, aprende várias coisas novas”, garante.

Segundo ele, somente este ano, já leu dez exemplares. A história que escolheu na sessão tem o título “Sonho que brotou”, de Renato Moriconi. O autor sempre sonhou em ser desenhista e hoje, aos 33 anos de idade soma mais de 50 livros publicados. “Quis me inscrever nessa sessão porque fala dos sonhos que queremos realizar”, justificou Pedro Henrique.

A pedagoga Julianne Muniz, coordenadora de ensino, explica que a atividade visa incentivar a leitura e integrar os estudantes de toda a escola. “É um projeto que envolveu alunos 1º ao 5º ano.  Cada professor selecionou um livro e os alunos se inscreveram na história que mais chamou a atenção. Além do incentivo à leitura, a atividade promove a integração dos alunos de diferentes turmas”.

Os Três Ratos de Chantilly, de Alexandre Camanho, foi a história escolhida por Anne Vitória Oliveira, aluna do 2º ano do Ensino Fundamental. A história é sobre três ratos cegos, porém hábeis e capazes de enxergar as más intenções melhor do que aqueles que têm boa visão. “Eu gosto de histórias que passam bons exemplos”, diz a estudante, justificando porque escolheu essa sessão.

Outras sessões devem ser promovidas pelo menos uma vez por mês no decorrer do próximo semestre.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Jogos Interclasses da ECSA reúnem mais de 200 alunos

Os Jogos Interclasses da Escola Chave do Saber (ECSA), que tiveram na disputa os alunos do 6º ao 9º ano, nas modalidades de basquete e futsal, masculino e feminino, foram encerrados nessa quarta-feira (28 de junho). A competição reuniu mais de 200 alunos, em duas etapas, e contou também com a participação de professores e funcionários, que fizeram amistosos com as turmas do 9º ano.

A professora de Educação Física, Ana Paula Gusman Amaral Souto, explica que os jogos do meio do ano têm um caráter mais amistoso, diferente dos que ocorrem no final do ano letivo, este sim os mais competitivos. O objetivo maior é proporcionar uma maior integração entre os alunos, estimular a prática esportiva e promover a recreação, elenca.

Os benefícios, no entanto, vão além disso, ressalta a diretora da ECSA, Márcia Bezerra. A ideia, diz ela, é que esses torneios sejam realizados bimestralmente como uma forma de promover o desenvolvimento integral dos alunos. “Aqui não é só o corpo que eles estão desenvolvendo em determinadas habilidades físicas, mas é o controle, a interação, o respeito, a disciplina. São várias atitudes exercidas dentro de um contexto que eles levam como experiência para a vida. Fora que eles amam, é a parte que eles mais gostam”, frisa.

Segundo ela, a ECSA quer promover o esporte como uma cultura, não importando se a pessoas vão se dedicar a ele profissionalmente ou como forma de promoção de qualidade de vida. “Tem muita criança com habilidade e tem criança que não tem habilidade, mas quer desenvolver, tem vontade. Tem espaço para todo mundo. O que me chama atenção é como o esporte traz alegria. Então, o esporte é algo tão completo que faz bem até para a alma”, finaliza.

Depois do término dos jogos todos os alunos participaram de um momento cívico, com o descerramento de bandeiras e a execução do Hino Nacional Brasileiro.

Confira os vencedores:

Basquetebol masculino:

6º A vespertino

7º A matutino

8º B matutino

9º A matutino

Basquetebol feminino:

6º A vespertino

7º A matutino

8º B matutino

9º A matutino

Futsal masculino:

6º A vespertino

7º A matutino

8º B matutino

9º A matutino

Futsal feminino:

6º A matutino

7º A matutino

8º A matutino

9º A matutino

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Lucas Ninno

 

Autora participa de roda de conversa com estudantes da ECSA

Alunos do 2º ano do Ensino Fundamental da Escola Chave do Saber participaram de uma roda de conversa com a escritora e jornalista Neusa Baptista, autora do “Cabelo Ruim? A história de três meninas aprendendo a se aceitar ”. O livro foi adotado neste semestre, com a proposta de realizar uma leitura compartilhada com a turma. Lançado em 2006, na Literamérica, Feira Sul Americana do Livro, em Cuiabá, a obra está ambientada num espaço escolar e mostra a história de três meninas aprendendo a se aceitar.

Tudo começa quando a personagem Tatá é chamada de “mais uma de cabelo ruim” por um colega de sala. Após, nasce uma amizade entre três meninas negras – Tatá, Bia e Ritinha – que redescobrem o ato de lidar com seu cabelo como forma de assumir o papel de protagonistas na auto-aceitação e lidar com o preconceito.

A autora conta que por diversas vezes durante a vida passou por situações vividas pelas personagens: bullying, racismo e preconceito. “São marcas que permanecem de alguma forma na gente. Hoje sei conviver melhor com isso”, diz Neusa.

Filha de uma família de 7 irmãs, a autora compartilhou que esses fatos a inspiraram a escrever o livro e mostrar que as pessoas precisam se aceitar como verdadeiramente são. “As crianças de cabelos crespos já cresciam com o sentimento de ter que alisar o cabelo. Hoje isso é menor. Minha proposta foi despertar que pouco faz diferença o cabelo, ou a cor da pessoa”, pontua.

“O livro mostra a importância do respeito entre as pessoas. Não podemos ter preconceito com ninguém. Temos que tratar todos com respeito”, disse a aluna Lara de Miranda, de 8 anos.

O aluno Vitor Von, de 7 anos gostou de conhecer pessoalmente a escritora e disse que as pessoas precisam ser sempre respeitadas, independente como são. “A pessoa pode se arrumar do jeito que você quiser. Pode ter o cabelo liso ou crespo, ela que escolhe”, diz.

A pedagoga Edlainy Batista, professora de uma das turmas, explica que a escolha do livro teve o objetivo de sensibilizar as crianças no sentido de ver as diferenças como natural e que não importa a aparência ou a classe social da pessoa. Ser diferente é o que nos completa. “O livro atende essa proposta pois tem uma história forte, de valor, com uma linguagem fácil, é bem ilustrado, o que torna a leitura mais atrativa aos alunos”.

Após a conversa, os estudantes tiveram os livros autografados pela autora.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Farmer´s Market uma feira de verdade em Inglês

Os alunos do 1º ao 5º ano da Escola Chave do Saber (ECSA) tiveram a oportunidade de ir a uma feira de verdade, com legumes, frutas e hortaliças, mas toda negociação foi feita em inglês, de maneira lúdica e divertida. Assim ocorreu o tradicional Farmer’s Market, realizado pelo Red Balloon In School, na sexta-feira (23).

Além dos alunos do Red Balloon, algumas crianças do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental I da ECSA também foram convidadas a participar da atividade.

Antes de ir à feira, algumas brincadeiras foram realizadas com as crianças para que fossem se familiarizando com o vocabulário. Os alunos do programa puderam interagir com os colegas da escola. Para a coordenadora do Red Balloon In School, Daniele Hounsell Breier, este é o momento de colocarem em prática o aprendizado dentro de um contexto especialmente preparado para eles.

A empolgação tomou conta da criançada. Eles receberam a sacola personalizada e o dinheiro fictício do Red Balloon e não perderam tempo na hora de fazer as compras. Perguntando, ajudando os colegas todos envolvidos e se esforçando para falar e entender. Uma troca de experiências e de boas risadas. Tudo que foi adquirido no evento foi levado para casa, para consumo das famílias, como fez Manuela Batista, do 5º ano.

Maria Carolina de Melo Paim Cordeiro Piedade, aluna do J1 do Red Balloon in School, adorou a experiência. Poder usar o que aprendemos em uma feira de verdade foi muito bom!

Daniele Hounsell Breier conta que este é um evento realizado pelo Red Balloon todos os anos, é um dos eventos mais esperados. Ela é coordenadora da unidade que fica dentro da ECSA e contou que os preparativos para o Farmer’s Market duraram cerca de um mês. Os alunos, criaram grande expectativa, o que ajudou também para que ficassem animados com as compras.

“A Red Balloon é a escola de inglês referência no trabalho com crianças e possui a ludicidade como elemento fundamental no ensino. O universo do jovem é feito de novas experiências, novos conhecimentos e múltiplas referências. Tudo o que acontece na infância e na adolescência influencia e cria as condições futuras dele. Por isso, para aprender inglês o jovem precisa de uma metodologia cuidadosamente desenhada, especialmente para ele. Por isso, além do dia a dia na sala de aula, também ocorrem eventos especialmente desenvolvidos como o Farmer’s Market para proporcionar o aprendizado do inglês na vida real”, explica a coordenadora.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Allan Galhardo

Alunos ensinam como evitar doenças e cuidar do ambiente que vivem

O desenvolvimento do mosquito aedes aegypt e as doenças que transmite, como Dengue, Zika e Chikungunya, os malefícios do consumo excessivo de açúcar, efeito estufa. Estes foram alguns assuntos tratados na 25ª Feira de Ciências e Arte (Feiciarte), da Escola Chave do Saber (ECSA), realizada na sexta-feira (9 de maio). Os trabalhos foram realizados pelos próprios alunos, que fizeram a apresentação para os visitantes.

A coordenadora dos trabalhos realizados pelos alunos da educação infantil e Fundamental 1 (até o quarto ano), a professora Julianne Muniz, explicou que os alunos partiram de um tema gerador, que é Saúde, para desenvolver uma série de subtemas. “Têm vários trabalhos importantes e que são atuais. Por exemplo, o quarto ano falou sobre a mutação do aedes aegypt, que está ligado a doenças como dengue, zika, chikungunya e a microcefalia.

Já o maternal, lembrou Julianne, fez um projeto interessante sobre a quantidade de açúcar que existe nos alimentos. “Tem alimento que você nem imagina que tem açúcar. É importante eles aprenderem, através de atividades práticas, que é preciso ficar atento a essas informações e cuidar da saúde”, frisou. “Nós consideramos fundamental esse projeto porque os trabalhos envolvem famílias, ajudando a criar hábitos saudáveis”, acrescentou.

A professora de ciências Andréa Cristiane Giuriatti salientou que esse tipo de atividade faz o aluno desenvolver a autonomia, a independência, além de colocar a criatividade em prática e exercitar a socialização. “Os assuntos foram pesquisados anteriormente e estudados. Então eles montaram estratégias de como apresentar na feira. A autonomia é deles, eu só orientei sobre o que poderia e o que não poderia ser feito, como evitar riscos com acidentes”, disse.

Os alunos se mostraram bastante aplicados, tanto no desenvolvimento do projeto como na apresentação aos visitantes, em sua maioria, os pais. Para os estudantes foi muito bom passar informações tão importantes para as pessoas.

“Eu acho legal poder alertar as pessoas e ensinar um pouco sobre essas doenças. As pessoas ainda têm muita dúvida sobre a microcefalia, porque essa é nova comparada à dengue, chikungunya, causadas pelo aedes aegypt”, opinou Luiz Felipe Neto de Cezaro, do 4º ano.

“A gente fez uma maquete bem legal, demorou um tempo, mas conseguimos e deu tudo certo. Ela representa bastante Cuiabá, as ilhas de calor, que são bem abafadas. É bom as pessoas saberem mais sobre isso”, ressaltou Isabela Caram, do 8º ano.

Os pais também enalteceram a iniciativa. Clei Cristina Santana dos Santos, mãe de dois alunos, Téo Avalone, do 6º ano, e Ly Santos Avalone, do 7º ano, achou a feira bem interessante. “Vi que eles fizeram o trabalho em equipe e que têm segurança no que estão falando sobre o assunto trabalhado. Eles tiveram que estudar bastante para apresentar aqui e eu já aprendi bastante aqui hoje”, elogiou. Já o marido, Carlos Eduardo, destacou a importância de uma feira desse tipo, tanto para os alunos como os visitantes. “Todas as coisas que eu vi são importantes para a vida, para a formação deles. Achei maravilhoso, interessante para fixar o conhecimento. É assim que tem que ser. A partir daí eles vão aprender mesmo”, analisou.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Foto: Lucas Ninno

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